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Brasil14 de fev. de 2025 há 1 ano

Comitiva de Janja e ministro em Roma tem 12 membros e já custou ao menos R$ 140 mil

A comitiva que acompanha a primeira-dama Janja Lula da Silva, e o ministro do Desenvolvimento Social (MDS), Wellington Dias (PT), em Roma, é formada por pelo menos 12 pessoas. A viagem do grupo já consumiu ao menos R$ 140 mil – o valor vai ser maior, pois ainda não estão disponíveis os valores de diárias pagas a Janja, e nem os gastos com passagens dos outros viajantes, à exceção das duas integrantes do Ministério da Fazenda. Em nota, o Ministério da Fazenda informou que as duas servidoras da pasta que estão em Roma têm cargos na estrutura do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), entidade que promove o evento do qual Janja e Wellington Dias participam. “Assim, trata-se de viagem de rotina no âmbito das atividades da Secretaria de Assuntos Internacionais da Fazenda”, disse a pasta. O Ministério do Desenvolvimento Social disse que prestaria informações posteriormente, e a Presidência da República não respondeu. Além de Wellington Dias e Janja, o grupo é composto pela secretária de Assuntos Internacionais da Fazenda, Tatiana Rosito; uma servidora da Fazenda; três assessores do MDS e quatro nomes da Presidência da República – três dos quais são integrantes do “gabinete informal” de Janja, revelado pelo Estadão. O pagamento mais elevado foi o recebido pela servidora Raquel Porto Mendes Ribeiro, do Ministério da Fazenda: R$ 17.821,85. Ao todo, ela recebeu oito diárias, para participar de vários eventos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA). Um deles foi a reunião do Conselho de Governadores do FIDA, na qual Wellington Dias e Janja discursaram. Assessores de Wellington Dias também receberam diárias. O assessor de imprensa Allisson Bacelar, o assessor internacional Renato Domith Godinho e a gerente de projetos Roberta Aline e Silva Sousa receberam R$ 13,9 mil em diárias, cada um. Da parte de Janja, integram o grupo a assessora de imprensa, Taynara Pretto; o ajudante de ordens Edson Antônio Moura Pinto; o fotógrafo Cláudio Adão dos Santos Souza, o Edinho; e a assessora Julia Camilo Fernandes Silva. Cada um deles recebeu R$ 6.033,63 em diárias. Também está em Roma o assessor-chefe Adjunto da Presidência, Audo Araújo Faleiro. Ele recebeu R$ 10.710,03 em diárias. Em Roma, Janja e Wellington Dias participaram da reunião do Conselho Interino de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, entidade internacional lançada pelo Brasil durante a reunião do G20 no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. Além disso, o grupo também esteve na cerimônia de abertura da 48ª Sessão do Conselho de Governança do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA); e em reuniões bilaterais. Janja se encontrou ainda com o Papa Francisco. Na reunião deste ano do Conselho de Governadores do FIDA, as autoridades presentes discutiram formas de implementar os compromissos da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, grupo multilateral lançado na reunião do G20 no Rio de Janeiro, no fim do ano passado. “Não se trata de fazer o trabalho por esses Estados (que sofrem com a fome), mas sim de dar a eles as condições mínimas, financiamento e conhecimento, para que possam cuidar de suas populações com seus próprios meios. É muito mais barato”, disse Wellington Dias durante o encontro. Janja também discursou na reunião. Como não tem cargo oficial no governo, ela esteve na viagem a convite de Wellington Dias. “Precisamos de esforços coordenados e concretos, com uma abordagem multidisciplinar que considere a diversidade interna e externa aos países. Com governos, instituições financeiras e de conhecimento, e organizações da sociedade civil trabalhando em parceria para multiplicar os impactos dos recursos que diminuem a cada dia”, disse ela. Nesta quarta-feira (12), Janja reuniu-se com o Papa Francisco no Vaticano, cidade-estado pertencente à Igreja Católica e localizada no centro de Roma. “A gente começou o dia abençoada, encontrando o Papa Francisco. Estou muito emocionada, toda vez que encontro com ele é uma grande emoção. Hoje, tivemos uma conversa breve e aproveitei para agradecer pelas orações pela saúde do meu marido, que, graças a Deus, está plenamente restabelecido. O Papa perguntou muito sobre isso”, disse a primeira-dama a respeito do encontro com o ocupante do trono de São Pedro. Como mostrou o Estadão em janeiro, o “gabinete informal” de Janja tem pelo menos 12 integrantes, e já gastou ao menos R$ 1,2 milhão em viagens desde o começo do terceiro mandato de Lula. Desde a publicação da reportagem, o grupo já sofreu mudanças, como a saída da ex-chefe da Secretaria de Estratégia e Redes da Secretaria de Comunicação da Presidência (Seres), Brunna Rosa Alfaia. Estadão

