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Saúde

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Saúde10 de mar. de 2025 há 1 ano

Pesquisadores alertam sobre riscos à saúde para mulheres que ‘não fazem sexo com frequência’

Um grupo de cientistas alerta em um trabalho publicado na revista científica Journal of Psychosexual Health que mulheres que se abstêm de sexo podem estar colocando sua saúde em risco. Os pesquisadores da Universidade Walden, na Pensilvânia, descobriram que mulheres entre 20 e 59 anos que fazem sexo menos de uma vez por semana tinham um risco 70% maior de morte em cinco anos. Amostras de sangue mostraram que essas mulheres tinham níveis elevados de uma proteína-chave ligada à inflamação, que pode causar danos a células, tecidos e órgãos saudáveis. Por outro lado, em participantes que fizeram sexo com mais frequência foram observados níveis mais baixos dessa proteína e nenhum risco aumentado de morte. O fenômeno inverso foi observado em homens: aqueles que fizeram mais sexo estavam quase em maior risco de morte precoce. A equipe concluiu que, pelo menos nas mulheres, “a expressão sexual, que é quantitativamente medida pela frequência sexual, é um componente essencial da saúde física e mental”. “A atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo”, acrescentaram. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram dados de pesquisas nacionais dos Centros de Controle de Doenças dos EUA (CDC), incluindo informações sobre depressão, obesidade, etnia e relatos de atividade sexual de 14.542 homens e mulheres. Cerca de 95% dos participantes fizeram sexo mais de 12 vezes por ano, com 38% fazendo isso uma vez por semana ou mais. A equipe então comparou essas informações médicas com outro banco de dados do CDC sobre mortes até o final do ano de 2015. Os resultados mostraram que independentemente de raça, gênero, idade e a maioria dos outros fatores de saúde, o sexo relativamente regular parece ser benéfico para a maioria dos adultos. No entanto, para mulheres, parece ser mais ainda. O Globo

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Saúde10 de mar. de 2025 há 1 ano

Crianças viciadas em celular: o perigo invisível que está criando uma geração ansiosa e doente

O celular virou o novo “chupeta digital” 🍼📱. Pais cansados e sobrecarregados recorrem às telas para entreter os bebês, mas o que parece uma solução rápida pode estar causando danos irreversíveis ao desenvolvimento infantil! 😨 🔴 Vício precoce e atrasos no desenvolvimento Pesquisas mostram que bebês expostos a telas desde cedo apresentam dificuldades na fala, menor capacidade de concentração e atrasos no desenvolvimento motor e cognitivo. O cérebro infantil precisa de estímulos reais, como o toque, o contato visual e a interação com o ambiente – e não de luzes piscando na tela! ⚠️ 🔴 Ansiedade e irritabilidade Quando privados do celular, muitos bebês entram em crises de choro e irritação extrema. Isso ocorre porque o uso excessivo da tela altera os níveis de dopamina, causando um efeito semelhante ao do vício em drogas! 🧠💥 🔴 Problemas de sono e obesidade A luz azul das telas interfere na produção de melatonina, hormônio responsável pelo sono, levando a noites agitadas e cansaço extremo. Além disso, o sedentarismo causado pelo tempo excessivo no celular contribui para o aumento do sobrepeso infantil. 🛌🍔 ⚠️ Como evitar o vício em telas? ✅ Substitua o celular por brinquedos educativos 🎨✅ Estimule a interação social e as brincadeiras ao ar livre 🌳✅ Evite ao máximo expor bebês menores de 2 anos a telas ⏳✅ Dê o exemplo! Se os pais estão sempre no celular, a criança seguirá o mesmo caminho 📵 O que parece uma distração inofensiva pode estar criando uma geração ansiosa, doente e dependente de telas. Ainda dá tempo de mudar! 🚫📱 Pacujá News

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Saúde9 de mar. de 2025 há 1 ano

