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Rio Grande do Norte1 de jul. de 2025 há 10 meses

Prefeito Allyson anuncia Shirley Targino como nova secretária de Assistência Social

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, anunciou nesta terça-feira (1º), mudança no secretariado. A ex-prefeita de Messias Targino, Shirley Targino assumirá a Secretaria de Assistência Social, Cidadania e Juventude. De acordo com o Allyson Bezerra, Shirley “chega para somar e fortalecer ainda mais nosso trabalho”. Allyson também agradeceu Etevaldo Almeida pela atuação na Secretaria de Assistência Social e informou que ele assumirá um novo desafio na Prefeitura de Mossoró.

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

Tarcísio diz que concederá indulto a Bolsonaro se for eleito presidente

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que, se eleito presidente da República em 2026, concederá indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi feita a empresários, banqueiros e representantes do mercado financeiro, segundo informações do portal UOL. Bolsonaro é réu em ação penal no STF por suspeita de liderar uma tentativa de golpe de Estado em 2022. Para Tarcísio, o perdão ao ex-presidente seria um “preço barato” a se pagar pela “pacificação” do Brasil. Segundo interlocutores, Tarcísio tem afirmado repetidamente que concederia o indulto a Bolsonaro caso fosse eleito presidente, “da mesma forma que qualquer outro candidato da direita faria”. InfoMoney

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

Governo pressiona presidente dos Correios a realizar demissões

O presidente dos Correios, Fabiano Silva, está no centro de uma disputa política que envolve o Palácio do Planalto e o Senado Federal.Jair Bolsonaro merchandiseAlém de ser alvo de interesse direto do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deseja indicar um nome para a chefia da estatal, Fabiano também enfrenta pressões internas para tomar medidas drásticas que envolvem corte de pessoal e alienação de imóveis públicos.Segundo apuração do portal Metrópoles, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, teria sugerido a Fabiano, em reunião ocorrida em junho e com a presença da ministra Esther Dweck (Gestão e Inovação), que fosse promovida a demissão de cerca de 10 mil funcionários e a venda de patrimônios da empresa. A estimativa é de que essas ações poderiam gerar cerca de R$ 2 bilhões, amenizando o rombo de R$ 2,6 bilhões registrado em 2024.Apesar da proposta, Fabiano recusou a ideia e reafirmou que não pretende entrar para a história como o responsável por facilitar a privatização dos Correios. Segundo aliados, ele defende que as demissões se restrinjam ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) recentemente lançado. Em resposta à reportagem, Rui Costa negou ter feito tal sugestão, mas o veículo manteve a informação com base em outras fontes.Diante do cenário crítico, Fabiano buscou apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem teria discutido a possibilidade de um aporte de R$ 1 bilhão em 2025 para socorrer as finanças da estatal. No entanto, Haddad não assumiu compromissos. Com mandato previsto para terminar em 6 de agosto de 2025, o atual presidente já sinalizou que não pretende continuar no cargo. O comando da estatal é cobiçado por Alcolumbre, sob o argumento de que o União Brasil já lidera o Ministério das Comunicações, ao qual os Correios são subordinados Metrópoles  

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

ASSÉDIO SEXUAL: universidades e institutos federais deixam de afastar professores por “falta de pessoal”

