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Brasil5 de mar. de 2025 há 1 ano

Líder do PT quer ‘dossiê’ contra Michelle para defender Janja

O deputado federal Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, anunciou sua intenção de reunir informações sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do PL, para defender a primeira-dama, Rosângela da Silva, conhecida como Janja, de críticas da oposição ao governo Luiz Inácio Lula da Silva. Farias enviou ofícios à Polícia Federal, à Casa Civil e à Controladoria Geral da União, solicitando dados sobre viagens, gastos e investigações relacionadas a Michelle. O líder da bancada do PT afirmou que para cada requerimento contra Janja, serão apresentados dois contra Michelle. As críticas à esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro se concentram em seus gastos em viagens e na existência de um gabinete informal, mesmo sem cargo oficial no governo. A Secretaria de Comunicação da Presidência defendeu que os servidores que assessoram Janja exercem funções estabelecidas em lei. O PL Mulher, liderado por Michelle, reagiu afirmando que as denúncias de Farias são infundadas e uma tentativa de desviar a atenção dos problemas do governo petista. Lindbergh também questionou a Casa Civil sobre o número de viagens de Michelle durante o governo Bolsonaro e os custos envolvidos, enquanto busca investigar possíveis desvios de recursos públicos. InfoMoney

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Brasil5 de mar. de 2025 há 1 ano

Mídia Ninja usa ONGs para receber verba do governo Lula e ganha espaço na Cultura

A Mídia Ninja, uma rede de comunicação ligada à esquerda, tem usado ONGs para receber repasses do governo federal enquanto afirma publicamente não ser bancada com dinheiro público. ⁣⁣Duas entidades diretamente ligadas ao grupo, e cujos representantes têm atuação no Ministério da Cultura, obtiveram R$ 4 milhões em convênios, emendas parlamentares e lei de incentivo durante o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Estadão

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Brasil5 de mar. de 2025 há 1 ano

Imóvel onde foi filmado Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar, vai virar Casa do Cinema Brasileiro

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), anunciou nesta segunda-feira (3/3) que vai desapropriar a casa que serviu de cenário para o filme vencedor do Oscar Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, e transformá-la em um espaço dedicado ao cinema brasileiro. “Vamos tornar público e abrir para visitação o espaço que trouxe o primeiro Oscar do Brasil em quase 100 anos da premiação”, anunciou o político nas redes sociais. “Faremos da casa onde foi gravado o filme um lugar de memória permanente da história de Eunice Paiva e sua família, da democracia e ainda uma homenagem às duas grandes mulheres que orgulham o Brasil e deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro”, completou.O decreto que desapropria o imóvel foi publicado em edição extra do Diário Oficial da Prefeitura desta segunda. Após o ato, o órgão deve iniciar o processo de compra. De acordo com o prefeito, a residência será transformada na Casa do Cinema Brasileiro e abrigará a sede do Rio Film Commission, empresa pública voltada ao apoio à produção audiovisual na cidade. A residência fica localizada no bairro da Urca, zona sul do Rio de Janeiro. METRÓPOLES

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Brasil5 de mar. de 2025 há 1 ano

Instituto lamenta vitória de “Eu Ainda Estou Aqui” no Oscar e critica premiação

O Instituto Brasil Pela Liberdade divulgou uma nota pública manifestando profundo descontentamento com a vitória do filme Eu Ainda Estou Aqui na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. Segundo o comunicado, a obra representa uma “clara agenda de propaganda comunista” e simboliza um “triunfo amargo” para aqueles que se opõem ao uso da cultura como ferramenta ideológica. Na nota, o instituto critica a premiação por, supostamente, transformar um momento de reconhecimento artístico em um mecanismo de influência política. O comunicado também expressa preocupação com a possibilidade de que o filme passe a ser exibido de forma obrigatória em escolas e universidades, o que, segundo a entidade, limitaria o espaço para questionamentos e reflexões críticas – confira ao lado. Ainda segundo o instituto, Eu Ainda Estou Aqui não seria apenas um filme, mas sim um “símbolo do avanço silencioso de uma máquina ideológica que sufoca a diversidade de ideias e a autonomia individual”. O texto lamenta não apenas o prêmio, mas também o impacto que essa vitória teria no cenário cultural e político do Brasil. Blog do BG

