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Brasil28 de out. de 2025 há 6 meses

Brasil desperdiça água suficiente para encher três bilhões de piscinas olímpicas por ano

Um levantamento do Instituto Trata Brasil mostra que o país perde, em média, 40,3% da água tratada antes que ela chegue às torneiras, o equivalente a 7,257 bilhões de metros cúbicos em 2023 — quase três bilhões de piscinas olímpicas cheias. O desperdício ocorre principalmente por vazamentos (60%) e, em menor parte, por furtos e erros de medição, e poderia suprir toda a demanda adicional projetada até 2050 sem aumentar a captação em mananciais já pressionados. O estudo alerta que, diante do crescimento populacional e do aumento do consumo residencial previsto em 59,3% até 2050, será necessário reduzir drasticamente as perdas para evitar racionamento. O novo Marco do Saneamento prevê limitar essas perdas a 25% até 2033, o que representaria uma economia significativa de água tratada. Municípios como Campinas e Goiânia se destacam na gestão eficiente, conseguindo expandir a oferta sem sobrecarregar os rios. Mudanças climáticas agravam ainda mais o problema: cada grau Celsius a mais na temperatura máxima eleva o consumo em 24,9%, e a previsão de aumento de até 1ºC na máxima até 2050 adiciona 2,1 bilhões de metros cúbicos à demanda anual. A tendência de secas e ondas de calor também reduz a disponibilidade hídrica, podendo restringir em média 3,4% o volume anual disponível para distribuição. Com esse cenário, o risco de racionamento se torna real: a média nacional pode alcançar cerca de 12 dias sem água por ano, enquanto regiões com menor precipitação, como partes do Nordeste e Centro-Oeste, podem enfrentar mais de 30 dias de interrupção. Especialistas reforçam a urgência de uma gestão hídrica eficiente para mitigar os impactos da escassez e das mudanças climáticas. Com informações do O Globo

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Brasil28 de out. de 2025 há 6 meses

Quando deixar o governo, Fátima terá um adversário duríssimo

Falta pouco para Fátima Bezerra deixar o governo e ter que enfrentar o adversário mais duro da sua carreira política: a realidade! É isso que a coveira do RN terá de enfrentar quando deixar o poder para encarar uma campanha política. Vai sentir na pele o rastro de destruição deixado pelo seu governo. Sobrará para Walter Alves ser cobrado pelo calote a fornecedores, a falta de obras, o rombo nas contas e a necessidade de inventar desculpas para livrar Fátima da culpa pública. A coveira do RN não deixará saudades e nós, que queremos o bem do nosso Estado, temos uma missão: aposentar Fátima Bezerra politicamente. Blog Gustavo Negreiros

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Brasil28 de out. de 2025 há 6 meses

Sócio de ministro da Secom recebeu R$ 12 milhões de estatais para prestar serviços sob governo Lula

A empresa de um sócio do ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, recebeu R$ 12 milhões da execução de contratos de publicidade de duas estatais do governo Lula nos últimos dois anos, a Caixa Econômica Federal e a Embratur. ⁣⁣Procurado, o ministro disse que não interferiu em favor das contratações e que se afastou da gestão de suas empresas após assumir o cargo público.⁣ Estadão

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Brasil28 de out. de 2025 há 6 meses

PESSOAS INTELIGENTES SE IRRITAM MAIS RÁPIDO — E A CIÊNCIA EXPLICA O PORQUÊ

Já percebeu que pessoas muito inteligentes parecem perder a paciência com mais facilidade? Isso não é acaso — é biologia e percepção. Pesquisas em neuropsicologia mostram que cérebros com maior atividade cognitiva e níveis mais altos de consciência situacional processam informações em velocidade muito maior do que a média.⚡ O resultado? Uma sensibilidade maior a ruídos, incoerências, injustiças e comportamentos ilógicos. 💬 “Eles percebem o erro antes dos outros, e isso naturalmente causa frustração”, explica o psicólogo Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional. Estudos publicados na Personality and Individual Differences Journal também sugerem que pessoas com QI acima da média apresentam maior reatividade emocional, especialmente em contextos de desrespeito, lentidão ou falhas de comunicação. Mas há um ponto interessante: embora sintam irritação com mais frequência, indivíduos de alto QI costumam desenvolver mecanismos de autocontrole mais eficazes, transformando a raiva em foco, ironia ou produtividade. 🧠 Ou seja — não é que se irritem “por tudo”, mas sim por enxergarem além do óbvio.A inteligência amplifica a percepção… e às vezes, perceber demais é um fardo. Jornal Opinião 

