Urgente: Mendonça autoriza quebra de sigilo bancário de Lulinha
André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida atende a um pedido da Polícia Federal e foi concedida antes mesmo da decisão da CPMI do INSS que também deliberou pela quebra de sigilo do investigado. Com a autorização, os investigadores poderão acessar movimentações financeiras, dados fiscais e registros de comunicação do empresário, no âmbito do inquérito que apura fraudes em descontos ilegais aplicados a benefícios do INSS. O objetivo é aprofundar as apurações sobre a suspeita de que Lulinha teria atuado como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como principal operador do esquema e preso desde setembro de 2025. O processo tramita em segredo de Justiça, e o nome do filho de Lula teria surgido a partir de relatos colhidos junto a pessoas que já figuram como alvos da investigação. Mendonça é o relator do caso no Supremo e também conduz outros processos sensíveis, como o que envolve o Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central. Na decisão, o ministro determinou ainda que provedores de internet preservem os e-mails e arquivos digitais vinculados a Lulinha pelo tempo necessário às investigações, para evitar perda de provas. A autorização judicial ocorre no mesmo período em que o presidente Lula passou a se manifestar publicamente sobre o envolvimento do filho no caso. Em dezembro de 2025, o petista declarou: “Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”. Já em fevereiro de 2026, reforçou o discurso ao afirmar que Lulinha “vai pagar o preço” caso fique comprovada alguma irregularidade. Segundo Lula, a conversa foi direta: “Olhei no olho do meu filho e falei: ‘Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda’ ”. De acordo com apurações, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, mantém o presidente informado sobre os desdobramentos do inquérito que investiga o esquema de fraudes no INSS. Reprodução: Poder360; CNN

André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A medida atende a um pedido da Polícia Federal e foi concedida antes mesmo da decisão da CPMI do INSS que também deliberou pela quebra de sigilo do investigado.
Com a autorização, os investigadores poderão acessar movimentações financeiras, dados fiscais e registros de comunicação do empresário, no âmbito do inquérito que apura fraudes em descontos ilegais aplicados a benefícios do INSS.
O objetivo é aprofundar as apurações sobre a suspeita de que Lulinha teria atuado como “sócio oculto” de Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como principal operador do esquema e preso desde setembro de 2025.
O processo tramita em segredo de Justiça, e o nome do filho de Lula teria surgido a partir de relatos colhidos junto a pessoas que já figuram como alvos da investigação. Mendonça é o relator do caso no Supremo e também conduz outros processos sensíveis, como o que envolve o Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central.
Na decisão, o ministro determinou ainda que provedores de internet preservem os e-mails e arquivos digitais vinculados a Lulinha pelo tempo necessário às investigações, para evitar perda de provas.
A autorização judicial ocorre no mesmo período em que o presidente Lula passou a se manifestar publicamente sobre o envolvimento do filho no caso. Em dezembro de 2025, o petista declarou:
“Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”. Já em fevereiro de 2026, reforçou o discurso ao afirmar que Lulinha “vai pagar o preço” caso fique comprovada alguma irregularidade.
Segundo Lula, a conversa foi direta: “Olhei no olho do meu filho e falei: ‘Só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda’ ”.
De acordo com apurações, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, mantém o presidente informado sobre os desdobramentos do inquérito que investiga o esquema de fraudes no INSS.
Reprodução: Poder360; CNN
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