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Política21 de jan. de 2026 há 3 meses

Malu Gaspar: esposa de Moraes atua em caso enviado para Toffoli no STF

Uma decisão sigilosa da Justiça de SP que encaminhou a Dias Toffoli um processo que investiga dois empresários em operações da Gafisa revela que o Banco Master está entre as partes interessadas do inquérito e é representado no caso pelo escritório de Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes. A advogada firmou com o dono do banco um contrato de R$ 129 milhões. A reportagem é da colunista Malu Gasper, do O Globo.   O processo investiga os empresários Nelson Tanure e Gilberto Benevides por suposto uso de informação privilegiada em operações com ações da construtora Gafisa. O despacho foi assinado pela juíza federal Maria Isabel do Prado, na noite do último dia 16, e acabou remetendo o caso ao Supremo Tribunal Federal, onde passou a tramitar sob relatoria do ministro Dias Toffoli.   Na decisão, a magistrada afirma que o Banco Master figura formalmente como “terceiro interessado” no inquérito. Essa classificação se aplica a pessoas físicas ou jurídicas que, embora não façam parte da relação inicial do processo, podem ter seus direitos afetados pela decisão final da Justiça.   O banco, que foi liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central em novembro, é controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro. Apesar de não ter sido denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) no caso da Gafisa, os interesses da instituição podem ser impactados pelo desfecho das investigações, segundo a própria decisão judicial.   A inclusão do Master no processo decorre das conexões apontadas entre o inquérito da construtora e as apurações sobre fraudes envolvendo o banco, citadas na denúncia apresentada pelo MPF em dezembro contra Tanure e Benevides.   De acordo com a decisão, o Banco Master é representado no processo pelo escritório Barci de Moraes, cuja sócia-controladora é a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF Alexandre de Moraes. Também atuam no escritório dois filhos do magistrado, Alexandre e Giuliana, que constam entre os advogados que representam a instituição.   O vínculo entre o banco e o escritório envolve um contrato de R$ 129 milhões, firmado com a instituição controlada por Vorcaro. O documento foi apreendido na primeira fase da Operação Compliance Zero e prevê a prestação de serviços jurídicos de forma ampla, sem delimitação a um processo específico, com a finalidade de representar o banco “onde fosse necessário”.   A decisão da Justiça Federal indica ainda que os serviços advocatícios continuaram sendo prestados mesmo após a liquidação do Banco Master pelo Banco Central.   Embora Vorcaro e o Banco Master não tenham sido denunciados pelo MPF no processo que apura as operações na Gafisa, as investigações apontam ligações entre os negócios de Tanure e Benevides e fundos e gestoras associadas ao banco, como a Trustee e a Planner.   Essas gestoras e fundos também são alvo de apurações no âmbito das investigações sobre o Banco Master, o que levou o Ministério Público a mencionar a instituição na denúncia apresentada em dezembro. Posteriormente, a própria defesa de Nelson Tanure reconheceu a existência dessas conexões.   Diante desse cenário, a juíza entendeu que o caso deveria ser remetido ao STF, já que envolve interesses cruzados e conexões com investigações que já tramitam na Corte.   Com a chegada do inquérito ao Supremo, surge a possibilidade de que o caso relatado por Dias Toffoli seja analisado pelo plenário da Corte. Nesse cenário, o ministro Alexandre de Moraes poderia participar do julgamento, apesar de o Banco Master — parte interessada no processo — ser representado pelo escritório de sua esposa.   Além do Banco Master, a decisão judicial aponta outros terceiros interessados no inquérito, como o investidor Vladimir Joelsas Timerman, acionista da Gafisa que denunciou as movimentações suspeitas, sua gestora Esh Capital, a própria construtora e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).   Conforme revelado anteriormente, o contrato firmado entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master tinha escopo amplo e não estava vinculado a uma causa específica. O valor previsto era de quase R$ 130 milhões, a serem pagos caso o acordo fosse cumprido integralmente, o que não ocorreu após a liquidação da instituição.   Mensagens obtidas por investigadores mostram que Daniel Vorcaro tratava os pagamentos ao escritório de Viviane Barci de Moraes como prioridade absoluta dentro do banco, determinando que os repasses fossem feitos independentemente da situação financeira da instituição.   Viviane Barci de Moraes também representou o Banco Master em outra ação judicial recente. Em outubro de 2024, ela atuou em uma queixa-crime por calúnia e difamação movida por Vorcaro e pelo banco contra o investidor Vladimir Timerman, fundador e gestor da Esh Capital.   Nesse caso, Vorcaro e o Banco Master foram derrotados em todas as instâncias e acabaram condenados pela Justiça de São Paulo ao pagamento dos honorários advocatícios de Timerman. O acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), publicado nesta semana, também traz Viviane e os filhos Alexandre e Giuliana como advogados do processo, ao lado de outros integrantes do escritório.   Foto: divulgação; Fonte: O Globo  