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Brasil4 de mar. de 2025 há 1 ano

Ainda estão aqui: presos do 8 de janeiro denunciam maus tratos, tortura e tentativas de suicídio

A Associação dos Familiares e Vítimas de 08 de Janeiro (Asfav) entregou à Câmara dos Deputados um dossiê relatando o que considera violações sistemáticas de direitos humanos contra os presos dos atos ocorridos na data. O documento, segundo informações da revista Veja, reúne 59 ofícios enviados nos últimos dois anos a órgãos do governo e entidades, a maioria sem resposta. O relatório menciona problemas como a má qualidade da alimentação, fornecimento de água suja, falta de banheiro e material de limpeza, além de casos de tentativas de suicídio. Segundo a defensora pública Emmanuela Saboya, que acompanha os processos, há dificuldades no atendimento aos presos, especialmente idosos com comorbidades e mulheres com filhos pequenos que alegam inocência. Saboya também listou que, no primeiro Dia das Mães após as prisões, houve forte preocupação com seis mulheres em depressão profunda. Policiais penais chegaram a fazer plantões para evitar suicídios. Além disso, a Defensoria Pública do DF recebeu duas denúncias de tortura, encaminhadas para investigação na Vara de Execuções Penais. O gabinete do líder da oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), está analisando os documentos, com a possibilidade de criar uma comissão externa para apurar as denúncias. Conexão Politica 

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Brasil3 de mar. de 2025 há 1 ano

Atuação do STF contribuiu para recuo do Brasil em ranking da democracia

O Brasil sofreu uma queda significativa no Índice de Democracia de 2024, elaborado pela Economist Intelligence Unit (EIU), unidade de pesquisa da revista britânica The Economist. Segundo o relatório divulgado na quinta-feira, o país deslizou seis posições, saindo do 51º lugar em 2023 para o 57º, com uma pontuação de 6,49. Entre os fatores que contribuíram para esse recuo, destaca-se a decisão de Alexandre de Moraes de suspender a rede social X em agosto, medida que gerou críticas internacionais. “Os níveis elevados de polarização política levaram à politização das instituições brasileiras e ao aumento da violência política”, ressalta o estudo. A análise enfatiza que a crescente divisão política no país tem gerado impactos preocupantes, como a interferência nas instituições e o avanço de atos violentos ligados a disputas ideológicas. Desde 2019, o STF tem conduzido apurações polêmicas sobre supostas campanhas de desinformação contra o sistema eleitoral e ameaças a seus magistrados, especialmente por grupos de direita, conforme aponta o documento. A suspensão do X, que coincidiu parcialmente com as eleições municipais de 2024, foi considerada um ponto crítico. “Não tem paralelo nos países democráticos”, sentencia o relatório, que vê a medida como um excesso. “A censura ultrapassou os limites do que podem ser consideradas restrições razoáveis à liberdade de expressão, especialmente no meio de uma campanha eleitoral. Tornar ilegal um determinado discurso, com base em definições vagas, é um exemplo de politização do Judiciário. O acórdão não só tem um efeito inibidor sobre a liberdade de expressão, mas também abre um precedente para os tribunais censurarem o discurso político, o que poderia influenciar indevidamente os resultados políticos”, critica a pesquisa. Outro aspecto que influenciou a queda brasileira no ranking foram os desdobramentos da investigação da Polícia Federal sobre uma suposta trama golpista contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e membros do STF. Para os analistas, esses eventos sugerem que as Forças Armadas ainda demonstram fragilidade no respeito às normas democráticas. O índice, que avalia cinco pilares – processo eleitoral, funcionamento do governo, participação política, cultura política e liberdades civis –, classifica os países em quatro categorias: “democracia plena” (acima de 8), “democracia imperfeita” (entre 6 e 8), “regime híbrido” (entre 4 e 6) e “regime autoritário” (abaixo de 4). O Brasil segue como “democracia imperfeita”. No topo da lista, a Noruega lidera com 9,81 pontos, seguida por Nova Zelândia (9,61) e Suécia (9,39). Direita Online

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Brasil3 de mar. de 2025 há 1 ano

