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Política

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Política29 de nov. de 2025 há 5 meses

A tal “indignação seletiva” da esquerda

A tal da “indignação seletiva” Definitivamente não deve ser fácil ter a árdua missão de defender o indefensável todos os dias. A arte de comparar o ruim com o pior para tentar justificar o injustificável. Enquanto isso, seguem por aí distribuindo sermões sobre moralidade, como se ninguém percebesse o roteiro já batido. Bom sábado! BLOG DO BAGADA

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Política29 de nov. de 2025 há 5 meses

Walter não assumirá? Reunião de ontem não deu em nada

Walter não assumirá? Reunião de ontem não deu em nada O vice-governador Walter Alves passou a manhã desta sexta-feira (28) em reunião com a equipe do Governo do Estado. O assunto era dinheiro. Ou melhor, a falta dele. O buraco financeiro que Fátima Bezerra deixará como lembrança. E o resultado do encontro? Nada. Absolutamente nada. Nem mesmo com a presença do chefe da Casa Civil, Raimundo Alves, houve convencimento sobre o tamanho do problema que se aproxima. Walter não é “juvenil”, como dizem no futebol. Sabe exatamente o risco que corre ao assumir um estado quebrado, sem horizonte e sem condições mínimas de entregar algo concreto. E essa decisão, gostem ou não, pode impactar diretamente as eleições do próximo ano. A novela continua… mas os sinais não são bons e o silêncio de Walter é ensurdecedor para Fátima Bezerra e sua turma. BLOG DO BAGADA

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Política27 de nov. de 2025 há 5 meses

PL suspende pagamento de salário de Bolsonaro

O Partido Liberal (PL) anunciou nesta quinta-feira (27) a suspensão da remuneração e das atividades partidárias do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo informativo da sigla, a medida ‘respeita a legislação’ e leva em conta a condenação do ex-mandatário, que exercia a função de “presidente de honra” do partido. Atualmente, Bolsonaro recebia cerca de R$ 42 mil mensais do PL. “Infelizmente, por decorrência da lei (Lei 9096/95 – REspEl n° 060026764; AGR-RO 060023248) e em razão da suspensão dos direitos políticos do nosso presidente de honra, Jair Bolsonaro, as respectivas atividades partidárias de nosso líder estarão igualmente suspensas, inclusive a sua remuneração, enquanto perdurarem os efeitos do acórdão condenatório na AP 2668”, afirmou a legenda.   Bolsonaro se filiou ao PL em 2021, após deixar o extinto PSL, hoje União Brasil, após fusão com o Democratas. Desde a última terça-feira (25), cumpre pena em regime fechado na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília, local onde estava detido preventivamente desde sábado (22). A sentença estabelece 27 anos e 3 meses de prisão pelo inquérito que investigou um plano de golpe de Estado no país. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, declarou ao UOL que o partido está “somente cumprindo a lei”. Já o líder da sigla na Câmara, Sóstenes Cavalcante, afirmou que a decisão foi tomada a partir de orientação do corpo jurídico do partido, para evitar qualquer tipo de sanção futura. O cargo de presidente de honra ficará vago durante a execução da pena de Bolsonaro. “Só tem este nome porque só uma pessoa é digna de cargo de honra. Quando Bolsonaro for libertado, retoma a posição”, disse Sóstenes.   Ele ressaltou ainda: “Ele continua sendo nosso líder. Nós só estamos cumprindo, ainda que de forma injusta, a legislação para não sofrer ainda mais perseguição”. Além da remuneração do PL, Bolsonaro recebe R$ 12.861,61 como capitão reformado do Exército e aparece na folha dos parlamentares aposentados com remuneração bruta de R$ 41.563,98. Segundo reportagem do Metrópoles, em agosto deste ano, Valdemar Costa Neto consultou o advogado do PL para saber se o partido deveria continuar pagando o salário de Bolsonaro durante a prisão domiciliar. O advogado autorizou a manutenção dos pagamentos naquele período.         Foto: EBCFontes: CNN; UOL; Metrópoles

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Política27 de nov. de 2025 há 5 meses