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Política21 de jan. de 2026 há 3 meses

Urgente: Parlamento Europeu bloqueia acordo UE-Mercosul e adia vigência por ao menos dois anos

O Parlamento Europeu decidiu nesta quarta-feira (21) submeter o acordo entre a União Europeia e o Mercosul a uma ‘revisão jurídica’ no Tribunal de Justiça da UE.   A medida foi aprovada em sessão realizada em Estrasburgo, em meio a protestos que cercam a sede da Casa desde o início da semana, e deve adiar a entrada em vigor do tratado por um período mínimo de dois anos, conforme reportagem da Folha de SP.   A iniciativa partiu de uma resolução apresentada por 144 eurodeputados, que pediram um parecer da corte sobre a compatibilidade dos textos do acordo com a legislação europeia.   A proposta foi aprovada por diferença estreita: 334 votos favoráveis, 324 contrários e 11 abstenções. O anúncio do resultado provocou aplausos no plenário.   Assinado no último sábado (17) por representantes do Mercosul e pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o tratado de livre comércio prevê a criação do maior mercado do gênero no mundo, com cerca de 722 milhões de consumidores.   Com a decisão do Parlamento, no entanto, o acordo entra em mais uma fase de espera, repetindo um padrão que marca as negociações iniciadas em 1999.   A Comissão Europeia reagiu com críticas ao desfecho da votação. Em nota, um porta-voz afirmou que o órgão “lamenta a decisão” e disse que pretende esclarecer os parlamentares sobre a importância econômica e estratégica do tratado.   O tema também deve ser discutido pelo Conselho Europeu nesta quinta-feira (22), em reunião convocada de forma emergencial em razão da crise envolvendo a Groenlândia.   Até poucos dias atrás, a expectativa era de que o Parlamento votasse a ratificação definitiva do acordo entre abril e maio. Esse cronograma fica agora inviabilizado até que o Tribunal de Justiça conclua a análise jurídica.   Entre os principais pontos contestados estão a separação da parte comercial do tratado mais amplo — que inclui cláusulas políticas e diplomáticas — para acelerar sua aprovação, além do mecanismo que permite aos países do Mercosul adotar medidas compensatórias caso mudanças futuras na legislação europeia afetem suas exportações.   Decisões anteriores do tribunal em casos semelhantes indicam que esse tipo de avaliação costuma levar pelo menos dois anos. O resultado da votação também revelou uma mudança no cenário político: o apoio majoritário ao acordo, que existia até dezembro, se enfraqueceu após a Itália ameaçar vetar o tratado em busca de novas concessões por parte da União Europeia.     Reprodução: Folha de SP

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Rio Grande do Norte21 de jan. de 2026 há 3 meses

Cadê a água, CAERN?

