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Brasil12 de jun. de 2023 há 2 anos

Polícia apreende jóias avaliadas em R$ 20 mil e drogas durante operação no RN

Policiais civis da 76ª Delegacia de Polícia (DP de Alexandria), com apoio do Grupo Tático Operacional (GTO) da Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN), apreenderam jóias avaliadas em R$ 20 mil, além de drogas e outros itens, durante a operação “Sem Estresse”, deflagrada para combate ao tráfico de drogas. A ação ocorreu neste sábado (10) na cidade de Alexandria, localizada na região Oeste do RN. Três suspeitos foram presos.   De acordo com a Polícia Civil, as prisões ocorreram no bairro Cascalho. As investigações apontavam que carregamento de drogas seria entregue no fim de semana para ser vendido nos dias seguintes. No local, durante a ação da polícia, foram presos e autuados em flagrante um homem de, 41 anos, uma mulher de 60 anos, além de outro homem de 29 anos. Eles responderão por tráfico de drogas, associação para o tráfico, por porte ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro.   Ao todo, foram encontrados e apreendidos: cerca de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em dinheiro, mais de mil pedras de “crack”, 436 porções de cocaína, uma arma de fogo municiada e uma máquina de cartão de crédito. Além disso, foram apreendidas joias diversas, avaliadas em R$ 20.000,00 (vinte mil reais) e compradas com o dinheiro oriundo do tráfico de drogas.    

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Brasil12 de jun. de 2023 há 2 anos

“CRIANÇAS TRANS EXISTEM”! POLÊMICA NA PARADA LGBT+.

“CRIANÇAS TRANS EXISTEM” No último domingo, 11/06, aconteceu a 27ª edição da Parada LGBT+ em São Paulo. Milhares e milhares de pessoas prestigiaram e outras milhares criticaram veementemente. O motivo? A novidade da criação de um bloco infantil entitulado de “Crianças Trans Existem”. Com direito a estandarte e apoio dos pais, crianças desfilaram defendendo essa causa e empunhando a bandeira LGBT+. De acordo com as imagens, muitas delas aparentam ter entre 6 a 8 anos de idade, o que gerou muita revolta nas redes sociais. Alguns políticos usaram as contas para protestar. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG) postou uma imagem e questionou “porque eles querem tanto a audiência das crianças?”. É realmente preocupante ter a participação de crianças em um evento como esse, aonde as cenas muitas vezes extrapolam os limites do bom senso e geram desconforto até em adultos. Muitos homens e mulheres seminus, encenações pornográficas, imagens religiosas sendo ridicularizadas. Em uma das “performances” dois homens usam uma cruz para dançar e fazer poledance. A revolta pode ser vista nas redes, seja de anônimos, especialistas, políticos ou famosos. “Não existe crianças trans! A neurociência comprova que o cérebro da criança tem uma grande plasticidade, ou seja, está sempre aprendendo e é sensível a modificações, sendo prejudicial impor uma postura que poderá engessa-la pelo resto de sua vida”, escreveu o perfil Wallace Oliveira. O fato é que o tal bloco dividiu opiniões e gerou muita polêmica. A existência de pessoas trans é um fato e elas devem ser respeitadas. Mas o estímulo precoce de crianças a esse sexualismo é preocupante. O Conselho Tutelar não só pode como deveria agir. Governadores e prefeitos devem impor limites antes de apoiar e patrocinar eventos desse tipo. Precisamos preservar as nossas crianças, ensinando-as a respeitar todos, mas sem a necessidade de expor a esse tipo de situação.

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Brasil8 de jun. de 2023 há 2 anos

IBGE: uma em cada cinco pessoas entre 15 e 29 anos não estuda nem trabalha

Dos 49 milhões de brasileiros na faixa dos 15 aos 29 anos em todo o País, 20% não estudam nem trabalham –percentual um pouco menor do que o de 2019, que era 22,4%, mas, ainda assim, considerado muito alto.   Essa é a chamada geração nem-nem: nem estuda nem trabalha. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) – Educação, 2022, divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   Ainda nesta faixa etária (15 aos 29 anos), 15,7% dos jovens estavam ocupados e estudando, 25,2% estudavam, mas não trabalhavam e 39,1% estavam ocupados e não estudavam.   Quando questionados sobre o principal motivo de terem abandonado ou nunca frequentado a escola, esses jovens apontaram a necessidade de trabalhar como fator prioritário (40,2%), ainda que nem sempre consigam emprego. A gravidez (22,4%) e a necessidade de realizar tarefas domésticas ou cuidar de outras pessoas (10,3%) foram razões que também apareceram com frequência entre as mulheres.    

