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Brasil20 de jul. de 2025 há 9 meses

Os perseguidos pelo STF: veja a lista que Barroso afirma não existir

Luís Roberto Barroso quer convencer Donald Trump de que tudo vai bem no Brasil. Na carta enviada pelo presidente do STF ao líder americano, o magistrado afirmou que as sanções comerciais contra o Brasil foram “fundadas em uma compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos”. Barroso comparou as manifestações em frente aos quartéis em 2022 à Intentona Comunista de 1935, e classificou ambas como “ameaças institucionais”. Segundo ele, o STF atuou como “um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições democráticas”. Barroso (autor da frase “nós derrotamos o bolsonarismo”) ainda declarou que “no Brasil de hoje, não se persegue ninguém”, e que a justiça é feita “com base em provas e respeitado o contraditório”. Não é verdade. Para refrescar a memória do ministro, listamos os nomes de dez brasileiros perseguidos pelo STF. São exemplos de pessoas punidas por suas opiniões, sentenças desproporcionais e desrespeito ao devido processo legal. Gazeta do Povo

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Brasil20 de jul. de 2025 há 9 meses

Quem são os donos da Cazé TV? Projeto é case promissor aos olhos de investidores

Casimiro Miguel, streamer que dá nome ao CazéTV, canal de YouTube, é o principal nome por trás da transmissão de diversos eventos esportivos importantes na internet. ⁣⁣O projeto foi iniciado em 2022, para a transmissão da Copa do Mundo do Catar. O plano da LiveMode é focado em ligas de futebol, esportes olímpicos e esportes emergentes. Recentemente, a CazéTV superou o pacote da Globo e fechou a transmissão de 100% da Copa do Mundo de 2026, enquanto a emissora terá apenas metade dos jogos.⁣ Estadão

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Brasil20 de jul. de 2025 há 9 meses

Ministro do STF ironiza perda de visto: “Sempre teremos Paris”

Foi com tom de ironia que um dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) comentou o anúncio feito nesta sexta-feira pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, de que os ministros Alexandre de Moraes e outros magistrados da Suprema Corte brasileira teriam os vistos americanos revogados. Ao jornal Valor Econômico, um dos membros do STF – que o jornal não identificou quem seria – enviou uma imagem com os dizeres “sempre teremos Paris”, retirada do filme Casablanca, longa de 1942. Pleno News

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Brasil20 de jul. de 2025 há 9 meses

Segundo aliados, Trump cogita bloquear o GPS no Brasil

A possibilidade de novas sanções do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o governo brasileiro podem gerar o bloqueio de satélites e GPS no Brasil, além do aumento das tarifas de 50% para 100% e a adoção de punições com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). Integrantes do Departamento de Estado americano teriam dito a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que a revogação de vistos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e de outros magistrados da Corte, é apenas o começo e que “o Brasil terá uma longa semana a partir do dia 21”. As informações são do Painel, da Folha de S.Paulo. Trump teria dito que a decisão de Moraes contra Bolsonaro, nesta sexta-feira (18), foi o mesmo que uma declaração de guerra contra ele e os EUA.

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Brasil19 de jul. de 2025 há 9 meses

Moraes restabelece regime fechado para idosas condenadas pelo 8 de janeiro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a prisão em regime fechado da dona de casa Vildete Guardia, de 74 anos, e da professora aposentada Iraci Nagoshi, de 71 anos. Ambas foram condenadas a 11 e 14 anos de cadeia pelo 8 de janeiro, respectivamente. Nos mandados de prisão, Moraes afirmou que houve descumprimento de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Revista Oeste

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Brasil19 de jul. de 2025 há 9 meses

Lista só aumenta: Lewandowski e Pacheco perdem vistos dos Estados Unidos

A lista de “autoridades” brasileiras que perderam os vistos para ingressar nos Estados Unidos só aumenta. Agora, os EUA cancelou também os vistos de entrada de do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A informação foi anunciada nesta sexta-feira (18) pelo secretário de Estado Marco Rubio, aliado do presidente Donald Trump, que afirmou que o governo americano “vai responsabilizar estrangeiros responsáveis pela censura à expressão protegida nos Estados Unidos”. Além desses dois, a medida atinge oito dos onze ministros do Supremo Tribunal Federal, exceto Luiz Fux, Nunes Marques e André Mendonça. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também está na lista de atingidos. Além disso, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o delegado Fábio Schor, que conduz investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, tiveram seus vistos revogados. A decisão foi tomada no mesmo dia em que Moraes determinou restrições a Bolsonaro, como uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno, proibição de contato com diplomatas e redes sociais. Confira a lista de quem perdeu o visto: Alexandre de MoraesLuís Roberto BarrosoGilmar MendesEdson FachinCármen LúciaDias ToffoliCristiano ZaninFlávio DinoPaulo GonetAndrei RodriguesFábio SchorRicardo LewandowskiRodrigo Pacheco