Por “conveniência ao serviço público”, universidades e institutos federais de ensino (IFs) deixaram de afastar, mesmo que temporariamente, professores e servidores punidos por condutas de conotação sexual. Levantamento feito pela coluna do jornalista Tácio Lorran, do Metrópoles, identificou nove casos, nos últimos 10 anos, em que servidores públicos dessas instituições de ensino, acusados de assédio sexual, foram penalizados inicialmente com uma suspensão, mas tiveram a punição convertida em multa em razão da falta de pessoal no quadro de funcionários das universidades e IFs. O cenário evidencia a dificuldade das instituições de ensino em punir funcionários públicos acusados de assédio sexual. Nesses casos, os docentes e servidores pagam uma multa, de acordo com o salário que ganham, e continuam frequentando o ambiente acadêmico – em muitas situações, convivendo nos mesmos espaços que suas vítimas. Foram analisados dezenas de Processos Administrativos Disciplinares (PADs) em universidades e IFs obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) junto às instituições de ensino. Os documentos revelam que estudantes, professoras e funcionárias têm sido vítimas de constrangimentos, agressões e até estupros em câmpus de todo o Brasil. Suspender ou aplicar uma punição com impacto direto no bolso As punições decorrentes dos PADs variam entre advertência, suspensão de até 90 dias (que pode ser convertida em multa), demissão e cassação da aposentadoria. De acordo com a Lei do Servidor (Lei 8.112/1990), a suspensão pode ser convertida em multa, total ou parcialmente, “quando houver conveniência para o serviço”. A multa decorre do desconto de 50% do salário da pessoa. O débito incide conforme o total de dias de punição. Isso aconteceu, por exemplo, com o professor Luciano José Gonçalves Moreira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG), do campus Ouro Preto. Ele foi punido após ser acusado de assédio sexual por nove estudantes. Em um dos casos denunciados, Luciano Moreira ficou atrás da jovem e perguntou se ela sabia guardar segredo, pois havia sonhado com a garota e temia que ela não entendesse o conteúdo do sonho. A outra aluna ele disse: “Queria você na minha estante” e “Queria que minha mulher tivesse o seu cabelo”. A instituição, amparada pela Advocacia-Geral da União (AGU), poupou o docente de uma demissão, por entender que a punição soaria “severa demais”, e decidiu aplicar-lhe uma suspensão de 90 dias, que foi convertida em multa. A punição de Luciano Moreira, publicada em novembro de 2021, ficou assim: 45 dias de suspensão e os outros 45 dias foram convertidos em multa. Em abril daquele mesmo ano, o Instituto Federal de Educação do Rio de Janeiro (IFRJ) suspendeu por 11 dias o professor de física Marco André de Almeida Pacheco, após suposto assédio contra uma adolescente de 14 anos. O caso aconteceu em 2019, no campus Volta Redonda Segundo a adolescente, Marco Pacheco teria passado por ela no hall da instituição de ensino, quando ela estava sozinha, e feito a seguinte abordagem: “Oi, gata. Quando vou pegar você?”. Em seguida, o docente a teria abraçado por trás e tocado na cintura dela. A garota foi encorajada por outras alunas a denunciá-lo. A defesa de Marco André sustentou que a acusação foi baseada em um mal-entendido superdimensionado. Para a comissão que avaliou o caso, o professor usou um termo com “ambiguidade semântica”, além de ter mantido contato físico com a adolescente. O comportamento dele, de acordo com colegiado, mereceu uma suspensão. A punição, no entanto, foi convertida em multa em publicação de ato da Reitoria. Como são calculados os dias de suspensão de um professor ou servidor punido em um PAD Os dias de afastamentos são computados conforme a calculadora de correição da Controladoria-Geral da União (CGU). Noventa dias é o máximo que um servidor pode receber no quesito suspensão. Acessível ao público, a ferramenta recebe o nome de “Calculadora de Penalidade Administrativa e Viabilidade de TAC”. A plataforma reproduz uma tabela com uma lista de infrações e deveres presentes no Estatuto do Servidor Público (Lei 8.112). Entre os casos mais comuns para enquadrar as condutas de conotação sexual estão: Valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública (Art. 117, IX);Manter conduta compatível com a moralidade administrativa (116, IX);Tratar com urbanidade as pessoas (Art. 116, XI);Incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição (Art. 132, V)A partir das infrações, existe uma régua com o parâmetro da dosimetria que aumenta o grau da infração, a partir de uma análise subjetiva de critérios que avaliam a gravidade, danos, agravantes e maus antecedentes. A palavra final para aplicação desse tipo de punição é da reitoria da instituição de ensino. Como última instância, o reitor tem em mãos dois pareceres que orientam sua decisão. O primeiro é o relatório final da comissão processante, formada por três servidores, que sugere a aplicação da pena. O outro, é o parecer da Procuradoria-Geral Federal, órgão, vinculado à Advocacia-Geral da União (AGU) que, presta consultoria e assessoramento jurídicos. Casos em que as suspensões foram convertidas em multa Servidor suspenso por “atos libidinosos” na universidade (Universidade Federal de Rondônia)Professor oferecia beijos em troca de dicas para provas (Universidade Federal de Sergipe)Professor é suspenso após convidar aluna para tomar cerveja (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)Professor para aluna: “Imagino tudo o que você faz com a letra F” (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais)A punição “severa demais” a professor acusado de assédio sexual por 9 alunas (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais)Professor para adolescente: “Oi, gata. Quando vou pegar você?” (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro)“Pau do Stefanelli”: professor fazia “brincadeiras” constrangedoras com estudantes (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo)Servidor rouba dados de estudante e faz abordagem agressiva (Universidade Federal de Santa Catarina)Aluna abandona mestrado após investida do orientador (Universidade Federal de Santa Catarina)Tácio Lorran – Metrópoles

