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Brasil22 de mar. de 2026 há 1 mês

Ministério Público Federal confirma que não há provas de corrupção no governo de Jair Bolsonaro

O Ministério Público Federal (MPF) confirma que não há provas de corrupção no governo de Jair Bolsonaro. O MPF arquivou recentemente uma investigação ligada a um dos primeiros escândalos atribuídos ao início da gestão Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto: a suspeita de pagamento de propina em negociações do acordo Brasil–Paraguai envolvendo a hidrelétrica de Itaipu.   Os fatos remontam a 2019, primeiro ano do governo. Segundo o órgão, o inquérito apurava “possíveis negociações paralelas conduzidas por lobistas e a oferta de vantagens indevidas a autoridades paraguaias para obtenção de benefícios comerciais”. As suspeitas envolviam corrupção ativa e tráfico de influência em transações comerciais internacionais.   No despacho de arquivamento, o MPF concluiu: “Relatório final do inquérito policial: ausência de comprovação da materialidade da conduta. Não comprovação de oferta ou promessa de vantagem indevida a autoridade estrangeira; ausência de elementos probatórios mínimos para a configuração de atos lesivos à administração pública.”       Repodução: Donny Silva News

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Brasil22 de mar. de 2026 há 1 mês

Flávio Bolsonaro dispara: “Se eu fosse o presidente da República, facções já tinham sido declaradas como terroristas”

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (22), em João Pessoa (PB), que classificaria facções criminosas como organizações terroristas caso fosse presidente da República.   “Se eu fosse o presidente da República, facções já tinham sido declaradas como terroristas e o Brasil estaria assinando acordo de cooperação para prender esses marginais e libertar o povo”, disse.   A proposta inclui grupos como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), e segue linha defendida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que avalia adotar essa classificação para organizações criminosas estrangeiras .   Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele (Lula) tinha que ter combatido de verdade as organizações criminosas que passaram a ser transnacionais e ele fica com essa mentira de que o Trump vai intervir no Brasil”, afirmou.   “Ele acha que o Trump vai fazer igual fez com o Nicolás Maduro, vai pegar o Lula e vai levar pra Washington. Isso não existe, isso não está na mesa. É uma tentativa de implementar o terror no povo brasileiro porque ele é incompetente”, concluiu.   A discussão ocorre em meio à possibilidade de os EUA classificarem PCC e CV como organizações terroristas, o que permitiria medidas como bloqueio de recursos, restrições a integrantes e ampliação da cooperação internacional no combate ao crime .   Para o governo Lula, a possível medida é vista como risco à soberania nacional e deve ser tratada no campo diplomático.     Reproduçã: Blog Gustavo Negreiros   

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Brasil22 de mar. de 2026 há 1 mês

Moraes manda prender contador que obteve dados fiscais da sua esposa

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão de um contador suspeito de ter participado de uma operação para conseguir dados fiscais sigilosos de parentes de ministros da Corte, além de deputados, senadores, empresários e outras autoridades. A informação foi publicada primeiramente pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão.   Segundo a assessoria do STF, a prisão foi decretada por Moraes no dia 13 de março, após pedido feito pela Polícia Federal. A Procuradoria Geral de República (PGR) também se manifestou favoravelmente ao pedido de prisão.   De acordo com o ministro, o contador Washington Travassos de Azevedo teria acessado dados fiscais de 1.819 contribuintes, incluindo parentes de diversas autoridades. “A prisão preventiva de Washington Travassos de Azevedo foi decretada em 13 de março de 2026, a pedido da Polícia Federal, uma vez que o investigado foi apontado, dentro da organização criminosa, como um dos mandantes na cadeia de obtenção de dados fiscais protegidos por sigilo funcional que, de 8.1.2024 a 27.2026, conforme apontou a Procuradoria Geral da República em manifestação pela decretação de prisão, teria acessado dados constantes das DIRPF de 1.819 contribuintes, entre os quais pessoas vinculadas a Ministros do STF, Ministros do TCU, deputados federais, ex-senadores da República, ex-governador, dirigentes de agências reguladoras, empresários e outras personalidades de notoriedade pública”, inclusive com a realização de download de declarações.”   Segundo o ministro, a prisão ocorreu no dia 14 de março. “Washington Travassos de Azevedo foi preso no dia 14 de março de 2026 e a audiência de custódia foi regularmente realizada no mesmo dia”, diz.   De acordo com a Folha de S.Paulo, o contador teria admitido a obtenção de dados de forma irregular e seria intermediário entre uma pessoa com interesse nos dados de parentes do ministro e uma outra, que teria oferecido o serviço irregular para obtê-los.   Ainda de acordo com a reportagem, um dos papéis obtidos ilegalmente seriam dados fiscais da advogada Viviane de Moraes, mulher do ministro.   Ela é um dos centros da crise no STF após a divulgação de informações sobre seu contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, de Daniel Vorcaro – atualmente preso por fraude financeira e negociando uma delação premiada.   O valor da contratação foi considerado incompatível com os valores de mercado por 13 especialistas consultados pelo Estadão que atuam em alguns dos maiores escritórios do País.         Reprodução: Blog Gustavo Negreiros

