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Brasil16 de jun. de 2025 há 10 meses

DEPUTADO VIAJA PARA RESGATAR O PAI, O PREFEITO CÍCERO LUCENA, QUE ESTÁ EM ISRAEL EM MEIO AO CONFLITO COM O IRÃ: “VAMOS TER QUE CORRER OS RISCOS DA RETIRADA”

O deputado federal Mersinho Lucena (PP-PB) embarcou sozinho neste sábado (14/6) com destino à Arábia Saudita. A viagem tem como objetivo tentar resgatar o pai dele, o prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, que permanece em um bunker em Tel-Aviv, capital de Israel, em meio ao conflito iniciado com o Irã na quinta-feira (12/6). Ao pousar na Espanha para conexão, o parlamentar disse: “Quero ficar próximo da situação e buscar de perto formas para conduzir essa possível retirada dele. Ficarei o tempo necessário para trazer meu pai de volta e todos que estão com ele.” Mersinho afirmou, porém, que o objetivo dele não é chegar em Israel, país que está envolvido no conflito, mas apenas se aproximar da fronteira. “Ficarei no entorno para buscar as melhores rotas de saída, estou estudando alternativas para ir por barco e por terra”, afirmou. O governo brasileiro desaconselhou viagens à região para qual o deputado pretende ir. O parlamentar pretendia alcançar, na madrugada de domingo (15/6), a cidade de Tabuk, no norte da Arábia Saudita, próxima à fronteira com a Jordânia. De lá, ele fará estudos sobre a melhor forma de resgatar o pai. “Vamos ter que correr os riscos da retirada”, disse Cícero Lucena participava de um encontro internacional com autoridades de países lusófonos em Israel. A visita coincidiu com uma escalada militar na região, iniciada na quinta-feira (12/6) após ataques de Israel a instalações iranianas. Blog de Daltro Emerenciano

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Brasil16 de jun. de 2025 há 10 meses

Gastos fora da meta fiscal ultrapassam R$ 300 bilhões em governo Lula 3

Ao longo de três anos de seu 3º mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve contabilizar mais de R$ 300 bilhões em gastos extraordinários, ou seja, despesas que ficaram de fora das regras ficais. Entre 2023 e 2025, os gastos extras devem somar cerca de R$ 324 bilhões. Grande parte do valor foi descontado em 2023, após aprovação da PEC da Transição e com o pagamento de precatórios, que contribuíram para a maior parte do montante, com R$ 241,3 bilhões. Os dados são de um levantamento feio pela Instituição Fiscal Independente (IFI) a pedido do jornal Poder 360 e confirmados pela CNN. Em 2024, houve um recuo desses valores para R$ 33,8 bilhões. Para este ano, a Fazenda projeta que R$ 49,3 bilhões fiquem de fora das regras fiscais. Ainda que não esteja dentro dos cálculos da meta e tenha base Legal para a execução, o montante impacta no orçamento público e contribui para a piora da percepção fiscal, que tem sido alertada por especialistas ouvidos pela CNN. CNN 

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Brasil15 de jun. de 2025 há 10 meses

Pressionado, Haddad reage: “Estamos arrumando sua bagunça, Bolsonaro”

Em um momento no qual enfrenta forte pressão dentro e fora do governo, em meio à tentativa da equipe econômica de aprovar um novo pacote fiscal no Congresso Nacional, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), usou as redes sociais e subiu o tom contra a oposição ao governo Lula, citando expressamente o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo o ministro da Fazenda, o atual governo vem tentando corrigir os erros da administração anterior, especialmente na questão fiscal. “Calote em governadores, calote de precatórios, vendeu empresa pública a preço de banana e, enquanto rifava o Brasil, tentava dar o golpe na democracia”, escreveu Haddad em mensagem publicada em sua conta oficial no X (antigo Twitter), neste sábado (14/6). “Estamos arrumando sua bagunça, Bolsonaro. Quem está isentando o trabalhador do Imposto de Renda somos nós. Quem cobra imposto de bets e bilionários somos nós”, completou o petista. O recado de Haddad bate na mesma tecla destacada pelo ministro durante sua participação em audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, nesta semana. Na ocasião, Haddad foi criticado pelos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Carlos Jodry (PL-RJ), ambos aliados de Bolsonaro. A sessão não pôde ser concluída por causa de um bate-boca que levou a uma confusão generalizada entre governistas e oposicionistas. Durante o entrevero, os parlamentares criticaram Haddad pela condução da política econômica e disseram que o governo Lula não tem compromisso com a responsabilidade fiscal – o ministro foi chamado de “incompetente”. Haddad rebateu ao afirmar que Nikolas e Jordy “precisavam aprender sobre as contas públicas brasileiras”. Durante sua participação na audiência pública, Haddad mencionou o atraso no pagamento de R$ 92 bilhões em precatórios, passivo herdado do governo Bolsonaro e que está sendo regularizado pela atual gestão, segundo o ministro. Metrópoles

