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Política

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Política31 de mai. de 2023 há 2 anos

Jean Paul Prates se irrita com colunista do Globo e critica vazamento de informações da Petrobras: “Medidas estão sendo tomadas”

Foto: divulgação  O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, negou que tenha dito aos conselheiros da estatal que a exploração de petróleo na Foz do Amazonas sairá em seis meses. A informação foi publicada pela colunista de O Globo Malu Gaspar. “Esta ‘notícia’ (abaixo) NÃO É VERDADEIRA”, escreveu Prates em seu perfil no Twitter, em postagem acompanhada pela imagem do título rasurado da coluna de Gaspar. “Um dos problemas sérios que vamos ter que resolver urgentemente é o vazamento de informações e a invenção de notícias falsas atribuída a ‘fontes do Conselho da Petrobras’”, criticou o presidente da empresa. “Desde gestões anteriores vem um hábito despreocupado de vazar (sempre para os mesmos colunistas) tudo o que se discute no CA da Petrobras, agora piorado por práticas de desinformação, falsidade ideológica, difamação e quebra de sigilo/distorção intencional de informação privilegiada”. segue Prates, em uma longa mensagem, em que cita a Lei de Sociedade Anônimas e a Resolução CVM 44, chamando atenção para “o dever de sigilo dos conselheiros administradores”. “Conselheiros serão alertados mais uma vez sobre isso e medidas já estão sendo tomadas para investigar esse tipo de prática. Colunistas que se alimentam dessas fontes, e cultivam o hábito de divulgar sem checar, também terão mais dificuldades a partir das medidas que serão tomadas. Não é possível que um Conselho de Administração de uma empresa como a Petrobras funcione com este tipo de hábito, hoje naturalizado”, diz o presidente da Petrobras. A colunista de O Globo comentou, também em seu perfil no Twitter: “O fato de ter vazado não significa que seja mentira. Trata-se de informação de bastidores e q tem interesse público. A informação foi checada com outras fontes q confirmaram ter ouvido a mesma coisa do senhor. Se houve vazamento, é um problema da Petrobras, não meu”. Portal 98FM

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Política31 de mai. de 2023 há 2 anos

Lula é o que achávamos que Bolsonaro seria, diz Arthur Virgílio

Foto: Pedro França / Agência Senado O ex-ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República durante o governo FHC, Arthur Virgílio Neto (sem partido), publicou uma dura crítica nesta 3ª feira (30.mai.2023) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por sua gestão cheia de “tramas antidemocráticas”. Em seu perfil no Twitter, Virgílio publicou um artigo de opinião comparando Lula com o seu antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No título do texto, o ex-ministro e ex-senador diz que “Lula é o que se pensava que Bolsonaro viria a ser”. No tweet, Virgílio declarou ter votado em Bolsonaro nas eleições de 2022, mesmo tendo mantido relações “frias” e “distantes” com o agora ex-presidente enquanto ele ainda era deputado. O ex-ministro justificou o voto dizendo que não poderia votar no “homem do mensalão e do petrolão”, em referência a Lula. Com críticas a Lula, o texto diz que o atual presidente trama tornar Bolsonaro inelegível, o que considera como um erro, porque o julgamento ao seu “desgoverno” será “impiedoso” em 2026. Além disso, o ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso chama o petista de “vingativo perverso, mesquinho, cheio de tramas antidemocráticas e promiscuidades fora das 4 linhas do respeito ao Brasil”. Poder 360

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Política23 de mai. de 2023 há 2 anos

Lula já gasta R$ 1,2 bi para comprar aprovação do arcabouço

Foto: Ricardo Stuckert/PR O Ministério da Saúde determinou, nesta segunda-feira (22), a liberação de R$ 1,2 bilhões em emendas parlamentares. Antecipada pela imprensa, a medida ocorre em meio ao trâmite do arcabouço fiscal, que entrou em regime de urgência na Câmara semana passada. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou ainda nesta segunda que o projeto deve ser votado no plenário da Casa ainda nesta semana. O Antagonista

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Política23 de mai. de 2023 há 2 anos

PF deflagra 12ª fase da Operação Lesa Pátria contra suspeitos de ataques aos Três Poderes