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Brasil14 de fev. de 2025 há 1 ano

Beneficiários do Bolsa Família fizeram transações com rede ligada ao PCC e suspeita de lavagem de dinheiro

Beneficiários do Bolsa Família realizaram dezenas de transações com uma fintech investigada por envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC. Os relatórios financeiros a respeito dessas movimentações foram elaborados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e encaminhados no fim do ano passado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) à Polícia Federal, responsável por investigar o caso. O avanço das apurações deve indicar se há de fato pessoas que recebem indevidamente o auxílio do governo federal e integram uma rede criminosa ou se esses beneficiários foram vítimas de golpes aplicados por clientes da fintech. Um dos recebedores do Bolsa Família identificados no relatório é morador de Maricá (RJ) e acaba de completar 31 anos de idade. Autodeclarado vendedor de comércio varejista e atacadista, o homem recebe R$ 800 por mês do programa de transferência de renda — antes, teve acesso também ao Auxílio Emergencial e ao Auxílio Brasil. Apesar de o programa federal em vigência ser destinado a famílias que recebem até R$ 218 por pessoa, o morador de Maricá ostenta gastos que destoam desse perfil: apenas nos seis meses entre outubro de 2022 e março de 2023, passaram pelas suas contas R$ 345,6 mil. O intenso entra e sai de dinheiro motivou a comunicação ao Coaf, em abril de 2023. Dentre as transações listadas no relatório, ao qual o GLOBO teve acesso, estão o recebimento de 72 transferências via Pix que totalizaram R$ 16.734 de uma conta da fintech 2GO, e o posterior envio de R$ 25.700 para esse mesmo remetente. A mesma conta fez transações com uma empregada doméstica que mora no Recife (PE). Também beneficiária do Bolsa Família, que proporciona a ela R$ 350 mensais, a mulher recebeu 68 Pix que totalizaram R$ 8.295 no período de novembro de 2023 a abril de 2024. Para essa mesma conta, a mulher enviou de volta R$ 6.350 a partir de transações picadas: foram 113 operações. Outra conta da 2GO operou também uma série de transferências via Pix para dois outros beneficiários do Bolsa Família à primeira vista sem conexão entre si: uma auxiliar geral de Contagem (MG), e um professor de Tutoia (MA). A fintech também fez transferências para um taxista de Barra do Piraí (RJ) e para uma autônoma de Aquidauana (MS) — ambos igualmente assistidos pelo programa social do governo. Ao Coaf, os bancos que reportaram as movimentações suspeitas relataram que os clientes apresentaram “perfil incompatível” com o de beneficiários de programas sociais, com “intensa movimentação de recursos, principalmente através de transferências instantâneas”, o que “causou estranheza”. Ao todo, as duas contas da 2GO identificadas no relatório aparecem em transações com 68 pessoas que tiveram atividades reportadas por bancos, cartórios e empresas de crédito ao Coaf no período de novembro de 2022 a outubro do ano passado. Como mostrou o GLOBO, a 2GO Bank foi fundada em 2020 pelo policial civil Cyllas Salerno Elia Júnior, à época lotado no Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), órgão da Polícia Civil paulista responsável por atuar em ações estratégicas contra o crime organizado. A empresa foi alvo de operação da PF em novembro, após investigação indicar que os clientes da fintech a utilizavam para fazer movimentações financeiras anônimas, de difícil rastreabilidade, e encobrir dinheiro de origem criminosa. Em seu acordo de delação premiada com o MP-SP, o empresário Antonio Vinicius Gritzbach afirmou que a 2GO Bank era ligada a Anselmo Becheli Santa Fausta, o “Cara Preta”, e a Rafael Maeda, o “Japa”, ambos integrantes do PCC que foram assassinados na Zona Leste de São Paulo. O próprio Gritzbach veio depois a também ser executado, na saída do Aeroporto de Guarulhos, em novembro do ano passado. O Coaf atua no combate a crimes financeiros como a lavagem de dinheiro e pode ter a colaboração da Receita Federal, responsável por coibir fraudes fiscais. Ambos os órgãos têm a prerrogativa de acionar a Polícia Federal ou o Ministério Público caso se deparem com indícios de crimes. O governo revogou no mês passado uma instrução normativa que pretendia ampliar o escopo da fiscalização da Receita Federal após uma enxurrada de fake news associar a mudança a uma falsa taxação do Pix. Agora, fintechs como a 2GO voltam a ser desobrigadas a reportar movimentações ao órgão, o que diminui os caminhos para as autoridades identificarem irregularidades envolvendo essas empresas. — Os bancos são obrigados a informar movimentações suspeitas ao Coaf, enquanto a Receita recebe informações globais, menos detalhadas, e confronta essas informações com outras bases de dados para identificar possíveis fraudes fiscais. Caso encontre algo, ela chama o contribuinte a se explicar. Se a pessoa não conseguir, abre-se um procedimento interno de fiscalização que pode levar à quebra de sigilo bancário e resultar em um auto de infração. Se houver indício de outros crimes, a Receita pode oficiar os órgãos competentes para investigar — explica o advogado André Felix Ricotta, doutor em direito tributário e sócio da Felix Ricotta Advocacia. Em nota, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), responsável pelo Bolsa Família, informou que faz avaliações para identificar situações de inconsistência de renda de modo “rotineiro” e que iniciou estudos em agosto do ano passado para “aprimorar o procedimento” em 2025. A pasta afirma que o novo Cadastro Único (CadÚnico) entrará em operação em março e garantirá “maior precisão e confiabilidade” das informações, além de ajudar a evitar fraudes. “A medida visa aprimorar a destinação dos recursos e assegurar a focalização do programa, e não gerar economia, uma vez que os benefícios devem ser pagos a todos que atendam aos critérios de elegibilidade”, acrescentou a pasta. A Controladoria-Geral da União (CGU) também faz auditorias para identificar beneficiários incompatíveis e rastrear “sinais exteriores de riqueza”, conforme um auditor explicou ao GLOBO. Procurado para comentar o caso, o órgão informou que não se manifesta sobre fiscalizações “até que estejam finalizadas e permitam que resultados efetivos sejam apresentados”. Em relatório publicado em dezembro, a CGU indicou que a desatualização

