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Saúde

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Saúde20 de nov. de 2024 há 1 ano

Fruta brasileira melhora a saúde cardíaca e ajuda a emagrecer

A jabuticaba, fruta conhecida por ter uma polpa doce branca e uma casca amarga de roxo intenso, traz uma série de benefícios à saúde. A #fruta é originária do Brasil, nativa da Mata Atlântica, sendo mais fácil encontrá-la em estados do sudeste ou que apresentem o bioma. Um dito popular afirma que só há jabuticabas no Brasil, mas a fruta também é encontrada na Argentina e no Uruguai. Fonte de vitaminas C, E e do complexo B, e de minerais como ferro, potássio e selênio, a #jabuticaba possui intensa ação antioxidante. Também é rica em antocianinas, que ajudam na regulação dos níveis de açúcar no sangue. A ação da jabuticaba na regulação do açúcar no sangue tem sido bastante estudada devido ao potencial da fruta no tratamento contra a #obesidade. “A casca da jabuticaba possui compostos fenólicos e fibras, que possuem efeitos demonstrados no controle da glicemia e de colesterol em diversos estudos”, destacou o professor Mário Maróstica, da Unicamp, em entrevista à Agência Fapesp. Em entrevista anterior ao Metrópoles, a nutricionista Thamires Lima, do Oba Hortifruti, em Brasília, destacou alguns dos benefícios da fruta.“A jabuticaba é uma aliada no emagrecimento, pois ajuda a promover a sensação de saciedade e tem baixo teor calórico: em 100 gramas há apenas 45 calorias”, explicou Thamires. Veja alguns dos benefícios da jabuticaba:1. Ajuda na perda de peso2. Melhora o funcionamento do intestino3. Promove uma boa saúde mental4. Ajuda a controlar a glicemia e a diabetes5. Diminui o colesterol ruim6. Regula a pressão alta7. Previne lesões musculares8. Fortalece o sistema imunológico Metrópoles 

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Saúde19 de nov. de 2024 há 1 ano

Veja quais são os riscos para a saúde de segurar o cocô tempo demais

Muita gente se sente confortável para evacuar apenas quando está em casa e, com isso, acaba segurando o #cocô por horas. Porém, o hábito pode trazer impactos negativos à saúde, alertam os médicos. A evacuação ocorre com a combinação de dois movimentos, os reflexos gastrocólicos, que são involuntários e conduzem o bolo alimentar ao longo do #intestino, e a movimentação do reto, voluntária — na maioria das vezes — e que permite a eliminação das fezes que se acumulam na região. O controle da musculatura do reto é algo que aprendemos desde crianças. Os #coloproctologistas afirmam, porém, que quanto mais se treina a capacidade de manter as fezes presas, mais tolerante o corpo se torna à presença do cocô e o ato de evacuar se torna mais trabalhoso. “É importante respeitar a vontade evacuatória e não ficar segurando muito tempo para manter o ritmo do eixo intestino-neural. Quando a gente segura as fezes, acaba gerando uma constipação refratária e prejudicando o ato evacuatório. Na prática, perdemos parte do controle que temos”, aponta o coloproctologista Dirceu de Castro Rezende Junior, do Hospital Santa Marta, em Brasília. A progressiva perda do controle do ato evacuatório por segurar as fezes tempo demais pode levar a uma série de complicações de saúde. Confira as principais: Retocolite ulcerativa = A doença inflamatória intestinal pode ter relação com o acúmulo de fezes. Em exposição prolongada, as bactérias do cocô podem inflamar a mucosa do intestino grosso e do reto. Fecaloma = Prender o cocô por tempo demais pode levar à formação de fezes empedradas, já que uma das principais funções da porção final do intestino é retirar a água do cocô. Hemorroidas = Ao evacuar com as fezes ressecadas, se exige muito esforço da musculatura 4nal para expulsar o cocô, o que pode levar à inflamação das veias da região Metropoles 