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Brasil27 de out. de 2025 há 6 meses

Lula 80 anos: deixe a sua mensagem para o aniversariante

Lula 80 anos: que mensagem você deixaria para o aniversariante? Nesta segunda (27) o presidente Luís Inácio comemora 80 anos de vida. Ele afirmou que quer viver até os 120. Quem mensagem você deixaria para o aniversariante de hoje? BLOG DO BAGADA

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Brasil27 de out. de 2025 há 6 meses

Cientistas revelam que o TikTok está alterando o cérebro das pessoas e matando a capacidade de atenção

Em 2024, a Oxford University Press escolheu “brain rot” (deterioração cerebral) como a Palavra do Ano, termo popularizado pela Geração Z para descrever a névoa mental e o declínio cognitivo causados pela rolagem infinita populares em aplicativos como o TikTok. Pesquisadores alertam que esse hábito está modificando o funcionamento do cérebro, reduzindo foco, enfraquecendo a memória e prejudicando decisões. Um estudo publicado na revista NeuroImage analisou os impactos psicológicos e neurológicos do vício em vídeos curtos por meio de exames cerebrais, análises comportamentais e modelos computacionais de decisão. A primeira consequência observada foi a redução da sensibilidade às consequências reais. Usuários com maior dependência apresentaram menor atividade no pré-cúneo, área responsável por avaliar riscos e refletir sobre resultados. Com isso, a aversão à perda diminui e decisões impulsivas se tornam mais frequentes. O segundo efeito foi a desaceleração no processamento de informações. O estudo usou o Modelo de Difusão de Deriva para medir a velocidade cognitiva e descobriu que pessoas viciadas em vídeos curtos processam dados mais lentamente. Isso leva à névoa mental, dificuldade de concentração e fadiga, dificultando até tarefas simples do dia a dia. Misterio do Mundo

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Brasil26 de out. de 2025 há 6 meses

Depois dos 50 anos é preciso tomar a vacina contra o herpes-zóster

O herpes-zóster, também conhecido como “cobreiro”, é causado pelo mesmo vírus da catapora e pode provocar dores intensas e lesões na pele, principalmente em pessoas acima dos 50 anos. A vacina é a melhor forma de prevenção, mas atualmente só está disponível na rede particular e custa caro. A boa notícia é que há um projeto de lei que propõe que a vacina seja oferecida gratuitamente pelo SUS e o ministro da Saúde já sinalizou prioridade para isso!  Portal Raizes 

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Brasil26 de out. de 2025 há 6 meses

SENADO DOBRA GASTO COM ALUGUEL DE CARROS E PASSA A USAR SUVS COM TETO SOLAR

O Senado Federal mais que dobrou o valor gasto com aluguel de veículos oficiais, ao firmar um novo contrato de R$ 796,5 mil mensais para o uso de 79 SUVs de luxo com teto solar e uma minivan adaptada para pessoa com deficiência. No contrato anterior, o custo era de R$ 377,8 mil por mês. Segundo a Casa, a escolha por modelos maiores e mais robustos foi motivada por questões de “segurança institucional”. Em nota, o Senado afirmou que os SUVs “dificultam a visualização do interior e proporcionam maior capacidade de resposta em eventual necessidade de manobra evasiva”. O novo contrato prevê o uso de carros Chevrolet Equinox Activ Turbo 177cv 2025 ou Equinox RS Turbo 177cv 2025, além de uma minivan T8 da JAC Motors. O acordo anterior incluía Toyota Corolla, Nissan Sentra ou similar, e uma minivan Kia Carnival ou similar. Apesar de o teto solar não constar na lista original de exigências, o item foi incluído no pacote final. JP News

