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Brasil23 de jun. de 2025 há 10 meses

Bolsonaro é diagnosticado com pneumonia, tem quadro de hipertensão e tontura

Após passar mal durante agenda em Goiás, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizou exames laboratoriais e de imagem, na manhã deste sábado (21) no hospital DF Star, em Brasília. Segundo o médico Cláudio Birolini, que acompanha o ex-mandatário, os resultados indicaram um quadro de pneumonia viral. Birolini afirmou que Bolsonaro apresenta tosse desde a semana passada. Hoje, ele realizou uma tomografia de tórax e abdômen, depois de também sentir indisposição estomacal. “Ele provavelmente teve um quadro de pneumonia viral, estava com muita tosse semana passada. Vamos dar uns dias de antibiótico pra ele tomar”, disse Birolini em coletiva neste sábado. O médico afirmou ainda que o ex-presidente está saindo do hospital com um monitor de pressão arterial, após apresentar episódios de hipertensão. O monitoramento será realizado pelas próximas 24 horas. Ao sair do hospital, Bolsonaro afirmou que se sente “meio tonto, mas bem”. O ex-mandatário ainda destacou o impacto da idade na sua condição de saúde: “a idade pesa bastante na gente, e já foram sete cirurgias e espero que seja a última”. O ex-presidente se referiu a uma cirurgia de 12 horas de duração realizada em abril, devido a um caso de obstrução intestinal. *Informações da CNN

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Brasil23 de jun. de 2025 há 10 meses

Sindicato de irmão de Lula tentou descontar até do Bolsa Família

O Sindicato Nacional de Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), dirigido pelo irmão do presidente Lula, Frei Chico, atuou no início deste terceiro mandato de Lula na Presidência para flexibilizar as regras a fim de subtrair dos contracheques de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) uma mensalidade, sem que o beneficiário autorizasse. A entidade articulou para que obter valores através de descontos também dos benefícios do programa Bolsa Família. Pleno News

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Brasil23 de jun. de 2025 há 10 meses