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Saúde11 de nov. de 2024 há 1 ano

Ministério da Saúde deixa faltar vacinas no RN e em outros 10 estados

Onze estados e o Distrito Federal relatam falta de vacinas, mostra levantamento da coluna junto às secretarias estaduais de Saúde. São eles: Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Há desabastecimento de vacinas contra a Covid-19, meningite, pneumonia, HPV, sarampo, caxumba e rubéola, entre outras.Outros três estados (Acre, Maranhão e Rio de Janeiro) relataram o desabastecimento de imunizantes ao longo de 2024, mas indicaram que a situação hoje estaria normalizada. Bahia, Ceará e Espírito Santo negaram o desabastecimento e nove estados (Alagoas, Amapá, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe) não responderam aos questionamentos. Além da falta de vacinas no país, a coluna revelou na semana passada que o Ministério da Saúde incinerou 10,9 milhões de vacinas em 2024, após deixar vencer o prazo de validade. A maior perda se refere a imunizantes da Covid-19, mas há também doses para febre amarela, tétano, gripe e outras doenças. A quantidade de imunizantes desperdiçados deve ser maior ainda, uma vez que o estoque do Ministério da Saúde armazena outras 12 milhões de doses que já venceram, mas ainda não foram incineradas. Na ocasião, o Ministério da Saúde assegurou, em nota, que “não há falta de vacinas no país”. No entanto, o levantamento feito pela coluna revela o contrário. Procurado para comentar os dados de desabastecimento, a pasta não respondeu. Quais vacinas estão em falta nos estadosOnze das 12 unidades federativas que confirmaram o desabastecimento de vacinas não têm o imunizante contra a varicela, doença mais conhecida como catapora. A única exceção é São Paulo. O Distrito Federal foi o único a informar que a substitui pela vacina tetraviral – imunizante em falta no estado paulista e que também previne o sarampo, a caxumba e a rubéola. O Paraná não tem imunizantes contra a Covid-19 para crianças. Segundo o Ministério da Saúde, a doença já matou 5,1 mil pessoas no Brasil em 2024. Seis estados e o Distrito Federal não dispõem da vacina contra febre amarela. A capital federal, o Pará e o Tocantins também não contam com o imunizante contra HPV – que evita o câncer de colo de útero, de vulva, de vagina, de pênis, de orofaringe e do canal anal, além de verrugas genitais. Ambos não podem ser substituídos no Sistema Único de Saúde (SUS). Cinco estados mais o DF não possuem a vacina tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche. A capital federal e Goiás informaram trocá-la pela pentavalente, que inclui prevenção contra hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b (Hib), bactéria causadora de pneumonia, de meningite, de otite e de epiglotite. Faltam, ainda, a tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) no DF e a dTpa acelular — também contra difteria, tétano e coqueluche, mas usada em grupos específicos nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) — em Mato Grosso, na Paraíba, em Santa Catarina e em Tocantins. Pará repassou as informações do último Informe de Distribuição de Imunobiológicos do Ministério da Saúde, que relata falta das vacinas contra varicela, febre amarela e HPV por “problemas com o fornecedor”. Nenhuma unidade federativa informou previsão de data de reposição para o local. As informações são do Metrópoles.  

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Saúde7 de nov. de 2024 há 1 ano

Sexo matinal: veja motivos que vão te convencer a adotar a prática antes do café da manhã

Nas últimas décadas, o entendimento da relação entre a saúde física e emocional se expandiu de maneira surpreendente, e uma prática que tem ganhado atenção de médicos e psicólogos é o sexo matinal. Em muitas culturas, o início do dia é associado a obrigações e pressões profissionais, mas estudos recentes indicam que começar o dia com intimidade pode trazer uma série de benefícios para a saúde, o bem-estar emocional e até para a produtividade no trabalho. Jornal O Globo

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Saúde6 de nov. de 2024 há 1 ano