Cadê a água, CAERN? A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte tem deixado a desejar no abastecimento de água em áreas de Natal. Em Lagoa Nova, nas proximidades da Praça Deputado Patrício Neto, moradores relatam que apenas em janeiro o fornecimento foi interrompido quatro vezes. Um absurdo para quem paga a conta em dia. Cadê a água, CAERN? BLOG DO BAGADA

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Saúde21 de jan. de 2026 há 3 meses

WHEY COM BANANA NO PÓS TREINO PODE ACELERAR A CONSTRUÇÃO MUSCULAR

  É no pós treino que o corpo entra em modo de reconstrução. E a combinação entre whey protein e banana cria um ambiente metabólico mais favorável para esse processo.   O whey tem digestão rápida e entrega aminoácidos essenciais, especialmente a leucina. Ela é um dos principais gatilhos da síntese de proteínas musculares.   A banana entra com carboidratos de rápida absorção. Isso eleva moderadamente a insulina, facilitando a entrada desses aminoácidos no músculo e acelerando a recuperação.   Estudos em fisiologia do exercício mostram que associar proteína e carboidrato após o treino pode: – aumentar a síntese proteica muscular – melhorar a reposição de glicogênio – reduzir a dor muscular tardia – otimizar a adaptação ao treino   Não é fórmula mágica. É estratégia simples, acessível e baseada em ciência.   Quem treina forte precisa cuidar do que acontece depois do último exercício. É ali que o corpo decide se vai evoluir ou apenas se recuperar parcialmente. Você costuma combinar proteína e carboidrato no pós treino?   Reprodução: Folha do Estado de Goiás  

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Política21 de jan. de 2026 há 3 meses