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Brasil26 de out. de 2025 há 6 meses

LULA E JANJA ESCOLHEM IATE DE LUXO PARA COP3O, IGNORANDO SUSTENTABILIDADE E NAVIO DA MARINHA

A decisão de hospedar o presidente Lula e a primeira-dama Janja em um iate de luxo durante a COP30, um evento voltado para a sustentabilidade e a preservação ambiental, é um contrassenso que beira o escárnio. Enquanto líderes mundiais discutem soluções para a crise climática, a escolha por um “barco privado” — garantido por um ministro e um empresário com interesses políticos — sinaliza uma desconexão gritante entre o discurso ambientalista e as ações do governo. Iates de luxo, notórios pelo alto consumo de combustíveis fósseis, como o diesel, estão longe de representar práticas sustentáveis, o que compromete a credibilidade do Brasil como anfitrião de um evento que deveria ser exemplo de compromisso ecológico. Além disso, a rejeição de um navio da Marinha, que seria uma opção mais austera e alinhada com o espírito de responsabilidade pública, reforça a percepção de privilégio e elitismo. Lula, que prometeu uma COP30 sem “luxos”, parece ignorar o simbolismo negativo de se hospedar em um iate enquanto a população brasileira enfrenta desafios econômicos e ambientais. Essa escolha não apenas alimenta críticas sobre incoerência, mas também dá munição a opositores que questionam a seriedade do governo em liderar pelo exemplo em um momento crucial para o meio ambiente global. 360 Diário 

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Brasil26 de out. de 2025 há 6 meses

Dr. Ever, o médico sertanejo, lança a música “CONVENIÊNCIA”com participação de Mariana Fagundes

Nesta quinta-feira (23), o cantor Dr. Ever lança sua nova música, “Conveniência”, em parceria com a cantora Mariana Fagundes. A canção é assinada pelos compositores Kenyo Alves, Tom Baratella, Alvino Lucas e Everton Matos, e traz uma reflexão sensível sobre o fim de um relacionamento vivido com maturidade e desapego. A faixa aborda a dor de encerrar um ciclo, mas preservando a dignidade e o respeito mútuo. Com versos que equilibram vulnerabilidade e razão, a letra emociona pela sinceridade e entrega de seus intérpretes. “Embora a história não tenha surgido de uma vivência minha ou da Mariana, ela representa um sentimento comum a muitas pessoas. Eu gosto dessa pluralidade”, comenta Dr. Ever. A produção musical ficou por conta de Fábio Venâncio Miranda, que também assinou os arranjos da faixa. A gravação aconteceu em Goiânia, no bar Deck Mambô, cenário que conferiu um clima intimista e especial ao projeto. Para Dr. Ever, o lançamento representa um momento de grande alegria, especialmente pela concretização dessa parceria tão desejada com Mariana Fagundes. Além de marcar uma colaboração importante, “Conveniência” simboliza também uma fase de fortalecimento na carreira do artista, que concilia a medicina com a música. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais e no YouTube. O cantor promete ainda mais novidades em breve, em uma fase criativa repleta de realizações e boas surpresas para o público. ⸻ Sobre Dr. Ever Everaldo Rodrigues, conhecido artisticamente como Dr. Ever, é um artista multifacetado que conquistou o público tanto como médico quanto como cantor. Sua relação com a música começou aos 14 anos, quando participou de eventos escolares como gincanas, saraus e tertúlias. Durante dois anos, integrou o grupo de axé Cantaré, experiência que ampliou seus horizontes artísticos. Posteriormente, encontrou na carreira solo sua verdadeira expressão, explorando gêneros como samba, bolero e música clássica, consolidando-se como um intérprete versátil e autêntico.