Guilherme Viveiros lança livro que escancara o poder da renda fixa no Brasil

O mercado financeiro está fervendo — e em meio ao recorde histórico de emissões de renda fixa, quem aparece para ajudar o investidor a entender esse novo momento é um dos nomes mais qualificados do país: Guilherme Viveiros.   Na XP da Faria Lima, em São Paulo, Viveiros lançou o livro “Renda Fixa: O que ninguém te contou”, reunindo executivos, especialistas e profissionais do setor em uma noite de bate-papo sobre juros altos, comportamento do investidor e estratégias inteligentes para navegar o cenário econômico atual.   E aqui vai minha opinião: Guilherme sabe exatamente do que está falando. Com mais de 20 anos de mercado, ele viveu na prática tudo o que explica no livro — de crédito privado a operações estruturadas, de análise profunda de empresas a negociações com bancos e investidores. Não é teoria: é vivência real.   O autor reforça que, com a Selic em 15%, muita gente voltou a olhar para a renda fixa, mas ainda falta compreensão sobre o verdadeiro potencial desse mercado. Seu objetivo com a obra é tornar acessível aquilo que o investidor comum raramente aprende: como montar estratégias sólidas, seguras e eficientes, independentemente do cenário.   A escolha da XP para o lançamento não foi à toa. O local simboliza a democratização dos investimentos — e combinar conhecimento técnico com educação financeira é exatamente o que o país precisa.   Em poucas palavras: é um livro que chega no momento certo, escrito por quem realmente entende do assunto.

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Política27 de nov. de 2025 há 5 meses

Governo Lula usou só 15% das verbas contra feminicídio

O governo Lula (PT) usou menos de 15% das verbas disponíveis para o plano de combate ao feminicídio. A estimativa é de um relatório da Consultoria de Orçamento do Senado, elaborado a pedido da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP).   Lançado em março de 2024, o Plano de Ação do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios (PNPF) teve cerca de R$ 1,4 bilhão alocados ao longo de 2024 e 2025 – mas só 14,7% dessa verba foi usada até o momento. A estimativa foi preparada pela Consultoria de Orçamento (Conorf) do Senado.   Ao lançar o plano, o governo anunciou um investimento de R$ 2,5 bilhões. A estratégia incluiria 73 ações em diversos ministérios, contemplando desde aspectos educativos e de qualificação até a produção de dados sobre o assunto. Não há menção a ações de repressão contra esse tipo de crime.   O feminicídio é o assassinato de uma mulher em função de seu sexo. O crime bateu recorde no ano passado, com 1.492 vítimas — ou quatro por dia. É o maior número registrado desde que o feminicídio foi tipificado, em 2015.   No Distrito Federal, já foram registrados 24 casos este ano, superando 2024.   “Enquanto o Executivo promete R$ 2,5 bilhões para o combate ao feminicídio e, na prática, executa somente cerca de 200 milhões em 2 anos, mulheres continuam morrendo, medidas protetivas continuam lentas e equipamentos essenciais seguem sem sair do papel. Não é falta de norma, é falta de prioridade”, critica a senadora Mara Gabrilli.   “Considerando as ações identificadas e possivelmente relacionadas ao Plano de Ação do PNPF, a Conorf estima que, em 2024, do total da dotação de R$ 573.989.229, apenas 28,4% do orçamento destinado ao plano foi efetivamente executado (R$ 162.898.375) (…)”, diz um trecho.          Reprodução: Metrópoles

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Política26 de nov. de 2025 há 5 meses

Vereadores aprovam projetos voltados ao turismo, crédito público e segurança no município

A Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta terça-feira (25), oito projetos durante a sessão ordinária, sendo três em segunda discussão e cinco em primeira votação.   Entre as matérias analisadas, os vereadores discutiram o Projeto de Lei Complementar nº 18/2025, de autoria do Executivo, que revoga a Lei Complementar nº 220/2022 e promove ajustes na legislação municipal relacionados à contratação de operações de crédito. O vereador Kleber Fernandes (Republicanos) explicou que a mudança atende às orientações da Secretaria do Tesouro Nacional.   “São adequações de pré-requisitos legais e formais para nortear novos empréstimos que o poder público venha a realizar. A atualização busca cumprir as orientações nacionais e alinhar a legislação municipal”, destacou o vereador.   Também foi aprovado, em segunda discussão, o Projeto de Lei nº 13/2025, do vereador Fúlvio Saulo (SD), que institui a Política de Fomento ao Turismo Sustentável no município. A proposta busca incentivar práticas turísticas que aliem fortalecimento do setor, preservação ambiental e geração de emprego e renda. “Queremos um turismo forte, mas sustentável, que respeite o meio ambiente e incentive boas práticas de cuidado e limpeza”, afirmou o autor.   Em segunda discussão, os vereadores também apreciaram o Projeto de Lei nº 38/2025, de autoria do vereador Ériko Jácome (PP), que trata da proibição da fabricação, distribuição, comercialização e uso de armas que utilizem bolas de gel no município.   Por fim, foi rejeitada a abertura do processo de cassação do vereador Luciano Nascimento, com 21 votos contrários e 5 favoráveis.       Texto: Phablo GalvãoFotos: Francisco de Assis

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Política26 de nov. de 2025 há 5 meses

Declinou ou arregou? Luciano Nascimento abre mão de integrar Comissão do Caso Brisa