Foto: Renato Guariba/Futura Press/Estadão Conteúdo. A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira (23) a 12ª fase da Operação Lesa Pátria para cumprir um mandado de prisão preventiva e 4 de busca e apreensão, no Distrito Federal (DF), contra suspeitos de envolvimento nos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília (DF). Segundo apurou a CNN, os alvos são policiais militares que deram ordem de recuo em frente a descida de acesso ao prédio do Supremo Tribunal Federal (STF) no 8 de janeiro. A Operação Lesa Pátria pretende identificar pessoas que participaram, financiaram, se omitiram ou fomentaram os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, que resultaram na depredação dos prédios públicos. Por isso, a apuração se debruça sobre crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido. CNN Brasil

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Política22 de mai. de 2023 há 2 anos

Zelensky desmascara Lula no palco internacional

Foto: Ukrainian Presidency / Handout/Anadolu Agency via Getty Images Os assessores de imprensa do governo petista estão vendendo a ideia de que Volodymyr Zelensky simplesmente não apareceu para uma conversa com Lula, que até se dispôs a abrir espaço na sua agenda apertada de líder mundial de extrema relevância, para receber o presidente ucraniano no Japão, durante o encontro do G7. Esses mesmos assessores de imprensa dizem que Lula, pego de surpresa pela ida de Zelensky ao Japão (o que não é inteiramente verdade), resistiu a reunir-se com o presidente ucraniano, por achar que as potências ocidentais haviam tentado impor um tête-à-tête com o líder do país agredido pela Rússia, num fórum que não seria adequado. Não foi apenas por estar contrariado com a pressão das potências ocidentais que Lula resistiu a receber Zelensky — ou a ser recebido pelo presidente ucraniano, protegido por esquema de segurança fortíssimo, tanto faz. Lula até pode ter ficado contrariado, mas esse não foi o motivo principal. Afinal de contas, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, governante de um país abertamente mais alinhado a Moscou, aceitou a circunstância e reuniu-se logo com o presidente ucraniano, em atitude muito mais inteligente do que se fazer de totalmente surpreendido ou em desacordo com o convite dos países do G7 ao inimigo de Vladimir Putin. Com isso, também apagou qualquer impressão de que teria sido pressionado. Mario Sabino – Metrópoles

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Política22 de mai. de 2023 há 2 anos

Ciro acumula condenações e enfrenta fila de credores e até bloqueio para licenciar carro

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress Conhecido pela retórica inflamada contra adversários, o ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) coleciona condenações por danos morais e tem sido alvo de ações de execução em série, o que já resultou em penhora e leilão de imóveis, constante bloqueio de valores em suas contas bancárias, incluindo R$ 101 mil na da sua mulher, chegando até o recente impedimento para licenciar um carro. Ciro declarou no ano passado —quando disputou a Presidência e ficou em quarto lugar— patrimônio de R$ 3 milhões, mas a Justiça tem encontrado dificuldade para fazer valer as cobranças. Prefeito, governador, ministro e quatro vezes candidato à Presidência, Ciro é alvo ou figura como autor em cerca de uma centena de ações criminais e cíveis relativas a danos morais, em especial no Ceará e em São Paulo. A defesa do ex-presidenciável afirma que Ciro sofre restrição incomum ao seu direito de expressão, que as punições têm valores muito acima do normal e que ele não tem recursos e bens penhoráveis para cobri-las. Diz ainda que as suas “nítidas dificuldades financeiras” decorrem de ele ser um político honesto, que não responde a processo de dano ao erário e que vive do seu salário. Como vice-presidente nacional do PDT, Ciro recebe remuneração mensal de R$ 23,5 mil. Folha de S. Paulo

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Política8 de mai. de 2023 há 3 anos