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Brasil14 de fev. de 2025 há 1 ano

Elon Musk afirma que governo Biden financiou eleição de Lula contra Bolsonaro em 2022

O empresário Elon Musk afirmou, sem mostrar provas, que os Estados Unidos financiaram a eleição de 2022, que resultou na vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O comentário foi uma resposta a uma publicação do senador republicano Mike Lee, que perguntou se a população americana ficaria incomodada caso o dinheiro norte-americano tivesse contribuído para a derrota do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL). O ex-presidente Jair Bolsonaro publicou em sua conta no X (antigo Twitter) um print de uma reportagem sobre o assunto, mas não comentou. Portal R7

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Brasil13 de fev. de 2025 há 1 ano

Ozempic mostra sinais de que pode reduzir consumo de álcool

O Ozempic, famoso remédio para diabetes GLP-1 da Novo Nordisk, gerou melhoras em alguns parâmetros relacionados a transtornos de consumo de álcool em um pequeno estudo, disseram pesquisadores nesta quarta (12). Os 48 participantes do teste enfrentavam transtornos de consumo de álcool moderadamente graves e receberam, uma vez por semana, o Ozempic ou placebo. Antes do estudo, eles foram convidados a consumir bebidas alcoólicas durante um período de duas horas em um ambiente confortável. Em uma segunda sessão de bebidas ao fim do teste, os participantes que receberam o tratamento com Ozempic consumiram significativamente menos álcool do que na primeira sessão, o que não foi o caso do grupo que recebeu placebo. “Estudos maiores e mais longos em populações mais amplas são necessários”, disse a líder do estudo, Klara Klein, da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Norte, em comunicado. “Mas as primeiras conclusões são promissoras”. InfoMoney

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Lula reduz Bolsa Família em 3.730 cidades que recebiam com Bolsonaro