Resort ligado a Toffoli tem cassino com máquina de apostas e blackjack

O Resort Tayayá, erguido em Ribeirão Claro (PR) pela família do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriga um cassino. O estabelecimento está no centro de um escândalo que lançou desconfiança sobre a atuação de Toffoli no caso do Banco Master.   O cassino tem entre seus atrativos máquinas eletrônicas de apostas e mesas de jogos de carteado. No local, é possível jogar blackjack, modalidade de aposta com cartas proibida no Brasil. Todos os jogos são valendo dinheiro.   Em Ribeirão Claro, o local é conhecido como o “resort do Toffoli”. A coluna se hospedou no hotel nesta semana e, embora o nome do ministro não conste em documentos oficiais, funcionários tratam Dias Toffoli como o proprietário.   No fim do ano passado, Toffoli fechou o resort para uma festa destinada a familiares e convidados. Na ocasião, o estabelecimento já havia sido vendido por dois irmãos e um primo do ministro a um advogado da J&F, a gigante frigorífica de Joesley e Wesley Batista.   Antes disso, ações do hotel foram adquiridas por um fundo que tinha como investidor o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master. Toffoli é o relator, no STF, de investigação envolvendo o banco. Também já atuou em processos da J&F.   Funcionários do hotel disseram à coluna que o evento de Toffoli, no fim de 2025, mobilizou toda a equipe do resort. O festejo contou com a presença de artistas e do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno.   Um funcionário publicou foto de Ronaldo no local, mas a apagou posteriormente. Na festa promovida por Toffoli, Ronaldo teria inaugurado a área de jogatina. Ele é jogador profissional de pôquer, modalidade legalizada no Brasil.   O cassino dispõe de 14 máquinas de vídeo loteria. Na prática, as apostas funcionam como caça-níqueis, mas são regulamentadas pelo governo do Paraná. O ambiente tem iluminação artificial, carpetes e luzes de neon, reproduzindo a estética de casas de apostas no exterior.   O Metrópoles esteve no local sem se identificar. Os repórteres foram convidados a participar, após o horário oficial de fechamento, às 23h, de outros tipos de jogos, como blackjack. Nessa modalidade, o jogador disputa contra o “dealer” para que a soma dos pontos das cartas se aproxime de 21. Esse tipo de jogatina, valendo dinheiro, não é legal no Brasil.   O cassino funciona sem controle de entrada. A reportagem flagrou crianças nas máquinas caça-níqueis em duas ocasiões. Elas estavam entre adultos que consumiam bebidas alcoólicas.   Toffoli votou no STF a favor dos jogos de azar Jogos de azar presenciais são proibidos no Brasil. Em 2020, contudo, uma decisão do Supremo (na ADPF nº 492) permitiu que os estados explorassem as chamadas “vídeo loterias” (equivalente a caça-níquel). Este é o nome técnico das maquininhas disponibilizadas no Resort Tayayá.   Sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes, o STF entendeu que não há exclusividade da União para a exploração dessas atividades. O ministro Dias Toffoli acompanhou o voto do relator.   Apesar da legalização das vídeo loterias, a prática de jogos de azar, como partidas com a presença de dealers e jogos de cartas com apostas em dinheiro, não é autorizada pela legislação nacional, permanecendo ilegal à luz das normas atuais.   “Resort do Toffoli”Dias Toffoli vai com frequência ao Resort Tayayá. O ministro dispõe de uma casa em uma área denominada Ecoview, destinada a hóspedes de alto padrão. Ele tem também à sua disposição uma embarcação, que fica atracada no píer do resort.   Outra residência dentro do hotel é utilizada por José Carlos Dias Toffoli, irmão do ministro.   José Carlos e outro irmão do ministro, José Eugênio, foram sócios de uma incorporadora avaliada atualmente em R$ 30 milhões. Essa incorporadora foi responsável pela construção dos apartamentos do resort. Antes dos negócios milionários no ramo hoteleiro, José Carlos era padre.   Colegas de Toffoli no Supremo já se hospedaram no Tayayá. Funcionários citam, por exemplo, a ministra Cármen Lúcia.   O resort fica às margens da represa de Xavantes, próximo à divisa do Paraná com o estado de São Paulo. As diárias chegam a R$ 2 mil nos apartamentos mais simples. O lugar chama a atenção pela arquitetura rústica — estilo que, segundo funcionários, agrada ao “Zé”, como o ministro é chamado.   A estrutura de lazer inclui seis piscinas, sendo três aquecidas, quadras de tênis e de beach tennis, além de atividades recreativas para crianças.   O acesso ao resort exige logística. Para chegar por via aérea, o hóspede precisa de um voo fretado até a cidade de Ourinhos (SP), seguido de um voo de helicóptero.   Advogado nega ter cassino no resortProcurado, Paulo Humberto negou que o resort ofereça jogos ilegais.   “Em relação à jogatina, os jogos existentes no Tayayá são autorizados pela loteria do estado. Quanto aos jogos de cartas, as mesas disponíveis são para diversão dos próprios hóspedes, que jogam de truco a pôquer. Não há interferência nem incentivo à jogatina”, afirmou.   O ministro Dias Toffoli não respondeu aos questionamentos da reportagem.     Reprodução: Metrópoles

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Política21 de jan. de 2026 há 3 meses

8 de janeiro: policial federal que teve bens bloqueados e usou tornozeleira mesmo durante tratamento contra câncer morreu sem julgamento