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Brasil14 de jun. de 2025 há 10 meses

Datafolha mostra que Bolsonaro venceria Lula no 2° turno: 45% a 44%

O desempenho do presidente Lula (PT) contra adversários em eventual disputa de segundo turno nas eleições de 2026 tem piorado, de acordo com a última pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado (14/6). Agora, Lula aparece em empate técnico tanto com Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, quanto com Tarcísio de Freitas (Republicanos). Em um cenário que apresenta Lula contra Bolsonaro, 45% dos entrevistados disseram que votariam no ex-presidente, e 44%, no petista. O mesmo cenário pesquisado em abril mostrava Lula vencendo Bolsonaro de 49% a 40%. Com Tarcísio assumindo o lugar de Bolsonaro na disputa, Lula fica numericamente à frente, mas ainda em empate técnico: 43% disseram que votariam no presidente e 42% optaram pelo atual governador de São Paulo. Em abril, a vantagem de Lula era bem maior, com 48% para o petista e 39% para Tarcísio. No cenário entre Lula e Michelle, também há empate técnico no limite da margem de erro, já que o petista é citado por 46% dos entrevistados, e Michelle, por 42%. O instituto Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 136 cidades entre os dias 10 e 11 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos. Metrópoles

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Brasil14 de jun. de 2025 há 10 meses

Orgulho de ser brasileiro cai e pessimismo aumenta, mostra Datafolha

O sentimento de orgulho de ser brasileiro caiu de 83% para 74% em apenas um ano, enquanto a vergonha aumentou de 16% para 24%, segundo pesquisa Datafolha divulgada em junho de 2025. Além disso, o medo do futuro atingiu o maior nível da série histórica, com 63% dos brasileiros afirmando sentir medo do que está por vir, frente a 35% que se dizem confiantes. A insegurança é o sentimento mais mencionado entre os brasileiros, com 73% dos entrevistados relatando essa sensação. InfoMoney

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Brasil14 de jun. de 2025 há 10 meses

67% acreditam que Bolsonaro deveria desistir de candidatura, diz Datafolha

Nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (14) mostra que a maioria dos brasileiros ainda acredita que Jair Bolsonaro (PL) deveria abrir mão de disputar a eleição presidencial de 2026. Segundo o instituto, 67% dos entrevistados disseram que o ex-presidente deveria desistir da candidatura. Outros 29% afirmam que ele deveria manter a campanha, e 4% afirmaram não saber ou não quiseram responder. Os números são praticamente iguais aos registrados em abril, quando o mesmo percentual defendia a desistência. Bolsonaro está fora da disputa eleitoral por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que o condenou por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. O levantamento foi feito com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, em 136 cidades do país, nos dias 10 e 11 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Portal G1

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Brasil14 de jun. de 2025 há 10 meses

