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Cientistas revelam que o TikTok está alterando o cérebro das pessoas e matando a capacidade de atenção

Em 2024, a Oxford University Press escolheu “brain rot” (deterioração cerebral) como a Palavra do Ano, termo popularizado pela Geração Z para descrever a névoa mental e o declínio cognitivo causados pela rolagem infinita populares em aplicativos como o TikTok. Pesquisadores alertam que esse hábito está modificando o funcionamento do cérebro, reduzindo foco, enfraquecendo a memória e prejudicando decisões. Um estudo publicado na revista NeuroImage analisou os impactos psicológicos e neurológicos do vício em vídeos curtos por meio de exames cerebrais, análises comportamentais e modelos computacionais de decisão. A primeira consequência observada foi a redução da sensibilidade às consequências reais. Usuários com maior dependência apresentaram menor atividade no pré-cúneo, área responsável por avaliar riscos e refletir sobre resultados. Com isso, a aversão à perda diminui e decisões impulsivas se tornam mais frequentes. O segundo efeito foi a desaceleração no processamento de informações. O estudo usou o Modelo de Difusão de Deriva para medir a velocidade cognitiva e descobriu que pessoas viciadas em vídeos curtos processam dados mais lentamente. Isso leva à névoa mental, dificuldade de concentração e fadiga, dificultando até tarefas simples do dia a dia. Misterio do Mundo

Bagadão
Por Bagadão 27 de outubro de 2025
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Cientistas revelam que o TikTok está alterando o cérebro das pessoas e matando a capacidade de atenção

Em 2024, a Oxford University Press escolheu “brain rot” (deterioração cerebral) como a Palavra do Ano, termo popularizado pela Geração Z para descrever a névoa mental e o declínio cognitivo causados pela rolagem infinita populares em aplicativos como o TikTok. Pesquisadores alertam que esse hábito está modificando o funcionamento do cérebro, reduzindo foco, enfraquecendo a memória e prejudicando decisões.

Um estudo publicado na revista NeuroImage analisou os impactos psicológicos e neurológicos do vício em vídeos curtos por meio de exames cerebrais, análises comportamentais e modelos computacionais de decisão.

A primeira consequência observada foi a redução da sensibilidade às consequências reais. Usuários com maior dependência apresentaram menor atividade no pré-cúneo, área responsável por avaliar riscos e refletir sobre resultados. Com isso, a aversão à perda diminui e decisões impulsivas se tornam mais frequentes.

O segundo efeito foi a desaceleração no processamento de informações. O estudo usou o Modelo de Difusão de Deriva para medir a velocidade cognitiva e descobriu que pessoas viciadas em vídeos curtos processam dados mais lentamente. Isso leva à névoa mental, dificuldade de concentração e fadiga, dificultando até tarefas simples do dia a dia.

Misterio do Mundo

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