O policial federal aposentado José Fernando Honorato faleceu, vítima de câncer de pâncreas, aos 58 anos, após quase dois anos sob medidas cautelares determinadas pelo Supremo Tribunal Federal.   Honorato foi preso em janeiro de 2023 por suposta participação nos atos do dia 8 daquele mês, em Brasília. Na ocasião, ele foi identificado por meio de vídeos que registrou no interior do STF, pouco após a invasão ao prédio.   Segundo a versão apresentada por ele à Justiça, no dia dos atos, saiu de casa pela manhã para visitar uma feira de automóveis e retornou para almoçar sozinho com marmitas compradas em um restaurante da região. Em seguida, decidiu ir ao cinema, mas mudou de trajeto ao ver um comboio da Polícia Militar do Distrito Federal, seguido por unidades do Batalhão de Operações Especiais. Movido pela curiosidade, seguiu os veículos até a Praça dos Três Poderes e, na sequência, entrou no prédio do Supremo.   Além dos vídeos, a presença frequente dele no acampamento em frente ao Quartel-General do Exército também foi usada como elemento de acusação. Ele respondia pelos supostos crimes contra o Estado Democrático de Direito, previstos na legislação penal.   O ex-PF passou meses no Complexo Penitenciário da Papuda, mesmo sendo policial aposentado e com três filhas menores de idade. Nos primeiros 80 dias de cárcere, perdeu 15 quilos e apresentou quadro de depressão.   Em dezembro de 2023, o ministro Alexandre de Moraes autorizou sua liberdade provisória após a identificação de uma lesão no pâncreas. Confirmado o diagnóstico de câncer, Honorato passou a cumprir medidas cautelares. A tornozeleira dificultou o tratamento. A liberação definitiva só foi concedida um mês antes de sua morte, quando já estava internado sem previsão de alta.   Honorato também enfrentou dificuldades financeiras. Por decisão do STF, teve seus bens bloqueados ainda no início da investigação. Desde fevereiro de 2024, ele passou a receber apenas um salário mínimo. A aposentadoria integral, de R$ 19 mil, só ficou disponível dois dias antes de sua morte.   O ex-policial veio a óbito sem ter sido ouvido em audiência e sem qualquer condenação judicial. A ação penal foi extinta em razão do falecimento.     Reprodução: Conexão Política

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Brasil21 de jan. de 2026 há 3 meses

Proposta da Anac isenta aéreas de “culpa” em voo atrasado por imprevistos

Companhias aéreas podem ser dispensadas de pagar indenizações aos passageiros em casos de atrasos ou cancelamentos de voos provocados por eventos de força maior, como condições climáticas severas, falta de infraestrutura para o pouso ou decreto de pandemias.   A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou, nesta terça-feira (20), a abertura de consulta pública para revisar a resolução 400/2016, que trata dos direitos e deveres dos passageiros do transporte aéreo. A proposta foi apresentada em reunião deliberativa da diretoria da agência e pessoas e empresas poderão sugerir mudanças no texto por 45 dias.   A iniciativa integra um esforço para reduzir o alto nível de judicialização no setor aéreo brasileiro, considerado desproporcional em comparação com outros mercados internacionais.   O diretor Rui Mesquita, relator da proposta, explicou que a revisão busca corrigir falhas regulatórias que geram insegurança jurídica, “problemas regulatórios relacionados à falha de diferenciação entre a natureza da assistência material prevista na resolução 400 e a responsabilidade civil por danos aplicada no âmbito judicial motivaram a revisão”.   Segundo a Anac, o normativo atual está desatualizado em relação ao Código Brasileiro de Aeronáutica e não distingue de forma clara a obrigação de assistência ao passageiro da responsabilidade por indenização.   Casos fora do controleA agência também argumentou que a proposta está alinhada a práticas internacionais.   De acordo com comparativos com regras dos Estados Unidos e da União Europeia, não há responsabilização civil das companhias aéreas por danos decorrentes de eventos que fogem ao controle do transportador, como atrasos e cancelamentos causados por força maior.   Para o presidente da Anac, Tiago Faierstein, “o que acontece hoje é uma discrepância em relação ao resto do mundo no que tange às ações judiciais contra o setor. Os estudos mostram que mais de 90% das ações contra companhias aéreas do mundo estão no Brasil, sendo que nós representamos apenas 3% do tráfego aéreo mundial”.   Nesse contexto, o texto incorpora dois novos dispositivos à resolução estabelecendo que o operador aéreo pode adotar ajustes, reprogramações ou outras medidas necessárias para preservar a segurança e a regularidade das operações.   Essas ações passam a ser caracterizadas como dever primário do transportador, não configurando falha na prestação do serviço ou violação contratual, desde que sejam mantidos os deveres de informação e assistência ao passageiro.   O segundo artigo adicional prevê que o transportador não responda por danos decorrentes de atrasos significativos quando caracterizados casos fortuitos ou de força maior, sem prejuízo da responsabilização do agente que efetivamente deu causa ao problema, como operadores de infraestrutura aeroportuária ou prestadores de serviços, conforme a legislação aplicável.   Apesar disso, os textos seguem com a previsão de alimentação adequada ao passageiro em atrasos acima de duas horas e o oferecimento de hospedagem e transporte em espera superior a quatro horas. Porém, a companhia fica obrigada a informar de forma ampla e transparente por diversos canais de comunicação o motivo do atraso ou do cancelamento.     Reprodução: CNN Brasil  