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Rio Grande do Norte1 de jul. de 2025 há 10 meses

Allyson só ficará com Zenaide se ela não seguir com o Governo Fátima

O Mossoró Cidade Junina passou, e o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) voltou a falar de política — especialmente de política eleitoral. Embora tenha deixado claro que só decidirá em 2026 se será ou não candidato ao Governo do Estado (ele não pode disputar o Senado devido à idade), Allyson demonstrou como enxerga o cenário político e as possibilidades que se desenham. Em quase uma hora de entrevista ao Jornal das 6, da 96 FM Natal, Allyson Bezerra afirmou não acreditar em uma disputa polarizada em 2026 entre lulistas e bolsonaristas. Na visão dele, o debate será entre a atual gestão do PT e a oposição. Nesse ponto, Allyson deixou claro que se posiciona como integrante do grupo de oposição, mas afirmou que pretende caminhar ao lado da senadora Zenaide Maia, atualmente aliada ao governo Fátima Bezerra. Por isso, Zenaide terá que escolher se vai ficar com ele ou se vai seguir com Fátima. “Mas, particularmente, acredito que ela não fará isso (ficar com o Governo)”, avaliou. Sobre Rogério Marinho, Styvenson Valentim e Álvaro Dias, Allyson foi só elogios. Inclusive, declarou que não há nenhum impedimento, de sua parte, para dialogar com o senador Styvenson. “Ele é senador, está em primeiro lugar com ampla vantagem. Se a eleição fosse hoje, estaria reeleito — e muito bem reeleito. Nós vamos conversar”, acrescentou. Outro nome citado na entrevista — mais de uma vez, inclusive — foi o de Paulinho Freire. O atual prefeito de Natal foi apontado por Allyson Bezerra como uma figura capaz de “unir” todos os nomes do grupo de oposição, destacando a habilidade política que demonstrou na campanha municipal do ano passado e também no período pós-eleitoral. No encerramento do trecho da entrevista, no entanto, Allyson Bezerra fez questão de ressaltar um ponto: acredita que a disputa estará polarizada entre situação e oposição, mas isso não significa que a oposição precise, obrigatoriamente, estar unida. Ele próprio, relembrou, foi um candidato de oposição na eleição de 2020, em Mossoró, enfrentando outros cinco postulantes oposicionistas. Na época, muitos acreditavam que a fragmentação favoreceria a situação, mas o resultado foi sua vitória. Blog do Gustavo Negreiros

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

Deputada do PSOL quer banir todas as plataformas que não têm representante do Brasil

A deputada federal Talíria Petrone, líder da bancada do PSOL na Câmara, apresentou um projeto de lei que pune com suspensão das atividades todas as plataformas digitais que não mantiverem representação legal no Brasil. Em resumo, todo e qualquer serviço digital – de uma pequena empresa que fornece antivírus ou sistema de VPN até uma grande rede social – seria obrigado a formalizar um representante, ainda que não direcione seus serviços a brasileiros. Basta que o serviço esteja acessível no país para que seja passível de banimento. A justificativa da representante do PSOL é que a medida reforçaria a responsabilidade jurídica das empresas, no sentido de representá-las perante órgãos administrativos e judiciais e assumir a responsabilidade por eventuais multas decorrentes do descumprimento de obrigações legais. No entanto, a proposta é vista com muitas ressalvas por especialistas em Direito Digital, que alertam que a medida criaria um ambiente digital arriscado para empresas, trazendo consequências econômicas ao país, e impactaria o modelo de neutralidade da rede e da internet livre. Para Giuliano Miotto, advogado e diretor-presidente do Instituto Liberdade e Justiça, a eventual aprovação do projeto de lei abriria margem para um perigoso controle estatal sobre o que pode ou não funcionar no ambiente digital brasileiro. “O efeito direto será ainda mais restrições à liberdade digital e aumento da interferência política sobre as plataformas. Na teoria, o alvo seriam as big techs, mas o impacto real recai sobre todo o ecossistema digital — inclusive startups, desenvolvedores independentes e serviços inovadores”, explica. “O Brasil pode dar um passo rumo a um modelo autoritário de regulação da internet, semelhante ao de regimes que bloqueiam serviços à revelia de garantias constitucionais, como Rússia e China”, prossegue.  Gazeta do Povo

