Veja o que pode mudar com o fim do rotativo do cartão de crédito
As declarações do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, sobre a possível extinção do rotativo do cartão de crédito, colocaram o tema no centro da pauta econômica, mobilizando parlamentares, membros do governo, bancos e associações de setores como varejo e serviços. Sem apresentar um plano mais detalhado, o chefe do BC admitiu que tomou um “puxão de orelha” por abordar o tema de forma superficial, mas já antecipando medidas que vinham sendo debatidas há meses e ainda não haviam se tornado públicas. De acordo com a principal proposta que está sobre a mesa neste momento, as faturas não pagas entrariam diretamente no sistema de parcelamento do cartão, com uma taxa de juros mensal na faixa de 9% (atualmente, ela é de 15% ao mês). Isso significaria juros de 181% ao ano, bem abaixo do patamar atual do rotativo, mas ainda em nível elevadíssimo. Desde 2017, uma regra estabelece que os bancos têm de transferir, depois de um mês, a dívida do rotativo do cartão para o parcelado, a juros menores. A ideia é que esse prazo seja reduzido de 30 dias para zero. “Já seria uma melhora, mas essa proposta ainda prevê juros muito elevados. Uma taxa de 9% ao mês não é normal, é muito alta”, diz Galhardo. Uma outra alternativa, apresentada pelos bancos e fortemente criticada pelo comércio, é a de que seja instituído um limite para a quantidade de parcelas oferecidas pelo varejo. Além disso, as instituições financeiras querem que seja cobrada dos lojistas uma tarifa adicional no parcelado sem juros, o chamado intercâmbio. Metrópoles

As declarações do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, sobre a possível extinção do rotativo do cartão de crédito, colocaram o tema no centro da pauta econômica, mobilizando parlamentares, membros do governo, bancos e associações de setores como varejo e serviços.
Sem apresentar um plano mais detalhado, o chefe do BC admitiu que tomou um “puxão de orelha” por abordar o tema de forma superficial, mas já antecipando medidas que vinham sendo debatidas há meses e ainda não haviam se tornado públicas.
De acordo com a principal proposta que está sobre a mesa neste momento, as faturas não pagas entrariam diretamente no sistema de parcelamento do cartão, com uma taxa de juros mensal na faixa de 9% (atualmente, ela é de 15% ao mês). Isso significaria juros de 181% ao ano, bem abaixo do patamar atual do rotativo, mas ainda em nível elevadíssimo.
Desde 2017, uma regra estabelece que os bancos têm de transferir, depois de um mês, a dívida do rotativo do cartão para o parcelado, a juros menores. A ideia é que esse prazo seja reduzido de 30 dias para zero. “Já seria uma melhora, mas essa proposta ainda prevê juros muito elevados. Uma taxa de 9% ao mês não é normal, é muito alta”, diz Galhardo.
Uma outra alternativa, apresentada pelos bancos e fortemente criticada pelo comércio, é a de que seja instituído um limite para a quantidade de parcelas oferecidas pelo varejo. Além disso, as instituições financeiras querem que seja cobrada dos lojistas uma tarifa adicional no parcelado sem juros, o chamado intercâmbio.
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