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Brasil25 de out. de 2025 há 6 meses

Lula 3: consumo de arroz e feijão diminui e atinge menores índices desde os anos 1960

O arroz com feijão — símbolo da mesa brasileira — está virando artigo de luxo. Segundo dados recentes da Embrapa, o consumo médio anual por pessoa caiu para 34 kg de arroz e apenas 14 kg de feijão. É o menor índice desde a década de 1960. O que antes era a base da alimentação popular, agora sofre o reflexo de um país que produz muito, mas não garante o básico ao seu povo. E no meio disso tudo, surge o que muitos chamam de “efeito Lula”: um contraste gritante entre o discurso de fartura e a realidade de escassez que bate à porta das famílias. A conta não fecha Enquanto o governo celebra superávits, recordes de safra e dados macroeconômicos “animadores”, o prato do brasileiro continua cada vez mais vazio. Não é só o feijão que sumiu — é o poder de compra, a estabilidade e a sensação de segurança alimentar que estão indo embora. Nos últimos anos, a inflação dos alimentos tem corroído o bolso de quem ganha salário mínimo. A classe média improvisa, e as famílias mais pobres substituem o feijão por macarrão instantâneo ou farofa. A pressa da vida moderna ajuda, mas o que mais pesa mesmo é o preço no caixa do supermercado. Do prato ao retrato do país Mesmo em restaurantes e buffets, o “casamento perfeito” de arroz com feijão vai perdendo espaço. É uma metáfora cruel: o Brasil que sempre se orgulhou da sua simplicidade agora paga caro até por ela. Em tempos de slogans otimistas e promessas de prosperidade, o povo sente o contrário na marmita. O “efeito Lula”, neste caso, não é político — é prático: o trabalhador olha para o prato e percebe que o país que dizia “voltou a ser feliz” ainda não chegou à mesa dele. BLOG DO BAGADA

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Brasil24 de out. de 2025 há 6 meses

A fala de Lula que pode provocar um estrago na conversa com Trump

Empoderado pelos erros da direita, Lula parece ter entrado em uma nova fase falastrona. O presidente, que sempre teve vocação para o improviso, agora fala com a confiança de quem olha o outro lado do ringue e vê apenas desorganização. Enquanto a oposição tropeça em brigas internas, o petista avança no discurso — e anuncia, com a naturalidade de quem fala de si mesmo, que será candidato a um quarto mandato. E fala isso na Indonésia. A decisão não surpreende. Lula enxerga um campo sem adversários consistentes e tenta preencher o vácuo político com sua própria voz — a eterna hegemonia que impõe na esquerda. Mas há um risco em acreditar demais no próprio eco. Quando o discurso passa a andar sozinho, sem a cautela da estratégia, o improviso vira armadilha. Foi o que se viu na fala sobre o dólar. Ao criticar a moeda americana como referência do comércio internacional, Lula quis reforçar a retórica da soberania, o velho argumento da autonomia do Sul global diante do poder dos Estados Unidos. O problema é o momento: a declaração veio às vésperas de uma reunião com Donald Trump, cujo governo ameaça impor tarifas que podem afetar diretamente a economia brasileira.O “tarifaço” não é detalhe técnico. É política pura. E economia também. Qualquer tensão comercial com Washington pode encarecer exportações, frear investimentos e comprometer o humor da economia. E, num país que elege olhando o bolso, o efeito disso em 2026 pode ser devastador. A cena é paradoxal. O mesmo Lula que se apresenta como o líder global capaz de dialogar com todos arrisca, por excesso de fala, um encontro decisivo com o homem que hoje dita o rumo da Casa Branca. Trump não é conhecido pela paciência diplomática. Nem pela previbilidade. A química pode azedar antes mesmo do aperto de mãos. Há algo de simbólico nesse contraste. O Lula do terceiro mandato fala menos do que o Lula do primeiro…? Está mais solto, mais seguro — e, por isso mesmo, mais vulnerável. A experiência o protege da ingenuidade, mas talvez o empurre para o excesso de auto-confiança. A questão que fica é se há cálculo ou descuido. Lula fala demais porque quer impor uma narrativa de força? Ou porque, empoderado pelos erros dos outros, começa a acreditar que pode se dar ao luxo de errar também? É estratégia ou escorregão antes da conversa com Trump? Blog do Gustavo Negreiros

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