Tony Bellotto anuncia que está com câncer no pâncreas

‘Eu estou tranquilo e confiante’ – Tony Bellotto, guitarrista dos Titãs, anunciou nesta segunda-feira que está com câncer no pâncreas e passará por cirurgia. “Fazendo um exame de rotina, eu fui diagnosticado com tumor no pâncreas e vou passar por uma cirurgia “, afirmou em vídeo. “Durante esse período, eu vou me afastar temporariamente dos palcos, mas os Titãs seguem com a agenda planejada, acompanhados pelo músico Alexandre de Orio. Logo que eu me recupere, eu vou retornar aos shows e às minhas atividades profissionais”. “Desde já quero agradecer aos pensamentos, palavras e mensagens de apoio e de carinho. E pedir que vocês não sofram. Sem drama. Eu estou tranquilo e confiante, enfrentando tudo com coragem e dignidade. Inspirado pelo nosso querido Branco Mello que passou por tratamentos difíceis e agora está aí tocando, cantando e se divertindo nos shows. É isso. Nos vemos em breve.” Portal G1

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Brasil1 de mar. de 2025 há 1 ano

Alcolumbre sobre impeachment de Ministro do STF: ‘Brasil já tem muitos problemas; não vamos criar mais um’

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), declarou que o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) “não é a solução” para os conflitos entre os Poderes e indicou que não pretende levar adiante qualquer solicitação nesse sentido.Em participação no programa “PodK Liberados”, exibido pela RedeTV! na noite de ontem, o parlamentar ressaltou que o país já enfrenta desafios suficientes e que não seria prudente “gerar mais uma crise” ao discutir a remoção de membros da Corte. A pressão por esse tipo de medida vem crescendo entre deputados e senadores alinhados ao bolsonarismo, que têm como alvo principal o ministro Alexandre de Moraes, com pedidos já protocolados na Casa. Durante a entrevista, conduzida pelos senadores Jorge Kajuru (PSB-GO) e Leila Barros (PDT-DF), Alcolumbre aproveitou para apontar falhas nas decisões individuais de magistrados do STF e no que considera uma interferência do Judiciário nas atribuições do Legislativo. Ele também lamentou o bloqueio judicial de emendas parlamentares, recentemente liberadas pelo ministro Flávio Dino. Para o senador, o caminho ideal é buscar “a pacificação do Brasil”, e não o afastamento de integrantes do Supremo. “O Senado não é órgão de correção do STF. A Constituição determina um único procedimento: impeachment de ministro do Supremo. Está errado isso. Temos que fazer uma nova legislação. Essa lei é de 1950”, argumentou, defendendo uma atualização nas regras para garantir que cada Poder respeite os limites de sua atuação, sem ultrapassar a independência alheia.Alcolumbre alertou ainda que iniciar um processo de impeachment contra um ministro do STF em um país já polarizado traria transtornos para toda a população. “Um processo de impeachment de um ministro do STF num país dividido vai causar problema para 200 milhões de brasileiros. Não é a solução”, reforçou. Ele sugeriu que o foco deveria estar em revisar as normas que regulam o tema, promovendo uma convivência equilibrada entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Direita Online

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Brasil1 de mar. de 2025 há 1 ano

FGTS: veja se você tem direito a sacar até R$ 3 mil no ‘Saque-Aniversário’

Uma nova medida provisória (MP) publicada pelo governo estabelece a liberação de saldos retidos do FGTS para trabalhadores demitidos desde janeiro de 2020 que aderiram ao saque-aniversário desde janeiro de 2020. A liberação dos recursos, que totalizam R$ 12 bilhões, será dividida em duas etapas para aqueles que perderam o emprego até a data de publicação da norma. A primeira fase, prevista para março, destinará R$ 6 bilhões, com um teto de R$ 3 mil por conta vinculada, conforme o saldo disponível no FGTS.“O valor será creditado automaticamente na conta cadastrada no aplicativo do FGTS”, informou o governo. Já a segunda etapa, agendada para junho — 110 dias após a MP entrar em vigor —, distribuirá os outros R$ 6 bilhões, contemplando o montante restante para quem tinha direito a valores acima de R$ 3 mil. Segundo o texto, a partir da publicação da medida, quem optar pelo saque-aniversário e for dispensado não terá acesso imediato ao fundo, que permanecerá retido. Dados oficiais apontam que 37 milhões de trabalhadores com contas ativas no FGTS escolheram essa modalidade, enquanto 25 milhões utilizaram seus saldos como garantia em empréstimos bancários via antecipação do saque-aniversário. A MP, no entanto, beneficia apenas os demitidos até o dia da sua publicação. Para quem não possui conta registrada no aplicativo, será necessário buscar os canais de atendimento da Caixa Econômica Federal munido de documentos pessoais. “Após a publicação da MP, trabalhadores optantes ou que vierem a optar pelo saque-aniversário e forem demitidos não poderão acessar o saldo do FGTS, que continuará retido”, reforça o comunicado oficial, destacando as limitações da nova regra. O Globo