Consumo de álcool causa 12 mortes por hora no país, diz Fiocruz

Um estudo divulgado hoje (5) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que o consumo de álcool causa, em média, 12 mortes por hora no Brasil. O levantamento, chamado de Estimação dos custos diretos e indiretos atribuíveis ao consumo do álcool no Brasil, foi feito pelo pesquisador Eduardo Nilson, do Programa de Alimentação, Nutrição e Cultura (Palin) da instituição. São levadas em conta as estimativas de mortes atribuídas ao álcool da Organização Mundial da Saúde (OMS). Homens representaram 86% das mortes: quase a metade relacionam o consumo de álcool com doenças cardiovasculares, acidentes e violência. Mulheres são 14% das mortes: em mais de 60% dos casos, o álcool provocou doenças cardiovasculares e diferentes tipos de câncer.

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Saúde5 de nov. de 2024 há 1 ano

Conheça os benefícios inesperados da água com gás para a saúde

Água com gás é uma escolha muito popular, principalmente entre pessoas que querem evitar bebidas açucaradas, mas ainda buscam uma saciedade equivalente e a sensação de borbulhar na boca. O especialista em nutrição holística Yael Hasbani explica que essa bebida também estimula os movimentos peristálticos do abdômen, promovendo a digestão e reduzindo a constipação estomacal. No entanto, ela deve ser evitada por quem sofre de problemas gástricos como hérnia de hiato, úlceras ou refluxo gastro-encefálico. Jornal O Globo

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Saúde30 de out. de 2024 há 1 ano

Hospital Infantil Varela Santiago denuncia atrasos em convênio com a Sesap

O Hospital Infantil Varela Santiago denunciou atrasos nos repasses do convênio com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesap). De acordo com a instituição, o convênio, estabelecido no valor de R$ 2,5 milhões, foi dividido em 8 parcelas de R$ 312,5 mil referentes ao ano de 2023. No entanto, apenas 3 parcelas foram efetivamente pagas, restando cinco em aberto, o que corresponde a um valor pendente de R$ 1.562.500. Tribuna do Norte

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Saúde29 de out. de 2024 há 1 ano

Veja benefícios de passar 4 semanas sem beber

Você já parou pra pensar no que 4 semanas sem álcool podem fazer pelo seu corpo? ✨ Pode parecer pouco tempo, mas esses 30 dias longe do álcool podem transformar a sua saúde de várias formas! 🚀 Sono mais tranquilo 💤 Estômago regenerado 🍽️ Fígado recuperado 💪 Músculos crescendo mais rápido 🏋️‍♀️ Imunidade fortalecida 🦠 Pele mais radiante ✨ Não é mágica, é o seu corpo agradecendo! 🙏💚 Se você está buscando mais disposição, saúde e aquela pele glow, que tal tentar? 4 semanas podem ser o começo de uma grande mudança! 🔥 👉 Me conta nos comentários: já tentou dar um tempo do álcool? Como foi sua experiência? @reeducacaoalimentar

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Saúde27 de out. de 2024 há 1 ano

Pressão “12 por 8” passa a ser considerada alta; entenda novas diretrizes

Novas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia podem mudar o conceito de pressão arterial saudável. Antes, uma pressão de “12 por 8” era considerada normal, mas agora passa a ser vista como “pressão arterial elevada”. A nova pressão ideal recomendada é “12 por 7” (ou 120/70 mmHg). Essas atualizações foram apresentadas no Congresso Europeu de Cardiologia, que aconteceu no fim de agosto em Londres. Confira as novas categorias:Pressão arterial não elevada: abaixo de 120 por 70 milímetros de mercúrio (mmHg) – “12 por 7”;Pressão arterial elevada: entre 120 por 70 mmHg e 139 por 89 mmHg – de “12 por 7” a cerca de “14 por 9”;Hipertensão arterial: maior que 140 por 90 mmHg – acima de “14 por 9”. CNN BRASIL