  O vereador Luciano Nascimento surpreendeu geral na sessão desta quarta-feira (26). Ao ter seu nome sorteado para compor a Comissão que vai analisar o novo processo de cassação de Brisa Bracchi (PT), ele não pensou duas vezes:   “Eu declino.”   A justificativa? Suspeição. O problema? Luciano foi eleito para assumir responsabilidades, inclusive as mais espinhosas, e justamente no momento mais simbólico do caso, optou pelo caminho mais confortável.   É importante lembrar: Nascimento foi um dos vereadores mais atacados pela militância petista e pelos blogs de esquerda nos últimos meses. Teria ele reconhecido que não consegue analisar o processo com a isenção que o cargo exige? Ou apenas não quis entrar na linha de tiro?   E fica uma provocação para reflexão dele: se fosse o contrário, será que algum dos vereadores que já votaram pela abertura de processo de cassação dele “declinaria” da Comissão?   Luciano é gente boa, presente nas comunidades e sempre muito ativo nas redes. Mas o eleitor costuma esperar coerência e, principalmente, coragem. Hoje, ficou a dúvida:   Declinou ou arregou?   BLOG DO BAGADA

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Política26 de nov. de 2025 há 5 meses

Vereadora Brisa Bracchi, em ataque de fúria, tenta impedir sessão e agride verbalmente o presidente Eriko Jácome

Durante a sessão ordinária desta quarta-feira (26), a vereadora Brisa Bracchi protagonizou um ataque verbal contra o presidente da Câmara Municipal de Natal, Eriko Jácome, em uma tentativa de pressioná-lo a não realizar a sessão que deu início ao novo processo de cassação envolvendo seu mandato.   Em um claro ataque de fúria, Brisa afirmou que, caso a sessão ocorresse, o presidente seria “o pior da história”. Em seguida, após o presidente relatar o ocorrido, a vereadora pediu direito de resposta e tentou reformular sua fala, alegando que se referia à reação da população de Natal, numa tentativa explícita de constranger, recuar e impedir o andamento natural dos trabalhos legislativos. A vereadora ainda tentou atribuir ao presidente poderes que ele não possui, insinuando que Eriko Jácome poderia intervir politicamente para barrar o processo.   De forma tranquila e firme, o presidente respondeu, deixando claro que não usaria sua posição para manipular, interromper ou interferir em qualquer procedimento legislativo. “Não farei uso da Presidência para manipular processos. Respeito a cadeira e o voto de cada vereador. Sou um vereador como qualquer outro e sempre me sujeitarei ao plenário”, afirmou.   A vereadora Samanda Alves também se manifestou, ao sentar-se ao lado do presidente, insinuando que ele teria influência sobre processos internos, como o de cassação de mandatos. A afirmação foi igualmente rebatida por Eriko, que reforçou que nenhum parlamentar será manipulado e que a Mesa Diretora não aceita ataques pessoais, tentativas de distorção ou qualquer forma de desacato. “Não interfiro e jamais interferirei no voto de nenhum vereador desta Casa. Cada parlamentar está aqui pelo direito que recebeu do povo”, concluiu.

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Política26 de nov. de 2025 há 5 meses

Caso Brisa: Pedro Henrique, que havia votado “sim”, agora votou “não”

Pedro Henrique, que havia votado “sim”, agora votou “não” O voto do vereador Pedro Henrique (PP) pegou muita gente de surpresa na sessão desta quarta-feira. PH decidiu votar contra a abertura do novo processo de cassação de Brisa Bracchi (PT). A pergunta que ficou no ar foi inevitável: o que mudou?Afinal, há poucos dias o próprio Pedro havia votado “sim” no mesmo caso — e, até a semana passada, era tratado nos bastidores como voto certo pela cassação da petista. Mudar de opinião todo mundo pode. Mas uma mudança tão rápida de postura sempre chama atenção.Incoerência ou influência política? Resta saber agora comoo eleitor de PH vai enxergar essa virada. BLOG DO BAGADA

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Política26 de nov. de 2025 há 5 meses

Cassação de Brisa: vereadores aprovam abertura de novo processo

Cassação de Brisa: vereadores aprovam abertura de novo processo A Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta quarta-feira (26), a abertura de mais um processo de cassação contra a vereadora Brisa Bracchi (PT). O placar final foi de 19 votos a favor e 6 contra, com 3 vereadores ausentes — alguns, inclusive, já esperados nessa “coincidência conveniente”. Agora começa tudo outra vez. A partir desta decisão, será formada uma Comissão Especial, que terá até 90 dias para analisar o caso. Durante o sorteio dos três integrantes, a sessão precisou ser suspensa para que um dos vereadores sorteados fosse localizado por telefone. Isso mesmo: ligaram para o vereador no meio da sessão. Fato é que a novela recomeça. E promete novos capítulos. BLOG DO BAGADA

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Política25 de nov. de 2025 há 5 meses

Coerência em pauta: vereadores votarão amanhã abertura de novo processo de cassação de Brisa