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vem fazendo uma operação de pente-fino no Bolsa Família. Há agora 1,1 milhão de beneficiários a menos do que quando o petista assumiu.Em janeiro de 2025, havia 20,5 milhões de famílias no programa social. Quando Jair Bolsonaro (PL) deixou o poder, em dezembro de 2022, eram 21,6 milhões. Essas reduções se dão em partes por causa da suspeita de fraudes. Depois de 2 anos no poder, Lula não tem conseguido escoimar de maneira completa os que recebem o Bolsa Família indevidamente. Por exemplo, há 4,1 milhões de pessoas que recebem individualmente o dinheiro —ou seja, não vivem em um núcleo familiar nem ajudam a cuidar de alguém que não tenha como se sustentar. Os cortes na administração petista se deram principalmente no Sudeste (-561.150 famílias) e no Nordeste (-537.321), as duas maiores regiões. Em 3.730 das 5.571 localidades do Brasil, há hoje pelo menos uma família a menos no programa do que havia 2 anos atrás. As reduções se deram em 1.361 cidades do Nordeste, 1.214 do Sudeste, 633 do Sul, 292 do Centro-Oeste e 230 do Norte. Em outras 18 localidades o número de beneficiários ficou igual e em outras 1.823, cresceu. A cidade que teve o maior número de cortes foi o Rio de Janeiro. Deixaram o programa 95.657 famílias na comparação com o fim de 2019. A 2ª cidade mais atingida foi São Paulo, que tem hoje 59.520 beneficiários a menos. BENEFICIÁRIOS EM TODAS AS CIDADES Todas as 5.571 localidades do Brasil (5.569 cidades, além de Brasília e Fernando de Noronha, que não são municípios) têm pelo menos uma pessoa recebendo dinheiro do Bolsa Família. O município com o menor número de beneficiários é São Domingos do Sul (RS), a 233 km de Porto Alegre. Há 8 famílias inscritas no programa social. Em dezembro de 2022, eram 12. Mesmo com poucos beneficiários, houve corte nos últimos 2 anos. A cidade tem 2.754 habitantes. São 236 as cidades que têm menos de 100 pessoas cadastradas no Bolsa Família (eram 213 no fim de 2022). Dessas, 132 têm hoje menos pessoas recebendo dinheiro do Bolsa Família do que quando Bolsonaro deixou o poder. Outras 3 não tiveram variações no número de beneficiários. Em 101, houve aumento. Na tabela abaixo, saiba quantos beneficiários do programa social têm em cada cidade do Brasil (para abrir em outra aba, clique aqui): O Ministério do Desenvolvimento Social declarou que uma “verificação cadastral tem sido realizada de forma rotineira desde 2023” para identificar fraudes e possíveis desvios no programa. Segundo o governo, “estudos estão sendo conduzidos para aprimorar o processo a partir de 2025”. NOVAS MEDIDAS Novas medidas devem entrar em operação, como conferência de renda declarada, atualização dos dados a cada 24 meses e conferência do registro de mortes. “O MDS reforça que conta também com mecanismos de fiscalização e aprimoramento contínuo dos programas sociais. Uma dessas ferramentas é a Rede Federal de Fiscalização do Bolsa Família e do Cadastro Único, criada em junho de 2023. Essa rede tem como objetivo propor medidas para melhorar a qualidade das informações, a fiscalização do CadÚnico e a gestão do PBF, além de prevenir fraudes”, afirma o órgão. O programa se chamou Auxílio Brasil de novembro de 2021 até março de 2023 durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Teve as regras para inscrição de famílias facilitadas durante pandemia –que impossibilitou que alguns cadastros fossem feitos de forma presencial. Houve aumento na concessão de benefícios às vésperas da eleição de 2022. Essa alta de beneficiários no governo anterior se deu em partes pela inclusão de beneficiários unipessoais, sem dependentes. Chegaram a ser 5,9 milhões do total em janeiro de 2023. Agora, são 4,1 milhões nessa situação. MENOS 325 MIL EM 1 MÊS O governo cancelou 325.475 cadastros do programa social de dezembro de 2024 a janeiro de 2025. No último mês, o custo mensal total com o programa foi de R$ 13,8 bilhões. Em dezembro de 2022, foram desembolsados R$ 14,39 bilhões em valores corrigidos pela inflação até janeiro de 2025 (nominalmente, R$ 13,02 bilhões). O benefício médio quando Bolsonaro assumiu o poder era de R$ 186,78. Quando deixou o Planalto, era de R$ 607,14. Houve alta nominal acumulada de 225,1% nos 4 anos do governo do ex-presidente. A inflação no período foi de 27,1%. Com Lula, o auxílio médio teve alta de 10,9%, chegando a R$ 673,62 em janeiro de 2025. A inflação no período de governo do petista foi de 10,5%. Poder 360

