Veja quais são os riscos para a saúde de segurar o cocô tempo demais
Muita gente se sente confortável para evacuar apenas quando está em casa e, com isso, acaba segurando o #cocô por horas. Porém, o hábito pode trazer impactos negativos à saúde, alertam os médicos. A evacuação ocorre com a combinação de dois movimentos, os reflexos gastrocólicos, que são involuntários e conduzem o bolo alimentar ao longo do #intestino, e a movimentação do reto, voluntária — na maioria das vezes — e que permite a eliminação das fezes que se acumulam na região. O controle da musculatura do reto é algo que aprendemos desde crianças. Os #coloproctologistas afirmam, porém, que quanto mais se treina a capacidade de manter as fezes presas, mais tolerante o corpo se torna à presença do cocô e o ato de evacuar se torna mais trabalhoso. “É importante respeitar a vontade evacuatória e não ficar segurando muito tempo para manter o ritmo do eixo intestino-neural. Quando a gente segura as fezes, acaba gerando uma constipação refratária e prejudicando o ato evacuatório. Na prática, perdemos parte do controle que temos”, aponta o coloproctologista Dirceu de Castro Rezende Junior, do Hospital Santa Marta, em Brasília. A progressiva perda do controle do ato evacuatório por segurar as fezes tempo demais pode levar a uma série de complicações de saúde. Confira as principais: Retocolite ulcerativa = A doença inflamatória intestinal pode ter relação com o acúmulo de fezes. Em exposição prolongada, as bactérias do cocô podem inflamar a mucosa do intestino grosso e do reto. Fecaloma = Prender o cocô por tempo demais pode levar à formação de fezes empedradas, já que uma das principais funções da porção final do intestino é retirar a água do cocô. Hemorroidas = Ao evacuar com as fezes ressecadas, se exige muito esforço da musculatura 4nal para expulsar o cocô, o que pode levar à inflamação das veias da região Metropoles

Muita gente se sente confortável para evacuar apenas quando está em casa e, com isso, acaba segurando o #cocô por horas. Porém, o hábito pode trazer impactos negativos à saúde, alertam os médicos.
A evacuação ocorre com a combinação de dois movimentos, os reflexos gastrocólicos, que são involuntários e conduzem o bolo alimentar ao longo do #intestino, e a movimentação do reto, voluntária — na maioria das vezes — e que permite a eliminação das fezes que se acumulam na região.
O controle da musculatura do reto é algo que aprendemos desde crianças. Os #coloproctologistas afirmam, porém, que quanto mais se treina a capacidade de manter as fezes presas, mais tolerante o corpo se torna à presença do cocô e o ato de evacuar se torna mais trabalhoso.
“É importante respeitar a vontade evacuatória e não ficar segurando muito tempo para manter o ritmo do eixo intestino-neural. Quando a gente segura as fezes, acaba gerando uma constipação refratária e prejudicando o ato evacuatório. Na prática, perdemos parte do controle que temos”, aponta o coloproctologista Dirceu de Castro Rezende Junior, do Hospital Santa Marta, em Brasília.
A progressiva perda do controle do ato evacuatório por segurar as fezes tempo demais pode levar a uma série de complicações de saúde. Confira as principais:
Retocolite ulcerativa = A doença inflamatória intestinal pode ter relação com o acúmulo de fezes. Em exposição prolongada, as bactérias do cocô podem inflamar a mucosa do intestino grosso e do reto.
Fecaloma = Prender o cocô por tempo demais pode levar à formação de fezes empedradas, já que uma das principais funções da porção final do intestino é retirar a água do cocô.
Hemorroidas = Ao evacuar com as fezes ressecadas, se exige muito esforço da musculatura 4nal para expulsar o cocô, o que pode levar à inflamação das veias da região
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