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Brasil21 de mar. de 2026 há 1 mês

Alexandre de Moraes deve autorizar prisão domiciliar a Bolsonaro em breve

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, deve autorizar em breve uma prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro.   Fontes que tiveram contato com o magistrado relataram ao SBT News que o ministro “está mais sensível” à situação e que vem sinalizando uma mudança de postura em relação à prisão domiciliar aos mais próximos.   Aliados de Alexandre de Moraes afirmam que, caso não haja nada no momento, como ataques da família ou de aliados do ex-presidente ao ministro, o cenário deve ser de mudança nos próximos dias e o ex-presidente deve cumprir pena domiciliar após sair do hospital, onde está internado em Brasília.   Fontes também relataram ao SBT News que o ministro deve acrescentar alguns critérios na decisão. Os detalhes, no entanto, do que seriam os critérios não foram revelados pelos auxiliares do magistrado.   Nos últimos dias, Alexandre de Moraes recebeu dos médicos um laudo do quadro de saúde do ex-presidente com exames e pareceres objetivos. O ministro já solicitou à Procuradoria Geral da República um parecer sobre a possibilidade de uma transferência de Jair Bolsonaro para uma prisão domiciliar.   O ministro Alexandre de Moraes vem recebendo conselhos de colegas nas últimas semanas. Ele também recebeu visitas de aliados do ex-presidente, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o próprio filho de Jair Bolsonaro, o senador e pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL).       Reprodução: SBT News

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Brasil21 de mar. de 2026 há 1 mês

“Deus me livre de ser julgada por juiz que não seja honesto”, diz Cármen Lúcia

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, afirmou nesta quarta-feira (18) que os brasileiros devem ter a garantia de que serão julgados de forma justa.   Ao defender uma maior participação de mulheres nos espaços de poder, inclusive no Supremo Tribunal Federal (STF), a magistrada disse que não quer ser julgada por um juiz “bajulador” ou desonesto.   “Não quero ser julgada por alguém que seja dependente, que seja apenas um bajulador, que chegue lá [ao cargo] por conta disso e que não tenha independência para julgar. Deus me livre de ser julgada por um juiz que não seja independente, imparcial, honesto e ético”, ressaltou.       Reprodução: Gazeta do Povo

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Brasil21 de mar. de 2026 há 1 mês

Número que Vorcaro contatou em dia de prisão era de Moraes, segundo CPI

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro mandou mensagens via WhatsApp para uma pessoa no dia de sua 1ª prisão, em 17 de novembro de 2025. A CPMI do INSS pediu que o nº do celular desse destinatário fosse identificado pelo Sittel (Sistema de Investigação de Registros Telefônicos e Telemáticos).   A resposta foi que o telefone era do Supremo Tribunal Federal. O Poder360 sabe qual é o número checado e verificou que esse celular foi usado pelo ministro Alexandre de Moraes durante vários anos, inclusive em conversas com jornalistas no período em que fundador do Banco Master foi preso.   Moraes negou que tenha recebido tais mensagens.       Reprodução: Poder 360

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Brasil21 de mar. de 2026 há 1 mês