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Saúde21 de out. de 2024 há 1 ano

MULHER É HOSPITALIZADA EM ESTADO GRAVE APÓS USAR OZEMPIC FALSIFICADO

Uma mulher foi hospitalizada em estado grave após utilizar um produto falsificado que era comercializado como Ozempic, um medicamento indicado para o tratamento de diabete tipo dois. O caso aconteceu na última quinta-feira (17) no hospital Copa D’Or do Rio de Janeiro. Após a aplicação do produto, a paciente desenvolveu sintomas de hipoglicemia severa e problemas neurológicos. A equipe médica, ao examinar a caneta utilizada, notou discrepâncias que levantaram suspeitas sobre a autenticidade do medicamento. Diante da situação, a Rede D’Or informou o ocorrido à Novo Nordisk e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que já havia emitido alertas sobre a presença de lotes falsificados no Brasil e em outros países. A Polícia Civil também foi acionada e registrou o incidente, com a intenção de investigar a origem do produto suspeito. O material será enviado para análise pericial, a fim de determinar sua composição e possíveis implicações legais. Jovem Pan News  

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Saúde21 de out. de 2024 há 1 ano

Ansiedade já é a terceira causa que mais afasta o brasileiro do trabalho em 2024

A ansiedade já é a terceira causa que mais afasta o brasileiro do trabalho. Segundo levantamento do Ministério da Previdência Social, de outubro de 2023 a setembro de 2024, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) concedeu 128.905 benefícios por incapacidade, antigo auxílio-doença, por “outros transtornos ansiosos”. Essa denominação inclui, por exemplo, ansiedade generalizada e transtorno de pânico. A doença ficou atrás apenas de dor nas costas (dorsalgia), com 185.843 requerimentos concedidos, e de outros transtornos de discos intervertebrais, com 150.066. Em 2021, a ansiedade estava em 10º lugar no ranking, respondendo por 49.481 afastamentos. No ano seguinte subiu para oitavo, com 54.203. Em 2023, esse número chegou ao quinto lugar (80.516). O levantamento considera somente aqueles afastamentos por mais de 15 dias e que, consequentemente, geraram um benefício ao segurado do INSS. O trabalhador pode ter a estabilidade de 12 meses no emprego, após alta médica, se a causa da doença estiver vinculada ao trabalho. R7

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Saúde16 de out. de 2024 há 1 ano

4 alimentos que você não deve esquentar no micro-ondas

Requentar alimentos pode ser solução prática para quem tem rotina agitada e prefere cozinhar em grandes quantidades a fim de facilitar as refeições da semana. No entanto, será que o reaquecimento pode representar riscos à saúde? A nutricionista e especialista em segurança de alimentos Carolina Quintans, que atua em Brasília, afirma que, quando os alimentos são requentados, alguns nutrientes, como as vitaminas hidrossolúveis, especialmente a vitamina C e as do complexo B, podem ser degradados. “No entanto, o maior problema está relacionado à segurança dos alimentos. O resfriamento e reaquecimento inadequado podem favorecer o crescimento de micro-organismos que produzem toxinas resistentes ao calor podendo causar intoxicação alimentar”, explica. Aponta também que o micro-ondas, apesar de rápido e conveniente, tende a aquecer os alimentos de maneira desigual. “O calor gerado por ondas nem sempre penetra de forma uniforme, o que pode deixar partes do alimento em temperaturas inadequadas, permitindo que microrganismos nocivos sobrevivam”, esclarece. O nutricionista Lucas Felisberto também destaca que o aquecimento desigual pode favorecer a proliferação de bactérias, especialmente em áreas que não atingem temperaturas seguras. “O método mais seguro é aquele que garante um aquecimento homogêneo, como o da panela, principalmente quando o alimento é mexido constantemente”, frisa. 4 alimentos que devemos evitar requentar, de acordo com os especialistas: 1 – Arroz2 – Ovos3 – Frango4 – Batata Metrópoles

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