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Brasil1 de mar. de 2025 há 1 ano

Dólar dispara a R$ 5,90 com anúncio de Gleisi no ministério e Bolsa cai

O dólar disparou na tarde desta sexta-feira (28/2), com o anúncio de que a deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, é a nova ministra das Relações Institucionais. Já no cenário externo, o mercado financeiro acompanha a reunião entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Washington, e repercute dados de inflação nos EUA. Gleisi ministra No cenário doméstico, os investidores estão atentos às discussões a respeito da reforma ministerial levada a cabo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Nesta semana, Lula demitiu a ministra da Saúde, Nísia Trindade, e designou o petista Alexandre Padilha (atual ministro da Secretaria de Relações Institucionais) para ocupar o posto. O mercado esperava a definição sobre quem sucederia Padilha na articulação política do governo com o Congresso, considerada um dos pontos críticos da atual gestão. Entre os nomes que ganharam força nos últimos dias – e que desagradam ao mercado –, já estava o de Gleisi Hoffmann, que foi confirmada por Lula no início da tarde de hoje. Metrópoles

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Brasil1 de mar. de 2025 há 1 ano

Barroso decide que Dino, Moraes e Zanin julgarão Bolsonaro por suposta tentativa de golpe

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, negou os pedidos feitos pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para impedir a participação do ministro Alexandre de Moraes, do advogado Cristiano Zanin e do ministro Flávio Dino no julgamento da Primeira Turma da Corte. Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por suposto envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado. Além de Bolsonaro, Barroso também indeferiu pedidos semelhantes feitos pelos advogados do ex-ministro Walter Braga Netto e do general da reserva Mario Fernandes, que solicitaram a suspeição de Moraes e o impedimento de Flávio Dino, respectivamente. O pedido de Bolsonaro baseava-se em declarações controversas feitas por Dino, que em 2022 afirmou que Bolsonaro não era “apenas um seguidor do demônio, mas o próprio demônio”. Dino também fez afirmações em 2023, considerando Bolsonaro como “o representante do diabo”, em um discurso onde afirmou ser cristão e acreditava que o ex-presidente encarnava o mal. Tais declarações foram usadas pela defesa de Bolsonaro como argumento para questionar a imparcialidade de Dino no julgamento. No entanto, Barroso manteve a composição da Primeira Turma do STF, rejeitando as ações de suspeição e impedimento dos magistrados. Alem deles, compõe o bloco os ministros Luiz Fux, como também a ministra Cármen Lúcia. Conexão Politica 

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Brasil1 de mar. de 2025 há 1 ano

Zanin e Dino estão aptos para julgar Bolsonaro, decide Barroso

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, negou nesta sexta-feira (28) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino fossem impedidos de julgar a denúncia por tentativa de golpe de Estado. No caso de Dino, os advogados alegaram que, em 2021, o ministro, então governador do Maranhão, promoveu uma queixa-crime contra Bolsonaro após o ex-presidente acusar Dino de não utilizar a Polícia Militar para melhorar a segurança em visita ao estado. Ao pedir o impedimento de Zanin, a defesa havia alegado que o ministro já se deu por impedido para julgar um recurso apresentado por Bolsonaro contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o declarou inelegível. Nas decisões desta sexta, Barroso afirmou que os argumentos apresentados pela defesa não configuram interesse direto para a incidência da regra de impedimento. Ambos os pedidos dos advogados de Bolsonaro foram negados pelo presidente da Corte. CNN Política 

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