Governo pressiona presidente dos Correios a realizar demissões
O presidente dos Correios, Fabiano Silva, está no centro de uma disputa política que envolve o Palácio do Planalto e o Senado Federal.Jair Bolsonaro merchandiseAlém de ser alvo de interesse direto do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deseja indicar um nome para a chefia da estatal, Fabiano também enfrenta pressões internas para tomar medidas drásticas que envolvem corte de pessoal e alienação de imóveis públicos.Segundo apuração do portal Metrópoles, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, teria sugerido a Fabiano, em reunião ocorrida em junho e com a presença da ministra Esther Dweck (Gestão e Inovação), que fosse promovida a demissão de cerca de 10 mil funcionários e a venda de patrimônios da empresa. A estimativa é de que essas ações poderiam gerar cerca de R$ 2 bilhões, amenizando o rombo de R$ 2,6 bilhões registrado em 2024.Apesar da proposta, Fabiano recusou a ideia e reafirmou que não pretende entrar para a história como o responsável por facilitar a privatização dos Correios. Segundo aliados, ele defende que as demissões se restrinjam ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) recentemente lançado. Em resposta à reportagem, Rui Costa negou ter feito tal sugestão, mas o veículo manteve a informação com base em outras fontes.Diante do cenário crítico, Fabiano buscou apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem teria discutido a possibilidade de um aporte de R$ 1 bilhão em 2025 para socorrer as finanças da estatal. No entanto, Haddad não assumiu compromissos. Com mandato previsto para terminar em 6 de agosto de 2025, o atual presidente já sinalizou que não pretende continuar no cargo. O comando da estatal é cobiçado por Alcolumbre, sob o argumento de que o União Brasil já lidera o Ministério das Comunicações, ao qual os Correios são subordinados Metrópoles

O presidente dos Correios, Fabiano Silva, está no centro de uma disputa política que envolve o Palácio do Planalto e o Senado Federal.Jair Bolsonaro merchandise
Além de ser alvo de interesse direto do senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que deseja indicar um nome para a chefia da estatal, Fabiano também enfrenta pressões internas para tomar medidas drásticas que envolvem corte de pessoal e alienação de imóveis públicos.
Segundo apuração do portal Metrópoles, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, teria sugerido a Fabiano, em reunião ocorrida em junho e com a presença da ministra Esther Dweck (Gestão e Inovação), que fosse promovida a demissão de cerca de 10 mil funcionários e a venda de patrimônios da empresa. A estimativa é de que essas ações poderiam gerar cerca de R$ 2 bilhões, amenizando o rombo de R$ 2,6 bilhões registrado em 2024.
Apesar da proposta, Fabiano recusou a ideia e reafirmou que não pretende entrar para a história como o responsável por facilitar a privatização dos Correios.
Segundo aliados, ele defende que as demissões se restrinjam ao Programa de Demissão Voluntária (PDV) recentemente lançado. Em resposta à reportagem, Rui Costa negou ter feito tal sugestão, mas o veículo manteve a informação com base em outras fontes.
Diante do cenário crítico, Fabiano buscou apoio do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com quem teria discutido a possibilidade de um aporte de R$ 1 bilhão em 2025 para socorrer as finanças da estatal. No entanto, Haddad não assumiu compromissos.
Com mandato previsto para terminar em 6 de agosto de 2025, o atual presidente já sinalizou que não pretende continuar no cargo. O comando da estatal é cobiçado por Alcolumbre, sob o argumento de que o União Brasil já lidera o Ministério das Comunicações, ao qual os Correios são subordinados
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