Estatais acumulam rombo recorde de R$ 2,7 bilhões nos primeiros meses de 2025

Ao discursar na conferência anual do Partido Conservador em outubro de 1983, a então primeira-ministra britânica Margaret Thatcher resumiu com eloquência um princípio que deveria nortear qualquer governante: o de que não existe dinheiro público, há apenas o dinheiro dos contribuintes. Por isso, aplicá-lo bem deveria ser um compromisso moral dos gestores — sejam eles políticos eleitos ou servidores de carreira. No caso dos governos petistas, esse tipo de ensinamento costuma ser ignorado, como demonstra o apego ideológico em defesa de alguns notórios ralos que drenam os já escassos recursos da União. É o caso das estatais federais, cujo déficit acumulado de janeiro a abril saltou 68% ante o mesmo período do ano passado e atingiu o recorde de 2,7 bilhões de reais, segundo o Banco Central. “A cifra em si não é grande, diante de outros gargalos fiscais”, diz Alexandre Schwartsman, ex-­diretor do Banco Central e colunista de VEJA. “Mas ela passa um sinal muito ruim para o mercado sobre como o governo administra suas empresas.” A displicência com o dinheiro dos contribuintes permitiu que as 122 estatais da União encerrassem 2024 com um rombo acumulado de 6,7 bilhões de reais, multiplicando por dez o déficit de 656 milhões do ano anterior. O Palácio do Planalto argumenta que os números mostram a retomada dos investimentos estratégicos por parte das companhias, após o represamento promovido pelo governo Bolsonaro. A explicação, porém, esbarra na falta de transparência sobre a destinação efetiva desses recursos. “Com certeza, as estatais não investiram tudo o que dizem”, afirma Schwartsman. “O governo precisa detalhar esses gastos.” Seria uma atitude salutar, já que esse déficit é coberto pelo orçamento reservado a despesas não obrigatórias, conhecidas como discricionárias. Com o crescimento acelerado dos gastos obrigatórios com a Previdência Social, a saúde e a educação, entre outros, essa fatia do Orçamento encolhe a cada ano e o próprio Ministério do Planejamento estima que ela se esgote já em 2027. Se a previsão se confirmar, a máquina pública será paralisada. O impacto será maior nas chamadas estatais dependentes. O grupo é composto por dezessete empresas que quase não geram receitas próprias e sobrevivem às custas do Tesouro. É o caso da Telebras. Extinta em 1998 após a privatização do setor de telefonia, a companhia foi recriada por Lula em 2010, durante seu segundo mandato, para fornecer internet rápida às escolas públicas. Desde então, a Telebras acumula perdas. No ano passado, o aporte de 158 milhões de reais realizado pelo Tesouro não impediu a empresa de registrar um prejuízo de 67 milhões. As causas da crônica ineficiência das estatais são bastante conhecidas e vão do loteamento político de cargos executivos à falta de incentivo para que os demais funcionários melhorem os resultados, passando pela pesada burocracia que trava sua gestão. Tais fatores, porém, não devem estimular a indulgência com a má administração, como se fosse algo inevitável que condenasse as companhias públicas a perder a corrida contra suas rivais privadas. “As empresas privadas tendem a ser mais eficientes”, diz Gesner Oliveira, sócio da GO Associados e ex-presidente da Sabesp, a concessionária paulista de saneamento. “Mas isso não pode servir de desculpa para os grandes prejuízos das estatais.” Mesmo aquelas que geram receita suficiente para não depender do Tesouro são vistas com reservas pelo mercado. Um exemplo recente é o Banco do Brasil, que causou uma péssima impressão ao divulgar um lucro de 7,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano. O resultado, que representa uma queda de 21% em relação ao do mesmo período de 2024, acarretou um tombo de 13% na cotação de suas ações. Entre as causas do mau desempenho está a lentidão em aderir à Resolução nº 4.966 do Conselho Monetário Nacional, que alterou os critérios de reconhecimento de algumas receitas das instituições financeiras. “Os outros bancos já haviam aderido às novas regras”, diz João Abdouni, analista da casa de análise Levante. “O fato de o Banco do Brasil adotá-­las apenas agora prejudicou os resultados.” O atraso custou caro: enquanto suas ações acumulam perda de 10% neste ano, rivais como o Itaú e o Bradesco festejam uma disparada de 38% e 49% nos preços de seus papéis, respectivamente. Em outros casos, a ingerência política é explícita e se torna impossível desvinculá-la do fraco desempenho das estatais. O exemplo mais claro é o da Petrobras. Desde o retorno de Lula ao Palácio do Planalto, a companhia adotou uma nova política de reajuste dos combustíveis, contestada pelos economistas por permitir defasagens maiores em relação ao mercado internacional. A insatisfação dos investidores com o intervencionismo petista é expressa pela surra aplicada às suas ações, que acumulam uma queda de 9% neste ano. É verdade que o setor petrolífero anda volátil, mas basta olhar para rivais para constatar que a estatal tem grande parte da culpa por este momento ruim. As ações da Prio, maior companhia privada do setor no país, acumulam alta de 9% em 2025. Lá fora, a ExxonMobil já vale 5% mais, e a Chevron, 2%. Tamanha diferença expressa o “desconto” que o mercado aplica aos papéis de empresas estatais, justamente por estarem à mercê de interferências políticas. “O fato de uma companhia ser estatal pesa no prêmio de risco da ação”, afirma Felipe Miranda, executivo-chefe da casa de análises Empiricus. “Esses descontos são particularmente relevantes quando temos governos como o de Lula.” Para entender o que Miranda quer dizer, basta verificar como os ministros de Lula enxergam as estatais. A ala econômica, liderada pelo titular da Fazenda, Fernando Haddad, as encara como uma fonte de dividendos para ajudar a tapar o rombo fiscal. Isso, claro, no caso das companhias lucrativas. Quanto às deficitárias, as amarras ideológicas impedem que se encontre uma solução para reverter as perdas. A resistência a uma reestruturação dessas empresas parte de quem deveria liderar a iniciativa, a ministra da Gestão, Esther Dweck, que já declarou que o objetivo da reforma administrativa não é cortar gastos. Por mais que se escore no pretexto de promover a justiça social para defender a gastança, faria bem a

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Brasil21 de jun. de 2025 há 10 meses