Em 7ª viagem internacional, Haddad vai ao G7 em busca de estreitar relações

Foto: Sérgio Lima/Poder360 Primeiro ministro da Fazenda brasileiro a participar de uma reunião do Grupo dos Sete (G7), Fernando Haddad embarca para o Japão nesta segunda-feira (8/5) com uma agenda focada em ampliar laços e criar relações políticas com os atores do grupo. É a sétima viagem internacional do titular da Fazenda (ele já visitou Suíça, Argentina, Uruguai, Índia, China e Estados Unidos), que tenta se consolidar como um dos ministros de Economia mais ativos dos países emergentes. O grupo é composto pelos sete países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. Outras nações costumam ser convidadas para participações pontuais. Neste ano, a cúpula deve discutir temas como guerra da Ucrânia, segurança alimentar e combate às mudanças climáticas. Metrópoles

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Política4 de mai. de 2023 há 3 anos

No ranking mundial da liberdade de imprensa, Brasil perde até para a Ucrânia

Foto: divulgação O Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa 2023, da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), aponta o Brasil como o 92º numa lista de 180 países no quesito condições para o exercício do jornalismo. Segundo a organização, a liberdade de jornalistas é maior na Ucrânia, em plena guerra, por exemplo, do que no Brasil sob o novo governo do presidente Lula (PT). O ranking ainda não considera a investida do Projeto da Censura, projeto de lei 2630, que lulistas tentaram aprovar esta semana na Câmara dos Deputados, sem sucesso. A avaliação da RSF tem o propósito de comparar os níveis de liberdade jornalística entre 180 nações. Para isso, a organização leva em consideração “a habilidade de jornalistas, como indivíduos e coletivo, de selecionar, produzir e disseminar notícias de interesse público independente de interferência política, econômica, legal e social e na ausência de ameaça à segurança física e mental”. Segundo a RSF, a saída do ex-presidente Jair Bolsonaro do comando do Brasil e a posse Lula restauraram “a estabilidade às relações entre a mídia e o governo”. Ainda assim, a violência contra jornalistas, a concentração do controle da mídia e efeitos da desinformação, diz a ONG, são desafios para a liberdade no Brasil. No topo do ranking, Noruega, Irlanda e Dinamarca lideram a liberdade de imprensa no mundo. Os EUA ocupam a 45ª posição. Na rabeira, Coreia do Norte (180º), China (179º), aliada de primeira hora do novo governo petista, e Vietnã (178º) são o paraíso da censura, segundo a RSF. Outros países elogiados por membros da administração petista, como Cuba (172º), Rússia (164º) e Venezuela (159º) também constam na parte inferior do ranking da liberdade 2023. Diário do Poder

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Política4 de mai. de 2023 há 3 anos

PF faz ação contra empresa suspeita de monitorar ações policiais

Foto: Polícia Federal Policiais federais fazem, nesta quinta-feira (4), uma operação contra empresa de internet suspeita de se associar a criminosos que controlam a venda de drogas em comunidades de Angra dos Reis, no sul fluminense. A Operação Sem Mega cumpre 14 mandados de busca e apreensão nos municípios de Angra, Nilópolis (na Baixada Fluminense) e do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Federal, a empresa instalou câmeras para ajudar os criminosos a monitorar a movimentação de policiais nessas comunidades. Em troca, a empresa teria conseguido o monopólio da exploração dos serviços de internet nessas áreas. Para garantir isso, os criminosos retiravam e danificavam equipamentos das concorrentes. Os alvos da operação de hoje são investigados pelos crimes de associação criminosa, tráfico de drogas, extorsão, lavagem de dinheiro e internet clandestina. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal de Angra dos Reis. O nome da operação é um trocadilho entre o pacote básico oferecido pela empresa investigada (uma internet com 100 megabits por segundo de velocidade) e o fato de que os moradores ficavam sem internet devido à retirada dos equipamentos de outras fornecedoras do serviço. AGÊNCIA BRASIL

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Política3 de mai. de 2023 há 3 anos

Bolsonaro convoca advogados e trabalha em tese de ‘interferência política’ após ação da PF