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Cliente tenta pagar por serviços sexuais com pacotes de café e causa confusão em cabaré no RN

Um homem causou tumulto em um cabaré de Pau dos Ferros, no Alto Oeste potiguar, ao tentar pagar por serviços sexuais com pacotes de café. Segundo relatos da imprensa local do Rio Grande do Norte, o cliente chegou ao estabelecimento normalmente, mas, no momento da negociação, ofereceu os produtos em vez de dinheiro. O cliente teria argumentado que, devido à alta dos preços no país, o café possuía grande valor e poderia ser usado como moeda de troca pelos serviços. A proposta, no entanto, foi recusada pela administração do cabaré, conhecido como ‘Laboquita’. Iniciou-se um bate-boca e confusão de ambas as partes. A polícia foi acionada, mas a identidade do cliente não foi divulgada pela mídia local. Universo Curioso

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Homem é preso com R$ 350 mil de medicamento para emagrecer; saiba detalhes

Um homem foi detido pela Receita Federal ao voltar do exterior com uma carga de 70 canetas de Mounjaro, com destino à Fortaleza, Ceará, nesta terça-feira (11). De acordo com informações da Receita Federal, a equipe da Divisão de Vigilância e Repressão da Receita Federal realizou a fiscalização e conseguiu indentificar o medicamento utilizado para emagrecer sendo carregado pelo homem. Durante a operação, a técnica de gestão de riscos foi utilizada. Ao examinar o suspeito, os agentes da segurança confirmara a carga que equivalia a R$ 350 mil, foi entregue à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). BNews

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Pesquisa AtlasIntel diz que 58% dos brasileiros tem imagem negativa de Janja; 32%, positiva

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, tem uma imagem negativa para 58% dos brasileiros, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (11). Outros 32% têm imagem positiva da primeira-dama, enquanto 10% não souberam responder. O índice da imagem negativa de Janja cresceu 18 pontos percentuais se comparado ao levantamento anterior, de outubro de 2024. Na ocasião, a percepção de Janja era mais positiva para a população brasileira (48%) do que negativa (40%). O instituto ouviu 3.125 pessoas entre os dias 27 e 31 de janeiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi realizada por meio de recrutamento digital aleatório, em que os entrevistados são recrutados organicamente durante a navegação na internet em territórios geolocalizados. Além de Janja, o levantamento também divulgou dados sobre a imagem das principais autoridades brasileiras, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. CNN Brasil  

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Brasil piora em ranking de corrupção da Transparência Internacional e tem pior nota da série histórica