Desconfiança com o STF chega a 60% após caso Master, mostra AtlasIntel

A condução do inquérito do Banco Master pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e as suspeitas de que integrantes da Corte teriam se beneficiado financeiramente da relação com o banqueiro Daniel Vorcaro produziram um efeito negativo na imagem da instituição: a maioria da população não confia no tribunal, avalia que os magistrados não julgam com imparcialidade e que há envolvimento direto de alguns deles no escândalo.   As conclusões constam na pesquisa AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira, 20, que mostra a confiança dos brasileiros nas instituições. Segundo o levantamento, 60% dizem não confiar na Corte, ante 34% que dizem confiar. Outros 6% não têm posição clara sobre a mais alta instância do Poder Judiciário.   O porcentual de desconfiança é o mais alto da série histórica da pesquisa, iniciada em janeiro de 2023. Na época, os dois números estavam no mesmo patamar: 45% diziam confiar no Supremo, enquanto 44% respondiam o contrário.   Em agosto de 2025, a maior quantidade de críticos já era observada no levantamento, mas o número negativo estava 8,7 pontos porcentuais abaixo do atual. Eram 51,3%. A confiança era maior, 48,5% – 14,5 pontos acima do que é hoje.   A AtlasIntel ouviu 2.090 pessoas entre os dias 16 e 19 março, após o desgaste do Supremo atingir o seu auge com revelações de que o ministro Alexandre de Moraes mantinha contato com Vorcaro, inclusive com suspeitas de que teriam conversado no dia em que o banqueiro foi preso pela primeira vez em novembro do ano passado. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais e a confiança é de 95%.   Para 66,1% das pessoas ouvidas, há envolvimento direto de ministros do STF no caso Master. O número de pessoas que dizem não ter opinião sobre o tema é 18,9%, maior do que os 14,9% que acreditam que não há ministros ligados aos crimes cometidos por Vorcaro.   Como revelou o Estadão, além de Moraes, há indícios de relacionamento de outros ministros da Corte com o banco investigado por fraudes financeiras.   O ministro Dias Toffoli é sócio anônimo de empresa que recebeu pagamento do cunhado de Daniel Vorcaro pela venda da participação no resort Tayayá, no interior do Paraná.   O Estadão também mostrou que o Master e a JBS repassaram R$ 18 milhões a uma empresa de consultoria que fez pagamentos ao filho do ministro Kassio Nunes Marques.   A percepção sobre o envolvimento de integrantes do Supremo no caso se conecta com a avaliação de 76,9% dos entrevistados de que há “muita influência externa (de políticos, partidos e grupos poderosos) no julgamento”. Outros 13% dizem enxergar alguma ação externa para interferir no processo, enquanto 6,1% avaliam que os procedimentos estão sendo feitos de forma técnica e baseados na lei. Já 3,9% não sabem opinar sobre o tema.   Para 53% dos entrevistados, o processo de liquidação do Master não deve ser julgado pelo STF. Em contraposição, 36,9% dizem que o caso devem ser analisado pela Corte. Enquanto 10,1% não sabem se a investigação deve ser analisada no tribunal.   Os dados demográficos mostram que o STF tem maior confiança entre as camadas da população com maior renda familiar. A faixa de quem ganha acima de R$ 10 mil é a única em que o porcentual positivo é maior que o negativo. Segundo o levantamento, 48,5% dizem confiar na Corte, enquanto 45,3% desconfiam.   As pessoas com renda familiar entre R$ 3 mil e R$ 5 mil são as menos confiam na instituição, 69,6%. Os que dizem confiar são 27,8%.   Ao analisar o posicionamento do ponto de vista eleitoral, 96,5% das pessoas que votaram no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno em 2022 dizem não confiar no Supremo, enquanto 0,7% relatam confiança na instituição. O cenário é o oposto entre os votantes no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). São 71,4% os que confiam, ante 23,1% que não confiam.   De acordo Oscar Vilhena, da FGV, as percepções dos eleitores de Lula e Bolsonaro e a desconfiança majoritária dos entrevistados em relação ao STF estão diretamente conectadas. Segundo o professor, a queda na confiança do tribunal pode ser explicada pela polarização na sociedade brasileira e pelo protagonismo exacerbado da instituição em grandes questões nacionais.   “Em um ambiente bastante polarizado, como é o brasileiro ou o americano, quando se tem Cortes muito proeminentes, ou seja, que se manifestam sobre questões políticas de maneira muito reiterada, é natural que elas sejam capturadas por essa polarização”, afirmou. “Nós temos uma Corte muito ativa, que eu chamo de supremocrática. Então, é lógico que as pessoas vão dizer coisas boas ou ruins do tribunal dependendo de como elas veem o posicionamento da instituição em relação às causas em que acredita.”   Wallace Corbo, professor de direito constitucional da FGV, avalia que a queda de confiança do Supremo pode estar associada à dificuldade do tribunal em se desvencilhar da percepção de parte da população que atua de forma política.   “A população espera de um tribunal que ele não seja visto como uma parte integrante da política. Então, as pessoas tendem a dar menos apoio para um tribunal cujos integrantes não veem mais como juízes, mas como políticos. E, nesse ponto, o Supremo teve algumas dificuldades contra isso”, disse.   “As pessoas tendem a perder a confiança quando elas entendem que o tribunal não está seguindo padrões de imparcialidade, ou mesmo de comportamento, esperados de juízes. Todo tipo de notícia que envolve potenciais conflitos de interesse ou que envolvam decisões que não passam pelo colegiado pode afetar efetivamente a visão de um tribunal”, completou.     Reprodução: Estadão  

