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Política

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Política27 de dez. de 2025 há 4 meses

EITA! Janja já gastou mais de R$ 100 milhões do dinheiro público

Um levantamento sobre despesas atribuídas à primeira dama Rosângela da Silva, a Janja, indica um impacto já identificado de R$ 117.594.501,73 aos cofres públicos. Os dados têm como base registros oficiais, reportagens e documentos de acesso público. O próprio material ressalta que o valor pode ser ainda maior, já que parte dos gastos não teria sido totalmente localizada ou detalhada. Entre as despesas listadas estão viagens internacionais, participação em eventos, diárias, hospedagens, equipes de apoio e reformas custeadas de forma direta ou indireta com recursos públicos. Apenas ações relacionadas ao G20 somariam cerca de R$ 83,45milhões. O levantamento também aponta R$ 26,8 milhões em reformas e compra de móveis, além de R$ 344 mil ligados a um evento com estilistas em Paris. A isso se somam gastos com passagens e diarias em deslocamentos para destinos como Paris, Roma, Catar e viagens associadas às Olimpíadas. O material ainda menciona uma equipe de apoio com custo estimado em R$ 160 mil por mês, além de R$ 216,8 mil em hospedagens consideradas de alto padrão em Brasília.Na prática, os números reforçam uma crítica recorrente. Enquanto grande parte da população enfrenta dificuldades financeiras e serviços públicos que não acompanham a elevada carga tributária, integrantes do núcleo do poder mantêm um padrão de gastos distante do discurso de austeridade. Mais do que o valor total, o que chama atenção é o contraste e a falta de clareza. Em um país onde o orçamento do cidadão já nasce comprometido com impostos, despesas dessa magnitude exigem transparência total, detalhamento preciso e justificativas objetivas, não apenas narrativas políticas. Se o governo pede sacrifícios à população, o mínimo esperado é que dê o exemplo.

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Política27 de dez. de 2025 há 4 meses

Oposição suspende recesso para pressionar por impeachment de Moraes

O novo líder da oposição na Câmara dos Deputados, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), anunciou, nesta sexta-feira (26/12), que interromperá o recesso parlamentar para pressionar pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar marcou uma coletiva de imprensa para segunda-feira (29/12), às 14h, na Câmara. O Congresso está em recesso desde 19 de dezembro, após aprovar o Orçamento de 2026, e só retoma as atividades em fevereiro. “Ressaltamos que estaremos suspendendo o recesso parlamentar, porque não é possível permanecer inerte diante do tamanho absurdo institucional que o Brasil está vivendo”, declarou Silva em nota. O líder também convocou os senadores da oposição a apoiar a destituição do magistrado. O pedido mencionado por Gilberto foi protocolado na terça-feira (23/12) pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF). A parlamentar acusa o magistrado de “advocacia administrativa” após ele, supostamente, procurar o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, para interceder em tavor do Banco Master, de Daniel Vorcaro. Moraes alegou, em notas, que o assunto com Galípolo foi a Lei Magnitsky e que não tratou sobre a situação do Master. O pedido de impeachment é dirigido ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Cabe à Casa admitir e analisar pedidos de destituição de ministros do STF. Moraes acumula mais de 80 representações desse tipo no Senado, nenhuma em andamento.     Reprodução: Metropoles

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Política26 de dez. de 2025 há 4 meses

Silêncio de Paulo Gonet diante de denúncias contra Alexandre de Moraes agrava crise de credibilidade da PGR

A postura discreta — e, para críticos, omissa — do procurador-geral da República, Paulo Gonet, diante de denúncias e questionamentos envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tem ampliado o debate sobre a credibilidade e a independência da Procuradoria-Geral da República (PGR).   Em meio a uma das maiores crises institucionais recentes, a PGR ganhou protagonismo ao apresentar denúncias de grande impacto político, como as relacionadas à suposta tentativa de golpe após as eleições de 2022, processos que tramitam sob a relatoria de Moraes no STF. Apesar da atuação firme nesses casos, o silêncio de Gonet diante de acusações dirigidas ao ministro tem sido alvo de críticas por parte de parlamentares, juristas e setores da opinião pública.   Críticos afirmam que a ausência de manifestações claras ou a falta de abertura de investigações específicas alimentam a percepção de alinhamento excessivo entre a PGR e o Supremo, enfraquecendo o papel constitucional do Ministério Público como órgão independente de fiscalização. Para esses grupos, o silêncio institucional compromete a confiança pública e reforça a ideia de seletividade na atuação da Procuradoria.