Provas obtidas por VEJA mostram que Mauro Cid mentiu no STF sobre mensagens

A defesa de Jair Bolsonaro nunca escondeu que uma das estratégias para tentar livrar o ex-presidente da acusação de golpe é desqualificar as revelações feitas pelo tenente-coronel Mauro Cid. O ex-ajudante de ordens fez um acordo de delação premiada e, em troca de benefícios, ajudou a PF a montar o quebra-cabeça do suposto plano urdido no fim de 2022 para anular as eleições, impedir a posse de Lula e manter o ex-capitão no poder. Na segunda 9 e na terça 10, o Supremo Tribunal Federal começou a interrogar os oito réus acusados de integrar o núcleo central da conspirata. Cid foi o primeiro a ser ouvido. De uma maneira geral, repetiu boa parte do que já havia dito antes. Em vários momentos, no entanto, soou tatibitate ao narrar certas passagens e foi acometido por alguns estranhos lapsos de memória. Ao longo de quase quatro horas de depoimento, repetiu incontáveis vezes “não me lembro” e “não me recordo”. DETALHES - Cid conta que prestou depoimento durante três dias e reclama de manipulação (./.) Uma novidade capaz de provocar uma turbulência surgiu no final da audiência, quando um dos advogados de Jair Bolsonaro, Celso Vilardi, fez uma pergunta fortuita. “Quero saber se ele fez uso em algum momento para falar de delação de um perfil no Instagram que não está no nome dele”, indagou. Cid disse que não. O defensor do ex-presidente insistiu: “Ele nunca usou perfil de mídia social para falar com ninguém?”. Cid, de novo, garantiu que não. “Conhece um perfil chamado @gabrielar702?”, tentou mais uma vez o advogado. Cid, nesse momento, gaguejou: “Esse perfil, eu não sei se é da minha esposa”. PERSEGUIÇÃO - O ex-ajudante de ordens diz que se sentiu pressionado e que os investigadores teriam um objetivo preestabelecido, que era prender o ex-presidente (./.)Era uma armadilha — e o tenente-coronel, ao que parece, caiu nela sem perceber. Ao assinar o acordo de delação premiada com a Justiça, ele assumiu o compromisso de falar a verdade, manter em segredo o teor de suas revelações, não ter contato com outros investigados nem usar redes sociais. Vilardi sabia que Cid havia desrespeitado ao menos duas determinações impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF — e as provas de que isso de fato aconteceu estão em um conjunto de mensagens trocadas entre o tenente-coronel e uma pessoa do círculo próximo a Jair Bolsonaro. VEJA teve acesso aos diálogos. Eles mostram que Cid, já na condição de delator, fazia jogo duplo. Enquanto fornecia à PF informações sobre a movimentação antidemocrática, contava a pessoas próximas uma versão completamente diferente do caso. Nessas conversas, revelou a terceiros o teor de seus depoimentos à PF e bastidores do que se passava durante as audiências. O militar fala em pressões, conta que o delegado responsável pelo inquérito tentava manipular suas declarações e diz que Alexandre de Moraes já teria decidido condenar alguns réus antes mesmo do julgamento. Essas confidências, em tese, podem resultar na anulação do acordo de colaboração e, por consequência, na revisão dos benefícios dados ao tenente-coronel. Há um problema adicional para o delator. Antes do início do interrogatório, Cid foi advertido por Moraes sobre a obrigação de falar apenas a verdade. Ao afirmar, na sequência, que não usou a rede social, ele mentiu. As mensagens obtidas por VEJA foram trocadas entre 29 de janeiro e 8 março de 2024. O acordo de colaboração premiada havia sido homologado por Alexandre de Moraes cinco meses antes. Nesse período, Cid usava tornozeleira, tinha obrigação de se apresentar semanalmente a um juiz e já estava proibido de se comunicar com investigados e falar sobre o conteúdo de sua delação. Por alguma razão, ele decidiu burlar a determinação de Moraes, usando o Instagram @gabrielar702 para conversar com colegas e pessoas diretamente interessadas no andamento das investigações. Nos diálogos, fala abertamente das longas oitivas que estava tendo de enfrentar — “Foram três dias seguidos” — e do desconforto em relação ao trabalho dos investigadores — “Toda hora queriam jogar para o lado do golpe… e eu falava para trocar porque não era aquilo que tinha dito”. Há várias citações a Alexandre de Moraes, identificado pelas iniciais “AM”. Em uma delas, o tenente-coronel diz ao interlocutor que o “jogo é sujo”, que as petições dos advogados não adiantam nada e que o ministro “já tem a sentença pronta” para condenar ele, o “PR, Heleno e BN” — referência a Jair Bolsonaro e aos generais Augusto Heleno e Walter Braga Netto. Em outra conversa, ao fazer considerações sobre os depoimentos que estava prestando, o delator é indagado sobre a postura do delegado que conduzia o inquérito. “Sabe tentar te conduzir para onde ele quer chegar”, ressaltou Cid. O interlocutor então pergunta se o “ele” é Alexandre de Moraes ou Luís Roberto Barroso, presidente do STF. Cid responde: “AM é o cão de ataque”, “Barroso é o iluminista pensador”. E arremata: “Quem executa é o AM”. As críticas a Moraes, aliás, são constantes, com algumas variações de nível. O ministro, segundo o delator, “tem talento”, mas para ser um “grande pensador Netflix”. “Não precisa de prova!!! Só de Narrativas!!!! E quando falam de provas… Metem os pés pelas mãos… Como foi com FM… que não viajou aos EUA”, ressalta o tenente-coronel, se referindo a Filipe Martins, o ex-­auxiliar de Bolsonaro preso por ordem do ministro por supostamente ter tentado fugir do país, o que até hoje não foi comprovado. Cid se mostra resignado com o futuro. “Eu acho que já perdemos… Os Cel PM (coronéis da Polícia Militar do Distrito Federal) vão pegar 30 anos… E depois vem para a gente”, diz. Uma das alternativas naquele momento para evitar as prisões de todos, na avaliação dele, seria um movimento conduzido pela cúpula do Congresso. “Só o Pacheco ou o Lira vai (sic) nos salvar. O STF está todo comprometido. A PGR vai denunciar”, diz. A outra alternativa vislumbrada era a ascensão de Donald Trump, então candidato a presidente nos Estados Unidos, que poderia impor sanções ao Brasil. “Uma