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Mundo1 de jul. de 2025 há 10 meses

Homem bêbado “desaparecido” passa horas ajudando uma equipe de busca a procurar por ele mesmo

Durante um passeio com amigos por uma floresta em Bursa, na Turquia, o turco Beyhan Mutlu, de 50 anos, acabou se afastando do grupo e foi dado como desaparecido. Sem saber da confusão, ele acabou se deparando com uma equipe de voluntários que organizava uma busca — e decidiu ajudar. O detalhe inusitado: Mutlu estava ajudando a procurar a si mesmo. Só se deu conta disso horas depois, quando ouviu seu nome ser chamado em voz alta e, naturalmente, respondeu: “Estou aqui!”. O mal-entendido arrancou risos dos voluntários e, após prestar esclarecimentos, ele foi levado para casa pelas autoridades. O episódio lembrou outro caso curioso ocorrido na Islândia em 2012, quando uma turista entrou em um grupo de busca — sem notar que era ela a pessoa procurada. Viralizou

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Entretenimento1 de jul. de 2025 há 10 meses

Quem é essa famosa? O que acharam?

Quem é essa famosa? O que acharam? A cantora Anitta resolveu voltar às redes sociais, de onde estava afastada há 1 mês, e reapareceu com novo visual. A mudança vem causando diferentes reações na internet e muitos fãs perguntaram “quem é essa?”. Mudou tanto assim? O que vocês acharam? BLOG DO BAGADA

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Rio Grande do Norte1 de jul. de 2025 há 10 meses

Deputados criticam Governo do RN e exaltam festas juninas

🗞️ Deputados criticam Governo do RN e exaltam festas juninas Na sessão desta terça (1º) da Assembleia Legislativa, o clima foi de cobrança — e também de comemoração. 💻 O deputado Luiz Eduardo (SDD) criticou a gestão estadual após o TCU recomendar a suspensão da licitação para aluguel de computadores. Também lembrou que a construção do Hospital Metropolitano enfrenta o mesmo problema. Ele sugeriu até a abertura de uma CPI. 🩺 Gustavo Carvalho (PL) engrossou o coro, apontando o caos na saúde pública: hospitais como o Walfredo Gurgel e o Tarcísio Maia estão sofrendo com a falta de insumos. Ele pediu compras emergenciais, mesmo sem licitação. 🎉 Já Neilton Diógenes (PP) foi na contramão: elogiou as festas de São João em Natal e Mossoró, destacando o sucesso das gestões de Paulinho Freire e Allyson Bezerra. “A maior edição da história”, disse, citando até destaque na Globo. 🐾 Encerrando, Ubaldo Fernandes (PSDB) comemorou a aprovação do projeto “Amor de Patas”, que incentiva a adoção de animais de rua. E lembrou: julho é mês das tradicionais festas de Santana no interior do RN. 📌 Crítica, festa e política. Tudo no mesmo plenário.

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Rio Grande do Norte1 de jul. de 2025 há 10 meses

ALRN realiza 1º Encontro Junho Verde e lança Plano de Logística Sustentável

  A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte deu início a um novo capítulo de compromisso com o meio ambiente. Nesta segunda-feira (30), foi realizado o 1º Encontro Junho Verde, reunindo servidores, especialistas e gestores para discutir práticas sustentáveis no serviço público e apresentar o Plano de Logística Sustentável (PLS) da Casa, com metas até 2027. O evento, sediado no auditório Cortez Pereira, destacou a necessidade de racionalizar o uso de recursos como papel, energia e combustível. A abertura ficou por conta de Pedro Cascudo, diretor administrativo da ALRN, que falou sobre os avanços na digitalização e a urgência de reduzir o desperdício: “Questionar o uso de recursos não é mais escolha. É uma exigência do planeta”, afirmou. A programação contou com palestra de Diego Fernandes, analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, que foi direto: “Sustentabilidade não é uma opção, é um princípio constitucional”.Ele lembrou ainda que a crise climática já está batendo à porta, com risco de colapso global a partir de 2030. A professora Marjorie Medeiros, da UFRN, emocionou ao lembrar que: “Não temos mais amanhã. É hoje!”Ela defendeu uma sustentabilidade que também enfrente o racismo ambiental e os impactos desiguais sobre os mais pobres. O PLS da Assembleia apresenta 29 projetos em 11 eixos, com foco em:• Redução do uso de papel e plástico• Eficiência energética• Educação ambiental• Qualidade de vida no trabalho• Contratações sustentáveis Só em 2024, foram usados mais de um milhão de folhas de papel e 560 mil copos plásticos. A coleta seletiva já destinou 50 toneladas de recicláveis a cooperativas, beneficiando famílias e poupando recursos públicos. O diretor-geral Augusto Viveiros destacou que a ALRN está fazendo o possível com os recursos disponíveis: “É um passo importante rumo ao ideal”. O evento terminou com a fala de Ricardo Fonseca, diretor de Políticas Públicas: “Já somos referência em ações sociais. Agora, queremos ser exemplo em sustentabilidade também”. 📍 O Junho Verde não termina no calendário. A meta é transformar a cultura interna e influenciar outras instituições públicas e privadas.