A ‘moda tadala’: remédio contra impotência sexual vira onda até em academias

Terceiro medicamento mais vendido no país em 2024, atrás apenas da losartana (para controle da pressão arterial) e da metformina (para diabetes), o tadalafila, ou tadala, passou de 21,4 milhões de caixas para 31,4 milhões em quatro anos, segundo a Anvisa. Um salto de quase 50%, puxado justamente pelos novos e heterodoxos usos off-label, contra-indicados, aliás, pelos médicos. No caso das academias, as pessoas ingerem tadala pura ou misturada a compostos, antes do treino. Sem qualquer base científica e sem indicação na bula, o povo da malhação procura se beneficiar da vascularização que as substâncias ali contidas promovem, o que permitiria um intenso fluxo de sangue nos músculos e um ganho mais veloz de massa. VEJA

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Saúde9 de mar. de 2025 há 1 ano

Ciência explica como o hábito de reclamar adoece nosso cérebro

Reclamar com frequência pode afetar negativamente o cérebro e a saúde. Isso ocorre porque reforça conexões neurais ligadas à negatividade, tornando mais fácil para o cérebro continuar reclamando. Além disso, o aumento do hormônio do estresse (cortisol) pode levar a problemas como pressão alta, diabetes e baixa imunidade. O hábito também influencia negativamente o ambiente social, pois emoções negativas são absorvidas pelos outros. Fatos Desconhecidos

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Saúde4 de mar. de 2025 há 1 ano

Álcool: o impacto silencioso no seu sono, treino e produtividade

O consumo de álcool, presente em muitos contextos sociais e corporativos, pode ter efeitos prejudiciais na performance profissional, na recuperação após treinos e na saúde geral. Estudos mostram que o álcool afeta funções cognitivas, reduz a produtividade e pode comprometer a capacidade de tomada de decisões. Além disso, a ingestão frequente de álcool prejudica a hipertrofia muscular, desacelera o metabolismo e dificulta a queima de gordura, afetando diretamente a performance física. Embora muitos acreditem que uma bebida antes de dormir ajude a relaxar, o álcool reduz a fase REM do sono, essencial para a recuperação e a consolidação da memória. Para minimizar os impactos negativos, especialistas recomendam intercalar bebidas alcoólicas com água, evitar o consumo logo após o treino e priorizar uma alimentação equilibrada. O equilíbrio é fundamental para desfrutar do álcool de forma responsável, sem comprometer a saúde e a produtividade no trabalho. Empresas que promovem hábitos saudáveis entre seus colaboradores observam um ambiente de trabalho mais produtivo e engajado. Indo Money

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Saúde6 de fev. de 2025 há 1 ano

Tadalafila: saiba riscos do uso do estimulante sexual como pré-treino

A #tadalafila, medicamento comumente prescrito para tratar disfunção erétil, tem ganhado popularidade entre frequentadores de #academias em busca de melhor desempenho físico. No entanto, especialistas alertam que o uso sem prescrição médica não traz benefícios aos treinos e pode ter graves consequências à saúde. A utilização com fins esportivos pode levar a complicações cardiovasculares e dependência psicológica. Em janeiro de 2024, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) alertou quanto aos riscos do uso indiscriminado da substância sem prescrição médica. “O uso indiscriminado da tadalafila pode causar reações adversas e perigosas interações com outros medicamentos. Alguns dos efeitos colaterais mais comuns incluem dor de cabeça, indigestão, dor nas costas, rubor facial, congestão nasal e dores musculares. Em casos raros, pode causar alterações na visão, na audição ou nos batimentos cardíacos”, explicou a instituição. O remédio age como um vasodilatador. Ele foi desenvolvido para o tratamento de condições como a disfunção sexual, hipertensão arterial pulmonar e também do crescimento benigno da próstata. “A tadalafila não é um #suplemento para a prática esportiva. Não há qualquer comprovação científica desse benefício. Além disso, o uso sem orientação médica pode desencadear efeitos colaterais graves, como tonturas e problemas cardíacos”, alerta o urologista Tiago Mierzwa. Em entrevista anterior ao Metrópoles, o nutricionista esportivo Isaac Nunes complementou: “O impacto na vascularização do corpo é mínimo. O remédio foi feito para uma função específica, não para melhorar o rendimento na academia”. Metrópoles