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Brasil7 de jun. de 2023 há 2 anos

Mais da metade das pessoas que não sabem ler e escrever vivem no Nordeste, diz IBGE

A taxa de analfabetismo recuou de 2019 para 2022 e atingiu a menor taxa da série histórica, iniciada em 2016. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Educação, divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (7).   O analfabetismo, porém, continua alto entre idosos, pretos e pardos no Nordeste, que tem a taxa mais alta entre as regiões do país.   Entre os 9,6 milhões de pessoas que não sabiam ler e escrever, 5,3 milhões viviam no Nordeste: 55,3% do total. Desse número, a maioria tinha 60 anos ou mais.   Já entre pessoas de 15 anos ou mais, o porcentual caiu de 6,1% para 5,6%. A redução foi de pouco mais de 490 mil analfabetos. A região Sudeste tem a taxa mais baixa, especialmente no grupo de idosos.   Taxa de analfabetismo do Nordeste é quatro vezes maior que a do Sudeste A taxa de analfabetismo para as pessoas de 15 anos ou mais também reflete desigualdades regionais: o Nordeste tem a taxa mais alta (11,7%) e o Sudeste, a mais baixa (2,9%). No grupo dos idosos (60 anos ou mais) a diferença é maior: 32,5% para o Nordeste e 8,8% para o Sudeste.   “A taxa de analfabetismo é uma das metas do atual Plano Nacional de Educação (PNE), que tem vigência até 2024. Um dos itens seria a redução da taxa da população de 15 anos ou mais para 6,5% em 2015 e a erradicação em 2024. A meta intermediária foi alcançada em 2017 na média Brasil, porém, no Nordeste e para a população preta ou parda, ainda não foi alcançada”, ressalta a coordenadora.   Essa é a primeira divulgação da pesquisa após a pandemia. Em 2020 e 2021 ela foi suspensa em razão da pandemia de Covid-19.   Band    

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Brasil6 de jun. de 2023 há 2 anos

Dívidas de até R$ 5 mil poderão ser parceladas em 60 meses

O governo federal publicou no Diário Oficial da União desta terça-feira (6) medida provisória que lança o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes, o chamado Desenrola Brasil.   Primeira das três etapas de execução do programa, a publicação da MP nº 1.176 produz efeitos jurídicos imediatos. A sua plena efetivação, no entanto, dependerá de aprovação do Congresso Nacional. A Câmara dos Deputados e o Senado têm até 120 dias para apreciar o texto e votar a admissibilidade da conversão da MP em lei.   A expectativa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é que a iniciativa esteja em vigor em julho, permitindo a adesão de credores e devedores e a renegociação de dívidas. “Tem uma série de providências burocráticas a serem tomadas até abertura do sistema dos credores”, disse o ministro nessa segunda-feira (5).   Segundo o Ministério da Fazenda, o objetivo da medida é combater a inadimplência no país e ajudar os brasileiros endividados a pagar suas dívidas. A mais recente pesquisa sobre o endividamento – realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (Cndl) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) -aponta que, em abril deste ano, 66,08 milhões de brasileiros tinham deixado de pagar alguma conta. Além disso, quatro em cada dez brasileiros estavam negativados, ou seja, tiveram seus nomes incluídos na lista de inadimplentes elaboradas por um dos órgãos de proteção ao crédito, como o SPC e a Serasa.   Agência Brasil

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Brasil2 de jun. de 2023 há 2 anos

Disque 100 tem 47 mil denúncias de violência contra pessoas idosas

Nos primeiros cinco meses de 2023, o Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), recebeu mais de 47 mil denúncias de violência cometida contra pessoas idosas, que apontam para cerca de 282 mil violações de direitos como violência física, psicológica, negligência e exploração financeira ou material. Cada denúncia pode ter mais de um tipo de violação de direitos. O número de violações de direitos humanos é 87% maior em relação ao mesmo período de 2022. De janeiro a maio de 2022, mais de 150 mil violações foram anotadas, a partir de mais de 30 mil denúncias. Os números são da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 a parcela da população brasileira com 60 anos ou mais de idade era de 14,7% do total. Em números absolutos, são aproximadamente 31,2 milhões de pessoas. Agência Brasil

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