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

Petista faz andar projeto que cria novo imposto sobre cerveja

Em meio aos debates sobre o aumento da carga tributária, o deputado petista Alfredinho (SP) fez avançar na Câmara um projeto que cria um novo tributo sobre bebidas alcoólicas, como é o caso da cerveja e da cachaça. O petista é o relator, na Comissão de Cultura da Casa, de um projeto do ex-deputado e atual prefeito de Maricá, Washington Quaquá (PT), e de Ricardo Abrão (União-RJ) que cria um fundo para financiar o Carnaval brasileiro. A ideia da proposta é abastecer o fundo com uma contribuição sobre a comercialização das bebidas. Nesta segunda-feira (20/6), Alfredinho apresentou uma terceira versão de seu relatório, com um aumento na contribuição. Em maio, uma versão anterior do parecer do deputado petista previa uma alíquota nominal de R$ 0,50 por litro de bebida nacional e R$ 0,10 por litro de bebida alcoólica importada. Agora, em seu novo relatório, Alfredinho retomou a ideia de Quaquá de estabelecer um percentual sobre a venda, sendo 0,5% sobre cerveja, vinho e aguardentes nacionais e 1% sobre bebidas importadas. Caso o projeto seja aprovado, o fundo será distribuído para escolas de samba e blocos carnavalescos. O relatório de Alfredinho prevê destinar 60% para as agremiações, 20% para os blocos e 10% para demais manifestações culturais. Metrópoles

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Brasil1 de jul. de 2025 há 10 meses

Lula perdeu influência externa, diz jornal inglês The Economist

Em artigo publicado no domingo (29), o jornal inglês The Economist avalia que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perdeu influência no cenário internacional neste terceiro mandato, e chama a atenção para a queda de popularidade interna do petista. O texto critica a proximidade de Lula com China e Rússia, diz que o Brasil parece “cada vez mais hostil ao Ocidente” e elenca dificuldades no relacionamento com países vizinhos. Para a publicação, sinais desse distanciamento do Brasil com o Ocidente ficaram evidentes na nota divulgada no último 22 de junho, em referência ao ataque dos Estados Unidos contra o Irã, em meio ao acirramento das tensões no Oriente Médio. Na ocasião, o governo brasileiro condenou “com veemência” a ação norte-americana. “Essa linguagem agressiva colocou o Brasil em desacordo com todas as outras democracias ocidentais, que ou apoiaram os ataques ou apenas expressaram preocupação”, destaca a publicação. O jornal também considera que o Brics, atualmente sob a presidência brasileira, foi transformado em uma plataforma para a China expandir sua influência política e a Rússia legitimar a ação militar contra a Ucrânia. “Originalmente, ser um membro [do Brics] ofereceu ao Brasil uma plataforma para exercer influência global. Agora, faz o Brasil parecer cada vez mais hostil ao Ocidente”, pontua o The Economist. O texto ainda critica o que chamou de falta de esforço de Lula em estreitar laços com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, desde que o republicano assumiu o mandato, enquanto faz gestos a Xi Jinping e Vladimir Putin. “Não há registro de que os dois [Lula e Trump] se tenham encontrado pessoalmente, tornando o Brasil a maior economia cujo líder não apertou a mão do presidente americano. Em vez disso, Lula corteja a China.” Por fim, o jornal considera que a “fraqueza no cenário mundial é agravada pela queda na popularidade de Lula em casa”. A publicação cita dados de pesquisas recentes que apontam redução na aprovação do petista e atribui o cenário à corrupção e aos índices econômicos. Tribuna do Norte

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