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Política25 de dez. de 2025 há 4 meses

Suspeitas contra Moraes impulsionam novos pedidos de impeachment no Senado

Suspeitas contra Moraes impulsionam novos pedidos de impeachment no Senado Bancadas da oposição na Câmara dos Deputados e no Senado Federal articulam novos pedidos de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A movimentação ocorre após denúncias envolvendo uma suposta atuação do magistrado junto ao Banco Central do Brasil em favor do Banco Master. Segundo parlamentares da oposição, Moraes teria mantido contatos com dirigentes do Banco Central relacionados a interesses do banco privado, o que poderia configurar advocacia administrativa, crime que ocorre quando um agente público utiliza o cargo para defender interesses privados perante a administração pública. Diferentemente de pedidos anteriores, baseados em decisões judiciais do ministro, os novos requerimentos têm como foco suspeitas de crimes de responsabilidade, o que, na avaliação dos senadores, justificaria o afastamento do magistrado. Contrato milionário e CPI no radar Outro ponto levantado pelos parlamentares é um contrato milionário firmado entre o Banco Master e o escritório de advocacia ligado à família do ministro, o que gerou questionamentos sobre possível conflito de interesses. Além do impeachment, a oposição também articula a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as relações entre o ministro, o banco e o Banco Central. Defesa do ministro e posição do Banco Central Alexandre de Moraes nega qualquer irregularidade. Em nota, afirmou que os encontros com dirigentes do Banco Central trataram exclusivamente de temas institucionais, sem qualquer relação com interesses do Banco Master. O Banco Central também se manifestou, destacando que ministros do STF não participam nem interferem em processos de supervisão bancária ou decisões regulatórias, reforçando que não houve favorecimento a instituições financeiras. Próximos passos Cabe agora ao presidente do Senado Federal decidir se dará andamento formal aos pedidos de impeachment. Moraes é, historicamente, o ministro do STF com o maior número de representações protocoladas, mas este novo movimento é visto como diferente por envolver denúncias de natureza criminal, e não apenas discordâncias políticas ou jurídicas. 📌 Fontes:Gazeta do PovoCNN Brasil BLOG DO BAGADA

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Política24 de dez. de 2025 há 4 meses

PREFEITA NILDA NOMEIA A PRÓPRIA FILHA PARA EXERCER O CARGO DE SECRETARIA DA SEMSUR

A prefeita Nilda voltou a ser alvo de críticas após a publicação de ato administrativo que nomeia sua filha, Renata da Silva Cruz, para exercer o cargo em comissão de Secretária Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR).   A nomeação, oficializada por meio do diário oficial do município, causou repercussão imediata nos bastidores da política local e nas redes sociais, levantando questionamentos sobre moralidade administrativa, ética e impessoalidade, princípios previstos na Constituição Federal que devem nortear a administração pública.   Embora cargos comissionados sejam de livre nomeação, a escolha de um parente direto da prefeita para comandar uma secretaria considerada estratégica reacende o debate sobre nepotismo e o uso político da máquina pública, especialmente em um momento em que a população cobra mais eficiência nos serviços urbanos e transparência na gestão.   Setores da sociedade civil e da oposição defendem que a prefeita deveria priorizar critérios técnicos e profissionais, evitando decisões que possam passar a impressão de favorecimento familiar e enfraquecer a confiança da população no governo municipal.

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Política24 de dez. de 2025 há 4 meses

R$ 35 milhões do Fundo Amazônia foram para ONG ligada a Marina Silva

O repasse de R$ 35 milhões do Fundo Amazônia a uma ONG com vínculos institucionais à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entrou no foco da CPI das ONGs. Documentos analisados pelos parlamentares indicam que parte expressiva dos recursos foi utilizada para custear despesas administrativas, incluindo contratos de consultoria, passagens aéreas e serviços terceirizados. A situação levantou questionamentos sobre a efetividade do uso da verba pública, criada para financiar ações concretas de preservação ambiental. Integrantes da comissão avaliam se os repasses seguiram critérios técnicos e se houve compatibilidade entre os gastos realizados e os objetivos ambientais previstos. O caso reacendeu o debate sobre fiscalização, controle e transparência na aplicação dos recursos destinados à Amazônia.