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Saúde28 de jan. de 2025 há 1 ano

Nova técnica contra câncer de mama, que congela o tumor, atinge 100% de eficácia

Uma técnica promissora no tratamento do câncer de mama, chamada crioablação, alcançou 100% de eficácia em testes iniciais realizados pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O procedimento, que utiliza nitrogênio líquido para congelar e destruir tumores, já é aplicado em países como Estados Unidos, Japão e Israel, e conta com aprovação da Anvisa. Apesar do potencial, a crioablação ainda não é coberta pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nem pelos planos de saúde no Brasil, tornando seu acesso restrito. A pesquisa conduzida pela Unifesp é a primeira da América Latina a avaliar o método, e seus resultados podem ajudar a ampliar a adoção da técnica em redes públicas e privadas. O procedimento consiste na aplicação de nitrogênio líquido, por meio de uma agulha, diretamente na área do tumor. Com temperaturas de aproximadamente -140ºC, o processo forma uma esfera de gelo que destrói as células cancerígenas. Realizada sob anestesia local e sem necessidade de internação, a técnica é minimamente invasiva, indolor e rápida. Em fase experimental no Hospital São Paulo, ligado à Unifesp, a técnica foi testada inicialmente em pacientes com tumores menores que 2,5 cm e indicação primária de cirurgia. Os resultados mostraram eficácia completa (100%) para tumores com menos de 2 cm, quando a crioablação foi combinada com a cirurgia convencional. A pesquisa agora avalia a possibilidade de a crioablação substituir a operação tradicional. Nesta nova etapa, 700 pacientes serão acompanhadas em 15 centros de saúde no estado de São Paulo. Dois grupos estão sendo comparados: um que passa apenas pela crioablação e outro que realiza o procedimento cirúrgico tradicional. A iniciativa é realizada em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein, o HCor e a KTR Medical, representante da tecnologia Ice Cure no Brasil. Conexão Política 

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Saúde16 de jan. de 2025 há 1 ano

Estudos indicam que a vitamina de banana é a cura perfeita para a ressaca, isso porque o alimento tem o poder de acalmar e hidratar o estômago

A ressaca ocorre devido à desidratação, desequilíbrios eletrolíticos e outros efeitos do álcool no organismo. A banana é rica em potássio e carboidratos, nutrientes que ajudam a repor os níveis de energia e a equilibrar o corpo. Combinada ao leite ou à água, a vitamina de banana é um excelente combatente contra a ressaca. Além de hidratar, ela contribui para o equilíbrio da imunidade do corpo. Fatos Desconhecidos

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Saúde13 de jan. de 2025 há 1 ano

Caminhar apenas 5 minutos por dia faz a diferença, diz especialista

Pesquisas mostram que até mesmo uma curta caminhada — uma das formas mais acessíveis de exercício — pode ajudar a prepará-lo para o sucesso ao trabalhar em direção a outras conquistas de condicionamento físico. Estudos mostram que 11 minutos de exercício moderado a vigoroso por dia podem reduzir o risco de câncer, doença cardiovascular ou morte prematura. Isso parece muito para começar?Mesmo apenas cinco minutos de caminhada por dia podem fornecer alguns benefícios à saúde, de acordo com o Dr. Andrew Freeman, diretor de prevenção cardiovascular e bem-estar do National Jewish Health em Denver. A chave é fazer do movimento uma parte regular do seu dia, e é por isso que Freeman sugere que as pessoas pratiquem qualquer tipo de exercício, mesmo que seja incorporar uma caminhada de cinco minutos à sua rotina. O ideal, no entanto, é almejar 30 minutos de exercício diário, segundo o especialista. CNN BRASIL