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Brasil14 de jun. de 2025 há 10 meses

DataFolha: Orgulho de ser brasileiro cai e pessimismo aumenta

MENOS ORGULHO, MAIS MEDO   O sentimento de orgulho de ser brasileiro caiu de 83% para 74% em apenas um ano, enquanto a vergonha aumentou de 16% para 24%, segundo pesquisa Datafolha divulgada em junho de 2025.   Além disso, o medo do futuro atingiu o maior nível da série histórica, com 63% dos brasileiros afirmando sentir medo do que está por vir, frente a 35% que se dizem confiantes.   A insegurança é o sentimento mais mencionado entre os brasileiros, com 73% dos entrevistados relatando essa sensação.

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Brasil13 de jun. de 2025 há 10 meses

PF prende ex-ministro Gilson Machado no Recifel

O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, foi preso nesta sexta-feira (13) em Recife (PE). A informação foi confirmada pela Polícia Federal (PF) ao blog. Para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a PF, havia indícios de que o ex-ministro do Turismo tentou emitir um passaporte português para que Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, deixasse o Brasil. G1  

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Brasil13 de jun. de 2025 há 10 meses

STF revoga prisão de Mauro Cid

O Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a prisão do tenente-coronel Mauro Cid, na manhã desta sexta-feira (13), minutos após ter sido decretada. A decisão foi realizada no âmbito da investigação que mira o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, que teria atuado para obter a expedição de um passaporte português para Cid. Apesar da revogação, o militar deve ser levado para a sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, para um novo depoimento. A previsão é que a oitiva ocorra ainda na manhã desta sexta. CNN  

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Brasil13 de jun. de 2025 há 10 meses

Sessão conjunta na Câmara homenageia Bolsonaro com títulos de cidadania natalense e norte-riograndense