Coerência em pauta: vereadores votam amanhã abertura do “novo” processo de cassação de Brisa Vale a pena ver de novo… A novela da cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT) ganha mais um capítulo nesta quarta-feira (26). Os vereadores decidirão se abrem ou não um novo processo, que desta vez exige apenas maioria simples para formar outra comissão e reiniciar tudo de novo. E aí entra o ponto central:os mesmos vereadores que antes votaram pela abertura do processo vão manter a coerência… ou mergulhar na contradição?Afinal, o cenário é praticamente o mesmo e as denúncias também. É uma sinuca de bico. Muitos parlamentares já haviam declarado publicamente voto favorável à cassação no processo anterior. Como justificar uma mudança repentina agora? Como encarar a opinião pública depois de semanas discursando sobre convicção e responsabilidade? E tem mais: já circula nos bastidores que tem vereador preparando “compromissos urgentes”, atestados e até desculpas criativas para evitar aparecer na Câmara e escapar do compromisso. Amanhã será um dia daqueles. BLOG DO BAGADA

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Política25 de nov. de 2025 há 5 meses

Urgente: Generais Heleno e Paulo Sérgio são presos por ordem de Moraes

Homens do Exército levaram, na tarde desta terça-feira (25), os generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio ao Comando Militar do Planalto, em Brasília. Segundo reportagem do UOL, o mandado de prisão já foi expedido, e ambos se dirigiram voluntariamente ao local enquanto aguardam a formalização da decisão de Alexandre de Moraes, do STF.   Instalado na região central da capital federal, o Comando Militar do Planalto (CMP) dispõe de prédios novos e forte esquema de segurança. É nesse espaço que os dois generais deverão cumprir as penas de 21 e 19 anos de prisão, respectivamente, impostas no processo sobre a tentativa de golpe de Estado.   As acomodações, adaptadas para funcionar como celas, são descritas pelos militares como simples, sem qualquer conforto adicional e alinhadas à chamada “conduta espartana”, típica da cultura de disciplina e austeridade do meio castrense.    E mais: Os brasileiros recuperaram R$ 455,68 milhões em dinheiro esquecido no sistema financeiro. Já foram devolvidos R$ 12,22 bilhões a correntistas, embora ainda restem R$ 9,73 bilhões disponíveis para saque. Clique AQUI para ver.   Já o general Walter Braga Netto, condenado a 26 anos pelos crimes de ‘tentativa de golpe, tentativa de abolir violentamente o Estado democrático de direito, dano ao patrimônio da União e deterioração de bem tombado, permanecerá no Rio de Janeiro’. Ele segue preso preventivamente desde dezembro do ano passado, em uma unidade militar da cidade.   A forma de execução da prisão — com dignidade, reserva e respeito à carreira militar — foi tema de uma conversa recente entre Moraes, o comandante do Exército, general Tomás Paiva, e o ministro da Defesa, José Múcio.   Heleno e Paulo Sérgio apresentaram seus últimos recursos na segunda-feira (24). No caso de Braga Netto, que também protocolou seus derradeiros embargos, a avaliação interna é de que ele continuará no Rio de Janeiro, mas, com o trânsito em julgado, poderá iniciar atividades autorizadas dentro do quartel que permitam, por exemplo, redução do tempo de pena.   Ao contrário da Polícia Federal, o Exército informou que não divulgará imagens das celas adaptadas. As dependências são descritas como quartos pequenos, com cama, banheiro, televisão e escrivaninha. Apesar de possuírem janelas, estas deverão permanecer fechadas.   Os militares utilizam o termo “espartano” para caracterizar o ambiente — uma referência ao estilo austero e disciplinado da antiga cidade de Esparta.   O padrão é semelhante ao do espaço ocupado por Braga Netto no Rio. O ex-ministro e ex-candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2022 encontra-se detido no Comando da 1ª Divisão de Exército, na zona oeste carioca. Ele está em um alojamento para oficiais do Estado-Maior, adaptado para funcionar como cela, sem grades, mas com cadeado.   Segundo o Exército, Braga Netto permanece isolado, com direito a banho de sol e banheiros reservados, de acordo com o Estatuto dos Militares.   Aos 78 anos, Augusto Heleno é considerado um oficial “tríplice coroado”, por ter alcançado o primeiro lugar em todas as escolas de formação: a Aman, a Esao (quando se tornou capitão) e a Eceme (onde obteve a patente de coronel).   Já Paulo Sérgio, de 67 anos, protagonizou um feito inédito ao deixar diretamente o comando do Exército para assumir o Ministério da Defesa. Em 2021, Bolsonaro e Braga Netto — então ministro da Defesa — decidiram promovê-lo ao comando da Força, mesmo sendo o quarto nome na lista de antiguidade.     Foto: EBC Fonte: UOL

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