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Saúde11 de dez. de 2024 há 1 ano

É “permitido” ou não comer pão à noite? Nutricionista esclarece

A coluna Claudia Meireles já teceu explicações sobre evitar ingerir determinadas frutas, como laranja e banana, no período noturno. Entre tantos alimentos que geram dúvidas se o consumo pode ser feito ou não à noite, consta o pão. Para esclarecer o assunto, a nutricionista Nathália Marques, de Goiânia (GO), foi acionada. De acordo com a pós-graduada em nutrição clínica, o pão branco tradicional ou industrializado pode causar dificuldade de digestão e, por isso, comê-lo no período noturno não é aconselhado. Nathália completa: “Mas pensando em um pão de fermentação ou uma opção com melhor digestibilidade, não vejo problemas no consumo à noite.” “Recomendo sempre que esse pão, supondo que será o jantar, seja consumido com fontes de proteína, a exemplo de carne, ovos, queijo e frango, e, no máximo, até às 19h”, orienta a nutricionista. A especialista instrui jantar cedo: “Assim, o seu organismo terá tempo de fazer a digestão desse alimento até a hora de você se deitar”. “Jantar cedo é uma das recomendações para uma vida mais saudável e longeva, pensando exatamente na digestibilidade, que impacta diretamente a qualidade de sono”, pontua Nathália Marques. Segundo a pós-graduada em nutrição clínica, o pão pode ser “um amigo” da alimentação saudável, desde que consumido de maneira equilibrada. “Infelizmente, existe muito terrorismo nutricional envolvendo o pão”, salienta. Na hora de comprar pão, a nutricionista sugere adquirir opções saudáveis que são feitas de “forma mais artesanal”. Ela elucida: “Tem processo de fermentação natural e composto por uma lista de ingredientes pequena, com menor teor de aditivos, conservantes, gorduras adicionadas e menos açúcar.” Nathália endossa que os pães menos saudáveis dispõem de um rol maior de ingredientes e os primeiros tendem a ser açúcar e óleos. “São os que têm em maior concentração”, cita. Ela complementa: “Procure por rótulos com poucos aditivos e que estejam sempre ao final da lista, indicando menor quantidade.” Metrópoles 

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Saúde2 de dez. de 2024 há 1 ano

COMO COMBATER A ANSIEDADE PRÉ-SEMANA DE TRABALHO⁠

O domingo à noite chega com a aproximação de mais uma semana de trabalho – e, para muitos, traz uma ansiedade com a qual é difícil de lidar. No entanto, existem algumas estratégias comprovadas pela ciência que podem te ajudar a ajustar a sua mentalidade e tornar as últimas horas do fim de semana mais agradáveis, em vez de motivo de ansiedade.⁠⁠É normal sentir a “Síndrome do Domingo” ocasionalmente. No entanto, se você está frequentemente enfrentando uma melancolia ou ansiedade em relação ao trabalho e se sente estagnado, pode ser útil buscar apoio profissional.⁠ ForbesBR

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Saúde22 de nov. de 2024 há 1 ano

Médicos alertam para aumento de micoses causadas por fungos transmitidos em barbearias

O número de casos de micoses causadas pelo fungo Trichophyton tonsurans no couro cabeludo tem crescido a números alarmante sem vários lugares do mundo e a principal suspeita é que o microrganismo esteja sendo transmitido em barbearias. Só na Argentina, o número de casos mais do que triplicou. E no Reino Unido as ocorrências também aumentam drasticamente. Segundo o jornal argentino Clarín, o problema é caracterizado pela queda de cabelo em uma área do couro cabeludo. No lugar dos fios, surge uma lesão de formato redondo, que descama e, às vezes, causa coceira. Jornal O Globo

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