Bolsonaro volta a ser internado

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi hospitalizado neste sábado (21) em Brasília, após apresentar sintomas de mal-estar que o forçaram a suspender compromissos políticos em Goiás na sexta-feira (20). Ele está no hospital DF Star, onde passa por uma série de exames para apurar se o desconforto está ligado à cirurgia abdominal realizada em abril.Segundo pessoas próximas ao ex-presidente ouvidas pela Folha de S.Paulo, a permanência de Bolsonaro na unidade de saúde será avaliada conforme os resultados clínicos forem sendo concluídos ao longo do dia.A equipe médica responsável inclui o cirurgião Claudio Birolini, que se deslocou de São Paulo para acompanhar pessoalmente o estado de saúde do ex-presidente. O mal-estar ocorreu durante uma visita a Anápolis (GO), onde Bolsonaro receberia um diploma de honra ao mérito da prefeitura. O evento precisou ser cancelado, e ele retornou imediatamente à capital federal.Na manhã anterior, Bolsonaro já havia dado sinais de que não se sentia bem, durante cerimônia na Câmara Municipal de Aparecida de Goiânia, onde recebeu o título de cidadão da cidade. Na mesma ocasião, fez referência à eleição de 2018: “Foi decidida pela mão de Deus”, disse. Antes de apresentar sintomas mais agudos, o ex-presidente havia visitado o Frigorífico Goiás — conhecido por ter comercializado, durante a campanha presidencial, a chamada “Picanha Mito” ao valor simbólico de R$ 22, alusão ao número que Bolsonaro utilizava nas urnas. Folha de S. Paulo

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Brasil21 de jun. de 2025 há 10 meses

Alexandre de Moraes defende pena de 17 anos para

O Supremo Tribunal Federal (STF) avançou no julgamento dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, em Brasília. Nesta sexta-feira (20), o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Nelson Ribeiro Fonseca Júnior a 17 anos de prisão. Entre os crimes atribuídos a Nelson estão abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, deterioração de patrimônio tombado, dano qualificado, associação criminosa armada e furto qualificado. Durante a invasão à Câmara dos Deputados, além de depredar o prédio público, o réu furtou uma bola de futebol autografada por Neymar Jr., que fazia parte de uma exposição oficial. Além da pena de prisão, Moraes também determinou que Nelson pague uma multa indenizatória de R$ 30 milhões, valor que será dividido entre todos os réus condenados pelo STF pelos ataques golpistas.

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Brasil21 de jun. de 2025 há 10 meses

Rodeio, Disney e falta de resultado: como está o ‘autoexílio de Eduardo Bolsonaro nos EUA

LONGE DO CONGRESSO 🇺🇸 Há mais de três meses nos Estados Unidos, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) mantém o discurso de “exílio político” enquanto articula sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.⁣⁣A estadia, que completa quatro meses na próxima semana, tem recebido críticas de parlamentares do entorno do deputado que reclamam da falta de “resultados concretos” e reprovam o compartilhamento de viagens e eventos por sua esposa, Heloísa Bolsonaro, nas redes sociais, que inclui participação em rodeio e até uma viagem à Disney.⁣ Estadão

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Brasil21 de jun. de 2025 há 10 meses

CONGRESSO: Natália Bonavides e Fernando Mineiro estão entre os 92% dos deputados do PT que votaram para elevar a conta de luz

O Congresso Nacional derrubou, na terça-feira (17/6), dispositivos do veto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) havia aplicado no texto do Marco Regulatório de Energia Offshore, o que deve gerar o aumento da conta de luz no Brasil nos próximos anos. O governo federal estima que a ação dos parlamentares pode resultar em um impacto de R$ 525 bilhões no encarecimento da energia até 2040. O que chama a atenção na decisão do Congresso é que a derrubada do veto contou com apoio significativo dos deputados e senadores de partidos da base governista. Dos 68 deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara, por exemplo, 63 votaram pela derrubada, ou seja, 92,6% da bancada. Entre os senadores da sigla, o percentual ficou em 77,7%. O placar final da votação no Congresso Nacional, que resultou na derrubada do veto, ficou da seguinte forma: Senadores 48 votaram pela derrubada do veto de Lula12 votaram pela manutenção do veto de LulaDeputados Federais 347 votaram pela derrubada do veto56 votaram pela manutenção do veto Metrópoles

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Brasil20 de jun. de 2025 há 10 meses

92% dos deputados do PT votaram para elevar conta de luz; impacto é de RS 20 bilhões