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Brasil20 de mar. de 2026 há 1 mês

STE, PGR e PF exigem delação completa de Daniel Vorcaro e descartam acordo parcial

Integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal indicaram que só aceitarão um eventual acordo de delação premiada de Daniel Vorcaro se for completo, sem omitir envolvidos. De acordo com informações da jornalista Tainá Falcão, da CNN, não haverá espaço para colaboração parcial que beneficie alguns investigados em detrimento de outros.   A sinalização dos órgãos envolvidos é de que qualquer acordo precisa incluir todas as informações disponíveis e possíveis participantes citados. Segundo a apuração, a posição representa uma mudança em relação a uma estratégia inicial atribuída à defesa de Vorcaro, que considerava priorizar a citação de políticos, evitando ministros do STF. Essa possibilidade teria sido descartada diante do entendimento conjunto das instituições.   Nos bastidores, investigadores reforçam que a delação precisa vir acompanhada de provas consistentes. Integrantes da PGR lembram, segundo a apuração, que acordos frágeis já foram questionados no passado, como ocorreu em desdobramentos da Operação Lava Jato, quando parte das colaborações foi revisada por falta de comprovação.   O trabalho conjunto entre a Polícia Federal e a PGR é apontado como um fator para dar mais agilidade ao processo. A transferência de Vorcaro para uma unidade da PF e a assinatura de um termo de confidencialidade são vistos, segundo fontes, como indicativos de avanço nas negociações.       Reprodução: Blog do BG

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Brasil20 de mar. de 2026 há 1 mês

“Fêmea obediente”, “macho alfa provedor”: as mensagens de tenente-coronel à PM morta

  Conversas em aplicativos de mensagens enviadas pelo tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto para a esposa Gisele Alves Santana, também policial militar, deixaram expostas as marcas de uma relação abusiva em que a mulher era vítima.   O conteúdo dos registros revela uma mistura de cobranças sofridas por Gisele e até mesmo “regras de comportamento” impostas por Geraldo no relacionamento. Além de se dirigir à esposa como “fêmea beta submissa”, o homem se colocava por diversas vezes como um “macho alfa provedor” e chegou a se autodeclarar como “rei, religioso e gostoso”.   A CNN Brasil separou as principais conversas entre o tenente-coronel e a esposa, e te mostra os detalhes. Todas as mensagens foram retiradas do celular de Geraldo. As em cinza são de Gisele. Já as em verde são do homem.   Segundo o relatório da Polícia Civil, Gisele manifestava de forma clara o desejo de encerrar o casamento. Em outras mensagens enviadas nos dias anteriores ao crime, ela chegou a escrever: “quero o divórcio”, além de solicitar o envio de documentos para formalizar a separação e afirmar: “Se considere divorciado”.       Reprodução: CNN Brasil