O Brasil caiu no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2024, medido pela organização Transparência Internacional, e chegou à pior nota e pior colocação da série histórica, que pode ser comparada desde 2012.O relatório lista os países por meio de uma pontuação que vai de 0 a 100. Quanto menor a pontuação, pior é a percepção de corrupção do país. O Brasil recebeu 34 pontos. A média para as Américas é de 42 pontos. Para o mundo, 43 pontos.A Transparência trabalha com treze pesquisas diferentes feitas por doze organizações internacionais que ouvem especialistas e o mercado sobre a percepção que eles têm sobre a corrupção em um país.Em 2024, o Brasil ficou na 107ª posição dentre 180 países. Em 2023, o Brasil recebeu 36 pontos e ocupou a posição 104.A melhor pontuação do Brasil aconteceu em 2012 e se repetiu em 2014, com registro de 43 pontos.Em nota (leia íntegra no fim do texto), a Controladoria-Geral da União disse reforçar seu “compromisso com a transparência e o combate à corrupção” e criticou a metodologia do índice.“Os países que combatem corrupção podem ser penalizados no IPC, uma vez que a exposição de casos e investigações impacta negativamente a percepção sobre o problema. O combate à corrupção não pode ser tratado como um fator negativo para a avaliação de um país”, diz a CGU. Alguns dos pontos que prejudicam a percepção de corrupção no Brasil, segundo a Transparência Internacional, são:Silêncio reiterado do presidente Lula sobre a pauta anticorrupçãoFalta de transparência e condições de controle social adequadas no Novo PACPercepção de crescente ingerência política na PetrobrasReiteradas negativas do Governo a pedidos de acesso a informação sob justificativa questionável de conterem dados pessoais, incluindo casos envolvendo pessoas da alta cúpula do governoPersistência de corrupção no Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) envolvendo o Centrão e desvios de emendas parlamentaresArquivamentos e anulações em série, determinadas pelo STF, de casos de macrocorrupção decorrentes da anulação de provas produzidas pelo acordo de leniência do Grupo Odebrecht.“Não é um índice que olha para apenas para a perspectiva do Executivo, do Judiciário e do Legislativo, é sobre uma situação sistêmica que o índice olha em todo o país”, afirmou o diretor-executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão.“É muito mais relevante nós darmos atenção a série histórica e o fato de estarmos na pontuação mais baixa em toda a série histórica, do que a variação de um ano pro outro. É isso que devemos dar atenção, porque é grave e tem que ser recebido como um grande alarme pela sociedade. Porque precisamos reverter essa trajetória, porque a cada ano que passa, ela fica mais difícil de ser revertida”, completou Brandão. Meio ambienteA Transparência Internacional aponta que redes criminosas operam de forma livre e impune nas Américas.No Brasil, essas redes podem ser percebidas de forma mais evidente no tráfico de vida selvagem, plantas e animais silvestres.Ainda de acordo com o índice, quase 80% dos ativistas climáticos no mundo foram assassinados nas Américas, em especial no Brasil, na Colômbia e no México.Ranking dos paísesO Uruguai foi o país com a maior pontuação nas Américas, com 76 pontos e a 13ª posição no ranking mundial. A Argentina e a Colômbia aparecem próximas do Brasil, com notas 37 e 39, respectivamente.A Dinamarca ficou em primeiro lugar geral, com 90 pontos, assim como em 2023.Países com maior pontuaçãoDinamarca (90 pontos – estável)Finlândia (88 pontos – subiu um ponto)Cingapura (84 pontos – subiu um ponto)Nova Zelândia (83 pontos – caiu um ponto)Luxemburgo (81 pontos – caiu três pontos)Noruega (81 pontos – caiu três pontos)Suíça (81 pontos – caiu um ponto)Países com menor pontuaçãoGuiné Equatorial (13 pontos – caiu quatro pontos)Eritréia (13 pontos – caiu oito pontos)Líbia (13 pontos – caiu cinco pontos)Iêmen (13 pontos – caiu três pontos)Síria (12 pontos – caiu um ponto)Venezuela (10 pontos – caiu três pontos)Somália (9 pontos – caiu dois pontos)Sudão do Sul (8 pontos – caiu cinco pontos) O que diz o governoLeia abaixo a íntegra da nota divulgada pela Controladoria-Geral da União:A Controladoria-Geral da União (CGU) reforça seu compromisso com a transparência e o combate à corrupção. Por isso, alerta para limitações metodológicas do Índice de Percepção da Corrupção (IPC), da Transparência Internacional (TI). O IPC mede percepção, não a ocorrência real de corrupção, e seu próprio relatório recomenda cautela na interpretação dos resultados, especialmente em relação a variações (“sutis” ou “estatisticamente irrelevantes”) da pontuação. Os países que combatem corrupção podem ser penalizados no IPC, uma vez que a exposição de casos e investigações impacta negativamente a percepção sobre o problema. O combate à corrupção não pode ser tratado como um fator negativo para a avaliação de um país. O uso do IPC para embasar debates públicos pode levar a distorções, alimentando narrativas que minam a confiança nas instituições democráticas. O índice se baseia em pesquisas com grupos específicos, como empresários, e não representa a percepção geral da população. Além disso, vários eventos mencionados no relatório como fatores negativos para o Brasil ocorreram após o período de coleta de dados do índice, o que compromete a coerência da análise. Por outro lado, avanços concretos não são devidamente reconhecidos. O Brasil ampliou sua transparência com melhorias no Portal da Transparência, avançou na rastreabilidade de emendas parlamentares e lançou o Plano de Integridade e Combate à Corrupção 2025-2027, com 260 ações estratégicas. Além disso, a CGU bateu recorde de operações contra a corrupção em 2024, totalizando 47 ações.