A Câmara Municipal de Natal realizou, nesta quarta-feira (12), uma sessão solene conjunta com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte para homenagear o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Na ocasião, foram entregues os títulos de cidadão natalense, por proposição do vereador Subtenente Eliabe (PL), e de cidadão norte-rio-grandense, de autoria do deputado estadual Coronel Azevedo (PL). A cerimônia ocorreu no plenário da Câmara Municipal. “Essas honrarias me fortalecem a continuar lutando”, agradeceu Bolsonaro, na tribuna da Câmara, depois de, em discurso, relembrar a própria trajetória política, o esforço pela conclusão da transposição do São Francisco e o caráter municipalista de sua gestão. O presidente da Casa, vereador Eriko Jácome (PP), abriu a solenidade e afirmou que o momento marca a história do Legislativo natalense. “Tenho muito orgulho de presidir esta Casa e, hoje, fazer a entrega da maior honraria da Câmara ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Estamos aqui cumprindo o nosso dever, com alegria e responsabilidade, representando o parlamento e a vontade aprovada pelos vereadores”, declarou. Autor da proposta na Câmara, o vereador Subtenente Eliabe (PL) destacou que a honraria reconhece as ações do ex-presidente voltadas ao desenvolvimento da capital potiguar. “Foi o presidente que mais vezes esteve em Natal, criando uma conexão com a população. Também foi o que mais enviou recursos para obras estruturantes, como a engorda de Ponta Negra, o Complexo Turístico da Redinha, a requalificação da Felizardo Moura e o Hospital Municipal. Inclusive, o único hospital de campanha construído durante a pandemia em Natal foi com recursos do governo Bolsonaro”, afirmou. O prefeito de Natal, Paulinho Freire, também presente à solenidade, reforçou a importância do gesto simbólico da Casa. “Durante os quatro anos de governo Bolsonaro, Natal recebeu muitos recursos que se transformaram em obras para a cidade. A melhor forma de reconhecimento é entregar um título de cidadania, a maior honraria da cidade, a quem tanto fez por Natal”, disse. O deputado estadual Coronel Azevedo (PL), autor da proposição aprovada na Assembleia, ressaltou que a solenidade conjunta foi articulada para permitir a entrega das duas honrarias durante a breve passagem de Bolsonaro por Natal. “A sessão conjunta foi uma construção importante entre a Assembleia Legislativa e a Câmara Municipal. Unir as homenagens em um único ato foi a melhor forma de valorizar esse momento. Houve entendimento e boa vontade de todos para concretizar essa homenagem conjunta”, afirmou. Participaram da sessão solene os vereadores Camila Araújo (União), Chagas Catarino (União), Cleiton da Policlínica (PSDB), Daniell Rendall (Republicanos), Daniel Santiago (PP), Fúlvio Saulo (Solidariedade), Irapoã Nóbrega (Republicanos), Kleber Fernandes (Republicanos), Luciano Nascimento (PSD), Preto Aquino (Podemos), Robson Carvalho (União) e Tony Henrique (PL). A mesa dos trabalhos foi composta pelo presidente da Câmara Municipal de Natal, vereador Eriko Jácome (PP); pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro; pelo vereador propositor Subtenente Eliabe (PL); pelo prefeito Paulinho Freire; pelo senador Rogério Marinho (PL); pelo deputado estadual Coronel Azevedo (PL); pelo ex-prefeito Álvaro Dias; pelo deputado estadual de Pernambuco, Coronel Feitosa (PL); e pela deputada federal Carla Dickson (União Brasil). Texto: Ilana AlbuquerqueFotos: Elpidio Junior e Fan Max

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Brasil13 de jun. de 2025 há 10 meses

Ezequiel discute pleitos prioritários para Pendências em reunião com lideranças locais

  O município de Pendências, localizado na região do Vale do Açu, foi pauta de reunião realizada nesta quinta-feira (12), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), recebeu a ex-prefeita Preta para discutir uma série de reivindicações voltadas à melhoria da infraestrutura, saúde e educação no município. Entre os pleitos apresentados estão a perfuração e instalação de poços tubulares para garantir acesso à água nas comunidades rurais, a extensão da rede de esgotamento sanitário, a recuperação da RN-224 – importante via que liga Pendências ao distrito de Mulungu –, além da reforma e reestruturação da Escola Estadual Luís Gonzaga e a destinação de uma ambulância para reforçar o atendimento na rede municipal de saúde. A reunião também contou com a participação do ex-vereador Luiz do Porto, que reforçou a importância das demandas para o desenvolvimento do município e melhoria da qualidade de vida da população. O deputado Ezequiel Ferreira destacou que a Assembleia Legislativa mantém diálogo permanente com os municípios potiguares, ouvindo suas necessidades e articulando soluções junto ao Governo do Estado e aos demais entes públicos. “Nosso compromisso é fortalecer os municípios e atuar de forma efetiva para que as melhorias cheguem onde a população mais precisa”, afirmou.

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