R$ 35 milhões do Fundo Amazônia foram para ONG ligada a Marina Silva
O repasse de R$ 35 milhões do Fundo Amazônia a uma ONG com vínculos institucionais à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entrou no foco da CPI das ONGs. Documentos analisados pelos parlamentares indicam que parte expressiva dos recursos foi utilizada para custear despesas administrativas, incluindo contratos de consultoria, passagens aéreas e serviços terceirizados. A situação levantou questionamentos sobre a efetividade do uso da verba pública, criada para financiar ações concretas de preservação ambiental. Integrantes da comissão avaliam se os repasses seguiram critérios técnicos e se houve compatibilidade entre os gastos realizados e os objetivos ambientais previstos. O caso reacendeu o debate sobre fiscalização, controle e transparência na aplicação dos recursos destinados à Amazônia.

O repasse de R$ 35 milhões do Fundo Amazônia a uma ONG com vínculos institucionais à ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entrou no foco da CPI das ONGs. Documentos analisados pelos parlamentares indicam que parte expressiva dos recursos foi utilizada para custear despesas administrativas, incluindo contratos de consultoria, passagens aéreas e serviços terceirizados.
A situação levantou questionamentos sobre a efetividade do uso da verba pública, criada para financiar ações concretas de preservação ambiental. Integrantes da comissão avaliam se os repasses seguiram critérios técnicos e se houve compatibilidade entre os gastos realizados e os objetivos ambientais previstos. O caso reacendeu o debate sobre fiscalização, controle e transparência na aplicação dos recursos destinados à Amazônia.
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