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Natal/RN21 de jan. de 2026 há 3 meses

Rooftop Dunas reabre sábado (24) para América x ABC com serviços de open bar, open food e estacionamento inclusos

O Rooftop Dunas está de volta e reabre suas portas neste sábado (24), para o clássico América x ABC, que acontece na Casa de Apostas Arena das Dunas. A reabertura marca o retorno de uma das experiências mais completas do futebol potiguar.   Localizado em um dos pontos mais altos da Arena, o Rooftop Dunas oferece uma vista panorâmica privilegiada do gramado, aliada a uma estrutura moderna com serviços de open bar, open food e estacionamento inclusos, proporcionando conforto, segurança e serviços exclusivos para os torcedores.   O camarote abrirá duas horas antes da bola rolar, a partir das 14h, garantindo ao público uma programação diferenciada, incluindo buffet, bebidas e música ao vivo antes e no intervalo da partida, criando um clima exclusivo para o Clássico Rei, que mobilizará as duas maiores torcidas do Rio Grande do Norte.   Os ingressos para o Rooftop Dunas já estão disponíveis no site ingresse.com.Mais informações: @rooftopdunas e @casadeapostas.arenadasdunas

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Política21 de jan. de 2026 há 3 meses

Cadu, Álvaro ou Allyson? Em quem você votaria se for esse o cenário?

Álvaro, Allyson ou Cadu? Em quem você votaria se esse for o cenário? Tudo indica que os três principais candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte em 2026 serão estes: o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos); o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (União); e o secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT). E você, em qual dos três votaria? BLOG DO BAGADA

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Brasil20 de jan. de 2026 há 3 meses

Anitta vence processo e impede empresa de usar seu nome em remédio para vermes

A cantora Anitta conquistou uma importante vitória no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) ao impedir que uma empresa farmacêutica utilizasse a grafia “Anitta” para identificar uma linha de produtos cosméticos. A decisão reconhece que o nome artístico da artista, amplamente conhecido pelo público, não pode ser explorado comercialmente por terceiros sem autorização expressa.   A disputa envolve a fabricante do vermífugo “Annita”, medicamento antiparasitário registrado desde 2004. Embora o remédio não tenha sido questionado e continue com seu registro válido, a empresa tentou ampliar o uso da marca “Anitta” para outros segmentos do mercado, incluindo o setor de cosméticos. A iniciativa motivou a contestação da cantora, que alegou risco de confusão entre os consumidores e associação indevida de sua imagem a produtos com os quais não mantém vínculo.   Ao analisar o caso, o INPI entendeu que “Anitta” se trata de um nome artístico notoriamente conhecido e, portanto, irregistrável por terceiros sem consentimento da titular. A decisão se baseou no artigo 124, inciso XVI, da Lei de Propriedade Industrial, que proíbe o registro de nomes artísticos de terceiros. O despacho ainda ressalta que esse entendimento deve ser mantido mesmo diante de eventual recurso administrativo.     Reprodução: R7

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Natal/RN20 de jan. de 2026 há 3 meses