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Brasil19 de jul. de 2025 há 9 meses

Editorial da Gazeta: O Brasil Precisa de Líderes, Não de Heróis de Toga

Muito bom o editorial do jornal curitibano Gazeta do Povo, neste sábado (19), sobre o atual cenário político do Brasil. Faz duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente ao ministro Alexandre de Moraes, por conta da operação deflagrada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Para o jornal, a ação extrapola os limites da atuação judicial e agrava a tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos. “Há muito o Supremo Tribunal Federal deixou de ser apenas uma corte constitucional. […] A toga converteu-se em instrumento de protagonismo político, e a prudência – virtude que deveria ser regra nas cortes superiores – cedeu lugar à compulsão por interferência”. O editorial afirma que a justificativa da operação, baseada em tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, cria um precedente perigoso e interfere de maneira imprudente nas relações entre Estados, algo que não caberia ao Judiciário. “A atuação política, travestida de exercício de altanaria institucional, interfere no jogo diplomático da maneira mais imprudente possível”. O texto ainda menciona o agravamento da crise comercial: no último dia 9, o presidente norte-americano Donald Trump anunciou tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, alegando degradação das liberdades civis no Brasil e citando diretamente ordens de censura do STF a empresas de tecnologia dos EUA e a situação de Bolsonaro, que chamou de “caça às bruxas”. O jornal critica tanto os excessos do STF quanto a resposta do governo brasileiro, que teria optado por um “confronto vaidoso” em vez de buscar soluções diplomáticas e sensatas. “O Brasil não precisa de heróis de toga nem de salvadores da pátria. Precisa, com urgência, de lideranças com responsabilidade, moderação, abertas ao diálogo – e com um patriotismo verdadeiro.” BzNoticias

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Brasil18 de jul. de 2025 há 9 meses

Moacir Júnior emite nota após demissão do América: “Surpresa e decepção”

O América oficializou, na manhã desta sexta-feira (18), a saída do técnico Moacir Júnior do comando da equipe. A decisão foi tomada na noite anterior, após reunião entre o treinador e a diretoria do clube. A saída, no entanto, não foi nada tranquila. Em nota divulgada por sua assessoria, Moacir expressou surpresa, decepção e criticou duramente a forma como a demissão foi conduzida pela gestão da SAF americana. No texto, Moacir afirma que deixa o clube com a consciência tranquila por ter entregado resultados e superado adversidades. Ele destacou os dois títulos estaduais conquistados à frente do América, em 2019 e 2025, e a classificação da equipe para a segunda fase da Série D, mesmo diante de limitações no elenco e dificuldades para contratações. O técnico também revelou que houve negociações com outro nome para assumir o clube antes mesmo que sua saída fosse oficializada, algo que classificou como “pouco transparente”. Ainda segundo ele, o CEO do clube, Vitor Arteiro, tentou evitar a demissão, mas a decisão foi imposta pela cúpula da SAF. Com a saída de Moacir, o América busca agora um novo nome para comandar a equipe na sequência da Série D, onde ainda luta pelo acesso à Terceira Divisão nacional. Confira a nota oficial divulgada por Moacir Júnior: NOTA OFICIAL – MOACIR JÚNIOR O técnico Moacir Júnior recebeu com surpresa e profunda decepção a notícia de seu desligamento do comando técnico do América Futebol Clube. Moacir Júnior encerra sua passagem no América com a consciência tranquila de quem entregou resultados e história. Bicampeão potiguar — com títulos em 2019 e agora em 2025 —, o treinador também garantiu a classificação da equipe para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D, mesmo diante de inúmeras adversidades no que tange as contratações. Em todos os momentos, esteve aberto ao diálogo e se dispôs a se adaptar aos processos internos impostos pela SAF, priorizando o clube e sua torcida. É lamentável que uma gestão que se apresenta como símbolo de profissionalismo tenha conduzido sua saída de forma pouco transparente, abrindo negociação com outro treinador sem definir a saída de Moacir Júnior. Importante ressaltar que o CEO do América, Vitor Arteiro, em reunião com o treinador na noite de ontem, demonstrou total empenho e esforço em manter Moacir no cargo, mesmo diante da pressão exercida pela SAF. Arteiro, de forma íntegra, tentou até o fim reverter a decisão imposta de cima para baixo, e merece o devido reconhecimento por sua postura correta e profissional. Moacir Júnior deixa o América de cabeça erguida, agradecendo de coração à torcida rubra pelo apoio e carinho, com a certeza de que entregou tudo e mais um pouco ao clube. Segue sua trajetória com a mesma dignidade e competência que o tornaram um dos grandes treinadores do futebol brasileiro. 96 FM