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Governo Lula quer argumentar com Trump que tarifa sobre aço brasileiro vai prejudicar as indústrias americanas

Um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tornar oficial a aplicação de uma sobretaxa de 25% sobre as importações de aço e alumínio de todos os países, integrantes do governo Luiz Inácio Lula da Silva, em uma avaliação preliminar, acreditam que há pequeno espaço para uma negociação que permita o uso de cotas ou exceções. Por isso, em contatos a serem feitos com autoridades americanas, o Brasil usará como argumento que as exportações brasileiras são, principalmente, de matérias-primas, que ficarão mais caras para as indústrias americanas. O próprio Trump já sinalizou que não concorda com exceções, por considerar que não costumam funcionar. Nesta terça-feira, o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou que o Brasil não entrará em “guerra comercial” por conta das tarifas. Nos bastidores, a informação é que tudo está sobre a mesa em uma negociação com Washington além da criação de cotas que permitiriam ao Brasil vender determinadas quantidades dos produtos sem sobretaxa: a reciprocidade em relação ao aço e ao alumínio americano, a elevação de tarifas sobre uma lista de itens importados dos EUA e, na falta de um acordo, uma ação na Organização Mundial do Comércio (OMC). A expectativa é que, ainda nesta semana, seja elaborada uma estratégia comum do governo brasileiro diante do impasse. Itamaraty e os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços estão envolvidos nessas discussões. Em seu primeiro mandato, o presidente dos EUA decidiu aplicar tarifas adicionais de 25% e 10%, respectivamente, sobre o aço e o alumínio. Contudo, graças à pressão de empresários americanos, o Brasil foi excluído e entrou em um regime de cotas. O governo brasileiro espera que esse posicionamento das indústrias daquele país se repita. Em 2024, os EUA importaram 6 milhões de toneladas de aço do Canadá. O Brasil ficou em segundo lugar, com a venda de 4,1 milhões de toneladas, seguido pelo México, com 3,2 milhões. Jorge Viana, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, disse que é preciso ter calma. — A indústria americana, em algum momento, vai ter que comprar aço de alguém, ou negociando cotas ou com quem tenha menos conflitos. A atividade comercial tem que ser pragmática. É importante ter muita calma nesta hora — afirmou. O Globo

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

Eduardo Bolsonaro é intimado a depor pela PF

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi convocado a prestar depoimento devido a falas proferidas contra o delegado da Polícia Federal Fábio Shor, durante discurso na tribuna da Câmara no ano passado. Em vídeo publicado nas redes sociais nesta segunda-feira (10), o parlamentar criticou a intimação e reiterou as críticas contra o servidor, que conduz investigações envolvendo o ex-presidente Bolsonaro (PL). Eduardo, que é escrivão licenciado da PF, exibiu o documento de intimação no vídeo, confirmando que a medida faz parte de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) aberto pela corporação. No vídeo divulgado, Eduardo dá mais detalhes sobre o que disse na tribuna da Câmara. Eduardo também declarou que estuda a possibilidade de processar Fábio Shor na esfera cível, acusando-o de abuso de autoridade. “Pretendo estudar para ver a possibilidade de processar você, Fabio Shor, na sua pessoa física, porque essa guerra já está virando pessoal, por abuso de autoridade”, disse. Outros dois deputados de direita também enfrentaram consequências por ataques ao mesmo delegado. Marcel Van Hattem (Novo) e Cabo Gilberto Silva (PL-PB) foram indiciados em novembro de 2023 por calúnia e difamação, após criticarem a atuação de Shor no plenário da Câmara. Direita Online

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Brasil12 de fev. de 2025 há 1 ano

O amor é caro: Presidência paga ao menos R$ 24 mil em diárias para Janja levar assessores à Itália

A Presidência da República gastou pelo menos R$ 24 mil para bancar a ida de quatro assessores da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, para Roma. O valor corresponde apenas às diárias pagas a esses auxiliares e não inclui passagens e hospedagens. Janja foi designada pelo presidente Lula (PT) para representar o Brasil numa reunião de governança do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola, que ocorre nos dias 10 a 12 de fevereiro, na capital italiana.

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