A conta de luz pode ter um aumento de 3,5% para os consumidores, depois que o Congresso derrubou parte dos vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a um projeto para estimular a geração de energia eólica em alto-mar. A votação ocorreu na terça-feira (17) e senadores e deputados do Piauí foram favoráveis à derrubada. Segundo cálculos do Ministério de Minas e Energia, o impacto é de R$ 20 bilhões. No Senado, 10 dos 11 senadores do MDB votaram pela derrubada do voto; veja lista abaixo: – 2 de 3 do PDT;– 3 de 7 do PP;– 1 de 4 do PSB;– 11 de 14 do PSD;– 7 de 9 deputados do PR;– 1 de 4 do Republicanos;– 7 de 2 do União. Já na Câmara, 28 dos 44 deputados do MDB votam a favor;– 11 de 17 DO PDT;– 7 de 8 do PCdoB;– 28 de 50 do PP;– 10 de 15 do PSB;– 33 de 45 do PSD;– 63 de 68 do PT;– 44 de 37 do Republicanos;– 39 de 60 do União Brasil. Globo News

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Brasil20 de jun. de 2025 há 10 meses

Injeção que impede contaminação por HIV é aprovada nos EUA

DUAS APLICAÇÕES AO ANO A FDA, agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o medicamento lenacapavir, vendido sob o nome comercial de Yeztugo, pela farmacêutica Gilead Sciences, como um esquema de profilaxia pré-exposição ao HIV (PrEP), ou seja, para prevenir uma infecção pelo vírus. O remédio é considerado inovador por ser injetável e demandar apenas duas aplicações ao ano para garantir uma eficácia de quase 100%. Hoje, o esquema de PrEP disponível, inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, envolve comprimidos orais que precisam ser tomados diariamente. O lenacapavir recebeu o sinal verde nos EUA para adultos e adolescentes com o único requisito de pesarem pelo menos 35 kg. Daniel O’Day, presidente e diretor-executivo da Gilead Sciences, descreveu a aprovação como “um dia histórico na luta de décadas contra o HIV” e disse que o medicamento “oferece uma oportunidade muito real de ajudar a acabar com a epidemia”. InfoMoney

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Brasil20 de jun. de 2025 há 10 meses

Governo Lula gastará quase R$ 10 milhões com agência de viagem

O governo Lula (PT) lançou nesta semana uma licitação para contratar uma agência de viagem com o objetivo de receber “serviços completos de hospedagem em todo o território nacional”. O valor previsto para o gasto é de R$ 9,8 milhões. O contrato a ser assinado terá duração de um ano, mas poderá ser prorrogado por até uma década. O serviço atenderá a Presidência da República. Pleno News

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Brasil20 de jun. de 2025 há 10 meses

A convite de Tasso e Aécio, Ciro retorna para o PSDB, para ser candidato a governador em 2026

Depois de 29 anos, Ciro Gomes retornará a sua filiação ao PSDB e será candidato ao Governo do Estado em 2026. A volta de Ciro ao ninho tucano foi articulada pelo deputado federal Aécio Neves e pelo ex-senador Tasso Jereissati. O FG, que está há mais de dez anos no PDT, vem mantendo conversas reservadas com lideranças tucanas. Em maio, já havia confidenciado a deputados estaduais ter recebido um convite de Tasso para integrar o PSDB. Na ocasião, defendeu o nome de Roberto Cláudio para a eleição estadual, mas não descartou sua própria candidatura em caso de “situação extrema”. A aproximação com o PSDB, nesse contexto, surge como oportunidade mútua: para Ciro, um novo palanque; para os tucanos, uma chance de relevância no Nordeste e, eventualmente, no cenário nacional, após sucessivas derrotas nas últimas eleições A Voz de Santa Quitéria 

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Brasil20 de jun. de 2025 há 10 meses

Bolsonaro passa mal, cancela compromissos em Goiás e retorna a Brasília

Notícia urgente: o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou a agenda oficial que teria em Goiás nesta sexta-feira (20). A decisão foi tomada após o ex-presidente passar mal durante um evento em Goiânia, capital do Estado. A notícia é do portal Terra. A informação foi confirmada por meio de comunicado publicado nas redes sociais do prefeito de Anápolis, Márcio Corrêa (PL), cidade onde Bolsonaro tinha participação prevista. No comunicado, o prefeito informou que Bolsonaro foi levado de volta a Brasília, sem dar maiores detalhes sobre o estado de saúde do ex-presidente. Na quinta-feira, ao receber uma homenagem na Câmara de Aparecida de Goiânia, Bolsonaro já havia reclamado de problemas estomacais após um arroto fazê-lo interromper o discurso: “Desculpe aqui porque eu estou muito mal. Eu vomito 10 vezes por dia, talvez. Talvez desce a primeira daqui há pouco aí”, afirmou. Blog Gustavo Negreiros

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