Ações preventivas da Prefeitura reduzem impactos das chuvas em Natal

Na manhã desta terça-feira (20), Natal registrou fortes chuvas, com acumulado de aproximadamente 92 milímetros no bairro Guarapes em cerca de 13 horas. Apesar do elevado volume em curto intervalo de tempo, as ações preventivas realizadas pela Prefeitura do Natal contribuíram para reduzir alagamentos e transtornos em diferentes pontos da cidade.   Atualmente, o município conta com 82 lagoas de captação, que desempenham papel fundamental no sistema de drenagem urbana. Durante as chuvas desta terça-feira, apenas a lagoa de captação do Jardim Primavera, no bairro Nossa Senhora da Apresentação, atingiu nível de extravasamento.   A ocorrência está relacionada à obstrução da tubulação da Rua José Luís da Silva, área que passa por uma obra complexa após danos na rede de drenagem que fica a cerca de nove metros de profundidade. A intervenção iniciada com recursos próprios do município é considerada essencial para toda a região e tem previsão de conclusão em até quatro meses.   “Choveu em toda Natal desde a madrugada. Das mais de 80 lagoas da cidade, apenas uma transbordar devido a um serviço que vai trazer uma solução definitiva, é mostrar que o trabalho preventivo, que o dever de casa, vem sendo feito”, avalia o prefeito Paulinho Freire.   Em diversas áreas da cidade, a Prefeitura já concluiu obras que solucionaram de forma definitiva pontos históricos de alagamento. Na Avenida 4, por exemplo, a intervenção se mostrou eficiente, sem registro de acúmulo de água, beneficiando a região. A lagoa de captação do Santarém também apresentou bom desempenho, suportando o volume de chuvas e reduzindo impactos para os moradores do entorno.   Na Rua Antônio Freire de Lemos, no bairro Planalto, a implantação de poços de infiltração garantiu o rápido escoamento das águas pluviais, reduzindo significativamente os efeitos do período chuvoso em uma das principais vias de acesso da Zona Oeste. Já no bairro Nossa Senhora de Nazaré, a drenagem da Lagoa de São Conrado apresentou resultados positivos, sem registro de alagamentos.   As ações contínuas de limpeza e desobstrução das redes de drenagem também contribuíram para um escoamento mais eficiente em pontos críticos da cidade, como o cruzamento da Avenida Hermes da Fonseca com a Rua Ângelo Varela, além das ruas Governador Juvenal Lamartine, Mossoró, Açu, Trairi e Nascimento de Castro.   Somente com os serviços de limpeza, já foram retiradas mais de 30 mil toneladas de resíduos das redes de drenagem, fortalecendo o sistema de captação de águas pluviais e ampliando a capacidade de resposta da cidade diante de eventos climáticos intensos.   A Prefeitura do Natal mantém monitoramento permanente das condições meteorológicas e dos volumes pluviométricos registrados no município. Entre 0h e 13h desta terça-feira, os índices foram: Guarapes (92 mm), Salinas (66,6 mm), Parque da Cidade (53,2 mm), Cidade Alta (55,5 mm), Sarney (50,6 mm), Pajuçara (49,4 mm), Nossa Senhora de Nazaré (37 mm), Nossa Senhora da Apresentação (37 mm), Neópolis (20,8 mm) e Ponta Negra (12,8 mm). Os dados são provenientes dos pluviômetros da Semurb/Geoma e do Cemaden.      

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Entretenimento20 de jan. de 2026 há 3 meses

A SÉRIE BASEADA EM CASO REAL SOBRE MULHER QUE DESCOBRE SER FILHA DE UM DOS MAIORES SERIAL KILLERS DE TODOS OS TEMPOS

Happy Face: Um Serial Killer é uma série dramática disponível no Paramount Plus Br baseada em uma história real. A trama acompanha Melissa Jesperson-Moore, interpretada por Annaleigh Ashford, filha do assassino em série conhecido como Happy Face, vivido por Dennis Quaid.   Após anos sem contato, Melissa é forçada a reencontrar o pai na prisão enquanto tenta impedir que um homem inocente seja condenado à morte por um crime cometido por ele. A investigação a leva a revisitar o impacto dos assassinatos nas famílias das vítimas e a enfrentar questões profundas sobre sua própria identidade.   Inspirada na autobiografia Shattered Silence e no podcast Happy Face, a série retrata a vida real de Melissa G. Moore, que descobriu aos 15 anos que seu pai era um serial killer, combinando drama familiar e suspense.     Reprodução: @/temalguemassistindo

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