Vergonha no Walfredo Gurgel: pacientes na fila, médicos sem material e o governo de braços cruzados
Vergonha no Walfredo Gurgel: pacientes na fila, médicos sem material e o governo de braços cruzados O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, referência no atendimento de urgência no Rio Grande do Norte, vive uma crise que escancara o descaso do governo com a saúde pública. Um relatório recente aponta uma série de complicações pós-cirúrgicas entre 20 de julho e 18 de agosto de 2025, todas ligadas à falta de estrutura e de insumos básicos. São pacientes com infecções graves, casos de ossos expostos e até risco de sequelas permanentes. Gente que já deveria estar se recuperando, mas que segue sofrendo por falta do mínimo. O documento, assinado por dezenas de médicos, é claro: faltam materiais essenciais, como clorexidina, roupas cirúrgicas, insumos descartáveis e até reformas básicas nas salas de cirurgia. Diante da situação, os profissionais pedem a paralisação das cirurgias ortopédicas até que as condições mínimas sejam restabelecidas. Enquanto isso, pacientes com casos urgentes aguardam na fila, convivendo com dor, risco de infecção e de agravamento do quadro clínico. Uma tragédia anunciada que não pode mais ser empurrada com discursos e promessas. Sete anos se passaram desde que essa gestão assumiu o estado. E a pergunta que ecoa é: se nem o principal hospital do Rio Grande do Norte tem condições de realizar cirurgias com segurança, o que resta à população? A saúde potiguar não precisa de propaganda. Precisa de ação. E, diante desse cenário, a única palavra que define a situação é vergonha. BLOG DO BAGADA

Vergonha no Walfredo Gurgel: pacientes na fila, médicos sem material e o governo de braços cruzados
O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, referência no atendimento de urgência no Rio Grande do Norte, vive uma crise que escancara o descaso do governo com a saúde pública.
Um relatório recente aponta uma série de complicações pós-cirúrgicas entre 20 de julho e 18 de agosto de 2025, todas ligadas à falta de estrutura e de insumos básicos. São pacientes com infecções graves, casos de ossos expostos e até risco de sequelas permanentes. Gente que já deveria estar se recuperando, mas que segue sofrendo por falta do mínimo.
O documento, assinado por dezenas de médicos, é claro: faltam materiais essenciais, como clorexidina, roupas cirúrgicas, insumos descartáveis e até reformas básicas nas salas de cirurgia. Diante da situação, os profissionais pedem a paralisação das cirurgias ortopédicas até que as condições mínimas sejam restabelecidas.
Enquanto isso, pacientes com casos urgentes aguardam na fila, convivendo com dor, risco de infecção e de agravamento do quadro clínico. Uma tragédia anunciada que não pode mais ser empurrada com discursos e promessas.
Sete anos se passaram desde que essa gestão assumiu o estado. E a pergunta que ecoa é: se nem o principal hospital do Rio Grande do Norte tem condições de realizar cirurgias com segurança, o que resta à população?
A saúde potiguar não precisa de propaganda. Precisa de ação. E, diante desse cenário, a única palavra que define a situação é vergonha.
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