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Política24 de dez. de 2025 há 4 meses

Lula encerra mandato com maior déficit nominal desde o Real

O Brasil atravessa um momento de deterioração fiscal, marcado por déficit permanente, resultado de uma combinação de descontrole nos gastos e elevado endividamento. Análises econômicas indicam que a atual administração federal caminha para registrar o maior rombo nas contas públicas desde a estabilização da moeda com o Plano Real, em 1994.   O cenário de fragilidade é corroborado por dados internacionais que posicionam o Brasil como detentor da segunda maior dívida pública entre os países emergentes, superado apenas pela China.   O economista Fabio Giambiagi acendeu o alerta. Para chegar ao rombo recorde ele utilizou como métrica o déficit nominal. De modo distinto ao resultado primário — que considera apenas a diferença entre receitas e despesas do governo, excluindo os custos da dívida —, o déficit nominal engloba também o pagamento dos juros da dívida pública.       Fonte: Gazeta do povoFoto: André Borges/EFE

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Política23 de dez. de 2025 há 4 meses

Lula assina decreto de indulto de Natal de 2025 e exclui presos do 8/1 e Bolsonaro

O presidente Lula assinou o decreto do indulto natalino de 2025, concedendo perdão de pena a presos que atendam critérios específicos, mas excluindo condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro, incluindo Jair Bolsonaro. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.   O indulto não abrange líderes de facções criminosas, condenados por violência contra mulheres, crianças, crimes hediondos, tortura, terrorismo, racismo, lavagem de dinheiro e outros crimes graves. O benefício prioriza grupos vulneráveis, como idosos, gestantes e pessoas com doenças graves.   A decisão reforça o compromisso do governo em não anistiar os envolvidos na trama golpista e segue parâmetros do Ministério da Justiça. O indulto pode resultar na extinção total da pena, conforme detalhado no decreto.   Reprodução: InfoMoney  

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Política23 de dez. de 2025 há 4 meses

Kim Kataguiri sobre reunião de Moraes sobre Banco Master: “O que falta para senadores agirem?”

O deputado federal Kim Kataguiri divulgou um vídeo em suas redes sociais afirmando que a reportagem de Malu Gaspar, do Jornal O GLobo, é o maior escândalo envolvendo um ministro do STF. O texto revela reuniões de Alexandre de Moraes com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para defender o presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Assista no vídeo nosso instagram @blogdobagada   “Isso em qualquer país sério geraria a queda imediata do ministro do Supremo e investigações em relação a ele e a esposa. Mas a gente não tá num país sério. A gente está num país de um Senado covarde que não se consegue construir maioria para se fazer o impeachment de um ministro do Supremo que a portas abertas daí com a sua mulher envolvida num escândalo bilionário”, acrescentou o deputado.  

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Política23 de dez. de 2025 há 4 meses

GOVERNO LULA NÃO ASSINA DOCUMENTO EM QUE PAÍSES DO MERCOSUL PEDEM DEMOCRACIA NA VENEZUELA

O Brasil decidiu não assinar o comunicado do Mercosul sobre a Venezuela por discordar do conteúdo final, que não mencionou a atuação de militares estrangeiros no Caribe. A nota, que cobrava a “restauração da democracia” no país, foi liderada pela Argentina durante a cúpula do bloco em Foz do Iguaçu (PR).   Segundo fontes do Itamaraty, o Brasil aceitava críticas à situação dos direitos humanos e à crise humanitária no governo de Nicolás Maduro, mas defendia uma posição mais equilibrada.   O país propôs incluir no texto um alerta sobre a presença de forças militares internacionais no Caribe, vista como ameaça a soberania regional, referência aos Estados Unidos.   Como a sugestão foi rejeitada, o Brasil se retirou das negociações e não assinou o comunicado. O Uruguai também ficou de fora. Para o governo brasileiro, a adesão poderia ser interpretada como aval às ações americanas contra a Venezuela.

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