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Brasil18 de jul. de 2025 há 9 meses

Universidade Federal do Maranhão promove palestra sobre assistência pré-natal voltada para homens trans

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) promoveu uma palestra sobre assistência pré-natal para homens trans, realizada pelo Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET Saúde) no dia 3 de julho, com o objetivo de discutir a importância do acompanhamento pré-natal adequado e humanizado para essa população. O evento, que ocorreu no auditório do Departamento de Enfermagem da universidade, faz parte de uma série de iniciativas do PET Saúde que abordam temas diversos, incluindo aqueles relacionados a agendas de movimentos sociais, como a oficina sobre saúde mental e a live sobre empregabilidade para a população trans preta. A UFMA já desenvolve estudos sobre a inclusão do homem no acompanhamento da gestação desde 2017, e o conceito de pré-natal masculino está alinhado com a Política Nacional de Saúde do Homem, implementada em 2008, além de eventos recentes como o seminário sobre equidade no SUS promovido pela Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão. Babadeira

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Brasil18 de jul. de 2025 há 9 meses

Após operação contra o pai, Flávio pede que Trump suspenda tarifaço

Horas após a operação da Polícia Federal contra Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente, defendeu nesta sexta-feira (18/7) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspensa o tarifaço imposto ao Brasil. Pelas redes sociais, Flávio disse que o “justo” seria Trump suspender a taxa de 50% sobre importações brasileiras e, no lugar disso, aplicar sanções individuais “em quem persegue cidades e empresas americanas”. “O justo seria Donald Trump suspender a taxa de 50% sobre importações brasileiras e meter sanção individual em quem persegue cidadãos e empresas americanas, viola liberdades, usa o cargo público para violar direitos humanos e implodir a democracia de um país para satisfazer seu próprio ego”, escreveu Flávio em sua conta oficial do X. Após a repercussão negativa da mensagem, Flávio apagou a postagem. À coluna o senador explicou que achou melhor apagar, porque o tarifaço é algo que não está no “nosso controle”. “É o tipo da coisa que não tá no nosso controle. O Trump faz o que tá na cabeça dele. Achei melhor tirar”, argumentou Flávio. Bolsonaro foi alvo de mandados de busca e apreensão e de medidas restritivas, como o uso de tornozeleira eletrônica. Elas foram autorizadas pelo ministro do STF Alexandre de Moraes. Metrópoles

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Brasil18 de jul. de 2025 há 9 meses

Bolsonaro nega intenção de fugir do Brasil e chama medidas de “suprema humilhação”

Em entrevista à imprensa nesta sexta-feira (18), o ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou categoricamente que “nunca pensou em sair do Brasil ou ir para embaixada”, respondendo às suspeitas do Ministério Público e da Polícia Federal que motivaram a operação judicial desta manhã. A ação, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, incluiu buscas e apreensões na residência do ex‑presidente, na sede do PL em Brasília e em outros imóveis ligados a ele. Também determinou uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento domiciliar noturno e em fins de semana, além da proibição de acesso a redes sociais, comunicação com diplomatas e com investigados — incluindo seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro. Bolsonaro classificou essas medidas como “uma suprema humilhação”, declarando ainda ser alvo de perseguição política: “Me sinto humilhado… o inquérito do golpe é um inquérito político. Nada de concreto existe ali.”. O que levou à decisão do STF O grupo de medidas cautelares foi motivado por risco de fuga e indícios de tentativa de interferência política internacional, entre os quais levantamento de valores em espécie — cerca de US$ 14 mil — e um pendrive, encontrados em sua casa. Segundo decisão do relator Alexandre de Moraes, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro teriam atuado, nos últimos meses, para pressionar autoridades brasileiras com apoio de influências externas, em especial dos Estados Unidos, com possíveis “coações no curso do processo”. Contexto político e judicial Bolsonaro é alvo de um inquérito no STF por suposto envolvimento em uma trama golpista para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva em janeiro de 2023. A denúncia da Procuradoria-Geral da República aponta cinco crimes, incluindo tentativa de golpe de Estado, com pena total que pode chegar a 40 anos de prisão. Na mesma data, o ex-presidente recebeu apoio público do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que qualificou o processo como uma “caça às bruxas” e ameaçou impor tarifas de 50% sobre produtos brasileiros caso o julgamento não fosse paralisado. A carta de Trump ao STF intensificou as tensões diplomáticas entre Brasília e Washington. Repercussões e próximos passos A defesa de Bolsonaro declarou que recebeu as medidas com “surpresa e indignação”, e destacou que o ex‑presidente sempre cumpriu decisões judiciais, apesar de considerar as restrições severas. A Polícia Federal, por sua vez, executou hoje mandados de busca e instalação de tornozeleira, confirmando também o recolhimento domiciliar e as proibições de comunicação impostas pelo STF . Na comunidade jurídica, o caso segue repercutindo fortemente, pois envolve questões sensíveis de segurança nacional, cooperação diplomática e respeito ao Judiciário. A próxima fase do processo deverá incluir novas diligências, perícias sobre os materiais apreendidos e audiências no plenário do Supremo. Blog do Magão