Foto: Eraldo Peres Após acordar com a Polícia Federal na porta de sua casa e ter o seu celular e o da ex-primeira-dama Michelle apreendidos na Operação Venire, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou seus advogados para virem imediatamente a Brasília. Os advogados Paulo Cunha Bueno e Frederick Wassef já estão em trânsito. Os auxiliares jurídicos do ex-presidente preparam a tese de interferência política, ou seja, vão alegar que a PF fez a operação que prendeu o ex-ajudante de ordens Mauro Cid para prejudicar Bolsonaro. A Operação Venire apura a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. Como mostrou o Estadão/Broadcast, a suspeita é que o secretário de Cultura e Turismo de Duque de Caxias (RJ), João Carlos Brecha, tenha falsificado a vacinação contra o coronavírus de Bolsonaro, que diz não ter se imunizado, mas impôs sigilo sobre seu cartão vacinal. Pela tese dos advogados, a PF teria atuado após a participação considerada exitosa do ex-presidente na Agrishow e diante da derrota no governo em votar o chamado projeto de lei das fake news. As notícias, supostamente negativas para o governo, teriam gerado a reação no órgão que responde ao Ministério da Justiça. É o que pretendem alegar os advogados de Bolsonaro, apesar de as investigações em torno de adulterações no cartão de vacinação estarem em andamento há semanas. Tribuna do Norte

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Política3 de mai. de 2023 há 3 anos

PF apreende celulares de Jair Bolsonaro e Michelle

Foto: Sérgio Lima/AFP A Polícia Federal apreendeu, nesta quarta-feira (3), os celulares do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Os dispositivos foram recolhidos como parte do mandado de busca e apreensão na residência do casal, em Brasília, em uma operação autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A Polícia Federal apura se Bolsonaro, familiares e ajudantes próximos fraudaram seus cartões de vacinação para conseguir viajar aos Estados Unidos, burlando as regras sanitárias que exigiam a imunização contra a Covid. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, foram informados sobre a operação da PF logo nas primeiras horas da manhã desta quarta. A operação da PF acontece no mesmo dia em que Lula e José Múcio têm almoço marcado com o comando do Exército. Blog do Valdo Cruz/G1

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Política2 de mai. de 2023 há 3 anos

Brasil estuda socorro à Argentina para salvar país vizinho em ano eleitoral

Foto: Agustin Marcarian/Reuters   Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram nesta terça-feira (2) – e suas equipes econômicas também – para buscar uma alternativa que dê algum fôlego ao país em ano eleitoral. Alberto Fernandez, presidente argentino e aliado de Lula, se encontra com o brasileiro na tarde de hoje, numa tentativa de conseguir uma sinalização da maior economia da região que passe por linhas de crédito e até eventual uso do banco dos Brics.   Fernando Haddad e o seu par argentino, Sergio Massa, potencial candidato na eleição presidencial deste ano, também vão se encontrar. O Brasil tenta ajudar os argentinos, principalmente por meio de linhas de financiamento aos exportadores brasileiros, seja via BNDES ou bancos comerciais.   O entrave principal, no entanto, é a garantia que os importadores argentinos podem dar para as operações de compra. Títulos argentinos, por exemplo, não são considerados ativos seguros. E há ainda a questão de conversibilidade, já que o peso vem perdendo valor.   No começo da gestão Lula, se discutiu a possibilidade de operações de swap cambial para garantir o comércio entre os dois países – o que descartaria a necessidade de dólares por parte dos argentinos. Mas, como a operação envolvida títulos públicos dos dois países, o Banco Central brasileiro não topou.   Nesta terça-feira, a China faz esse tipo de operação com os argentinos e, segundo o governo argentino, isso estaria por trás do crescimento de 6 bilhões de dólares do comércio entre os dois países em cinco anos.   A ajuda brasileira seria, de qualquer maneira, um paliativo para uma economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões. O ritmo intenso da desvalorização recente do peso acelerou a crise, aumentando a inflação e o medo de uma maxidesvalorização, que seria um desastre ainda maior para o atual presidente em termos políticos. Além disso, o país passou por uma seca extrema que impactou a produção agrícola e, consequentemente, suas exportações – e entrada de dólares.   Uma outra saída seria o uso do banco dos Brics. Ocorre que a instituição, hoje presidida por Dilma Rousseff, não financia países que são de fora do grupo, formado por China, Rússia, Índia e África do Sul. Brasil e China, no entanto, poderiam propor uma solução, alterando as regras, mas essa saída demandaria tempo. Mercadoria de que a Argentina não dispõe no momento.   Blog da Julia Duailibi/G1

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