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Brasil20 de mar. de 2026 há 1 mês

FUX TAMBÉM ESTAVA NO VOO DE MENDONÇA CANCELADO POR FALHA ANTES DA DECOLAGEM

Um voo que sairia de Brasília com destino ao Rio de Janeiro foi cancelado na noite desta quinta-feira (19) após o piloto identificar uma falha mecânica na aeronave.   Entre os passageiros estavam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça e Luiz Fux, que retornavam à capital fluminense após participarem de sessão plenária em Brasília.   A aeronave, operada pela Latam, teve o embarque interrompido, e os passageiros precisaram ser realocados. O voo foi remarcado para esta sexta-feira (20).   Mendonça embarcou em outra aeronave e seguiu para o Rio, onde cumpre agenda na Ordem dos Advogados do Brasil. Fux também chegou à cidade em segurança.   A Latam foi procurada e ainda não se manifestou. A informação foi divulgada pela coluna de Manoela Alcântara, com Pablo Giovanni, do Metrópoles.       Reprodução: Bacci Notícias

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Brasil20 de mar. de 2026 há 1 mês

Piloto identifica falha mecânica e aborta voo da Latam com André Mendonça a bordo

Um avião da Latam que levaria o ministro André Mendonça, do STF, de Brasília ao Rio de Janeiro, teve a decolagem abortada na noite de quinta-feira (19) após o piloto identificar uma falha mecânica na aeronave, segundo apuração do Metrópoles. De acordo com a coluna de Manoela Alcântara, o voo sairia do Aeroporto Internacional de Brasília com destino ao Santos Dumont. Com o problema técnico, a viagem foi remarcada para esta sexta-feira (20). Apesar disso, Mendonça embarcou em outro voo e ja está no Rio de Janeiro, onde ministrará um curso nesta sexta. O caso foi tratado como ocorrência operacional após a identificação da falha antes da decolagem.     Reprodução: Metrópoles

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Brasil20 de mar. de 2026 há 1 mês

Gilmar anula quebra de sigilo de fundo que comprou resort Tayayá

Ministro Gilmar Mendes, do STF, anulou nesta quinta-feira, 19, a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo Arleen, aprovada na quarta-feira pela CPI do Crime Organizado do Senado. A decisão também impede a produção, pelo Coaf, de relatório de inteligência financeira com base no requerimento aprovado pela comissão.   Segundo o ministro, a medida da CPI representou tentativa de contornar decisão anterior da Corte que já havia barrado providências semelhantes, configurando “reiteração material” de ato considerado inconstitucional.   O fundo Arleen entrou no radar da CPI por ter comprado, em 2021, a participação da Maridt Participações S.A. no resort Tayayá, no Paraná. A Maridt é a empresa da família do ministro Dias Toffoli que detinha cotas do empreendimento. O requerimento de quebra de sigilo foi apresentado pelo senador Sergio Moro e aprovado na quarta-feira, 18, ampliando a pressão sobre um caso que já vinha aproximando o nome de Toffoli das apurações envolvendo o Banco Master.   Ao analisar o pedido, Gilmar Mendes estendeu ao fundo Arleen os efeitos de habeas corpus anteriormente concedido, entendendo que a CPI buscou acessar, por via indireta, dados já protegidos por decisão judicial.   Para o ministro, o novo requerimento reproduz, na prática, medida investigativa já considerada inválida, o que configura “fraude à decisão judicial” e desvio de finalidade. Ele afirmou que permitir esse tipo de atuação comprometeria a autoridade das decisões do STF.   Além disso, apontou ilegalidade na forma de aprovação do requerimento, que ocorreu em bloco, sem individualização ou fundamentação específica. Segundo Gilmar, a quebra de sigilo é medida excepcional e exige análise caso a caso, com justificativa concreta – requisito que não teria sido observado pela CPI.   Com isso, declarou a nulidade do requerimento e determinou que órgãos como Banco Central, Receita Federal e Coaf se abstenham de compartilhar quaisquer dados com base na solicitação da comissão.     Reprodução: Portal Migalhas

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