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Brasil18 de jul. de 2025 há 9 meses

“Ditadura escancarada”: oposição critica medidas impostas por Moraes contra Bolsonaro

A imposição de medidas cautelares ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), incluindo o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de acesso a redes sociais, gerou uma repercussão imediata e intensa entre parlamentares da oposição nesta sexta-feira (18). A Gazeta do Povo. A busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF) na residência de Bolsonaro e no escritório do Partido Liberal (PL) foi vista por seus aliados como um ato de “perseguição política” e “humilhação”, desencadeando uma série de manifestações de indignação e revolta. As medidas determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), são amplas, incluíndo a proibição de manter contato com seu filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA, e também não pode se comunicar ou aproximar de embaixadores, diplomatas estrangeiros ou embaixadas. Primeiras reações As postagens no X rapidamente ecoaram a insatisfação. O senador Jorge Seif Junior (PL-SC) afirmou que as ações contra Bolsonaro confirmam a alegação de Donald Trump de que um “regime” estaria perseguindo o ex-presidente no Brasil. Seif questionou a motivação da operação da PF, apontando para uma ação do PT sob relatoria de Moraes e com parecer da PGR, visando proibir o uso de redes sociais, acesso a embaixadas e impor a tornozeleira. A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) classificou a medida como uma “demonstração de força contra o líder de oposição”, sugerindo uma “coincidência” com o pronunciamento de Lula e reforçando a ideia de que “SOMOS TODOS BOLSONARO” se tornou uma frase ainda mais relevante. Deputada considera ação contra Bolsonaro de inacreditável A deputada Carol De Toni (PL-SC) considerou “inacreditável” que, após as declarações de Trump sobre as sanções ao Brasil, a perseguição a Bolsonaro e sua família se tornasse “ainda mais implacável”. Para ela, isso “só confirma o estado de exceção que estamos vivendo”. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) pontuou que a imposição da tornozeleira ocorreu “sem crime, sem condenação, sem prova”, identificando o “delito” de Bolsonaro como “enfrentar o sistema”. Cavalcante listou as proibições – como o uso de redes sociais, sair de casa à noite, falar com embaixadores e conversar com aliados – e classificou-as como “censura”, uma “tentativa desesperada de calar quem ainda representa milhões”. Ele contrastou a situação de Bolsonaro, “vigiado como bandido”, com “corruptos que são soltos”. Oposição diz Bolsonaro está sendo tratado como criminoso Outros parlamentares reforçaram o coro nas redes sociais. O vice-líder da oposição, deputado Sanderson (PL-RS), considerou as medidas uma “tentativa descarada de humilhar” o maior líder político do país, afirmando que “há um sistema disposto a tudo para calar quem representa milhões de brasileiros”. Rodolfo Nogueira (PL-MS) descreveu a situação como uma “vergonha para o Brasil”, argumentando que Bolsonaro está sendo tratado como um “criminoso perigoso”, enquanto “corruptos e delinquentes são soltos e aplaudidos”, caracterizando uma “caça às bruxas” promovida por um Judiciário que, segundo ele, “perdeu completamente os limites”. Para o deputado Coronel Tadeu (PL-SP), as ações contra Bolsonaro são “desumanas e ilegais”, violando seus direitos fundamentais, e o Judiciário se transformou em um “instrumento de vingança política”. Alerta de ruptura institucional O deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) alertou para um “momento crítico de ruptura institucional”, afirmando que “Impor tornozeleira, censura e toque de recolher a um ex-presidente sem condenação é ditadura escancarada”. Por fim, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE) fez um apelo urgente para que o Congresso Nacional “reaja e ponha fim a esse ciclo de autoritarismo”, classificando as perseguições como uma “vergonha internacional” e a decisão de Moraes como “humilhante, arbitrária e totalmente desprovida de base legal”.

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