Urgente: Brasil deixa o top 10 das maiores economias do mundo;
Pela primeira vez em vários anos, o Brasil deve encerrar 2025 fora da lista das dez maiores economias do planeta. A estimativa é da Austin Rating, que compilou dados recentes divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu relatório global de outubro. Segundo a consultoria, o PIB brasileiro projetado para o ano soma US$ 2,26 trilhões, colocando o país na 11ª posição — patamar que até então havia sido ocupado pela Rússia. A mudança no quadro internacional foi puxada por uma combinação de fatores internos e externos que impulsionaram o desempenho russo em moeda forte. Com isso, o país euro-asiático não apenas retomou terreno, como também superou o Canadá no ranking. Em nota distribuída pela Austin Rating, o economista-chefe da casa, Alex Agostini, explicou que o relatório do FMI gerou uma reacomodação importante entre as maiores economias do planeta: “Entre os diversos indicadores revisados, o relatório revelou que houve mudanças importantes de posições entre as nações que compõem as 15 maiores economias do mundo pelo PIB em US$ e que representam 75% do PIB global”, afirmou. O topo da lista continua idêntico: – Estados Unidos: US$ 30,62 trilhões– China: US$ 19,40 trilhões– Alemanha: US$ 5,01 trilhões A novidade aparece logo abaixo. A Índia, que havia assumido o 4º lugar no segundo trimestre, foi novamente ultrapassada pelo Japão, que agora soma US$ 4,28 trilhões. A Rússia, por sua vez, aparece com PIB estimado em US$ 2,54 trilhões, enquanto o Canadá figura com US$ 2,28 trilhões. Depois do Brasil, surgem Espanha (US$ 1,89 trilhão), México (US$ 1,86 trilhão) e Coreia do Sul (US$ 1,86 trilhão). Os dados mostram ainda que o crescimento de apenas 0,1% do PIB brasileiro no terceiro trimestre colocou o país na 34ª posição entre as economias que mais expandiram no período. O destaque ficou com Israel, que registrou avanço de 3,0% ante o trimestre anterior. Mesmo com uma expansão tímida, analistas ressaltam que o Brasil mantém fundamentos mais robustos do que em anos recentes, com inflação sob controle e menor volatilidade fiscal — mas insuficientes para acompanhar economias que ganharam força por fatores excepcionais. O salto russo no ranking global é explicado majoritariamente pela forte valorização do rublo ao longo de 2025. Segundo especialistas, esse movimento é reflexo de um conjunto de forças que atuaram simultaneamente: – controles rígidos de capital, mantidos desde 2022; – juros extremamente altos, que chegaram a 21% em junho de 2025; – retomada parcial da confiança dos investidores estrangeiros, impulsionada pela expectativa de encerramento da guerra na Ucrânia; – enfraquecimento do dólar, decorrente do ciclo de cortes de juros nos EUA; – sinalização “dovish” ligada à possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell no Federal Reserve em 2026. Como o FMI converte os dados para dólares, o fortalecimento da moeda russa fez o PIB nominal de Moscou subir de patamar, recolocando o país entre as grandes economias do mundo. O levantamento também sugere que, quando o FMI consolidar os números finais de 2025, a Rússia pode superar a Itália, assumindo a 8ª colocação no ranking mundial — algo considerado provável caso a tendência de valorização cambial se mantenha.

Pela primeira vez em vários anos, o Brasil deve encerrar 2025 fora da lista das dez maiores economias do planeta. A estimativa é da Austin Rating, que compilou dados recentes divulgados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em seu relatório global de outubro.
Segundo a consultoria, o PIB brasileiro projetado para o ano soma US$ 2,26 trilhões, colocando o país na 11ª posição — patamar que até então havia sido ocupado pela Rússia.
A mudança no quadro internacional foi puxada por uma combinação de fatores internos e externos que impulsionaram o desempenho russo em moeda forte. Com isso, o país euro-asiático não apenas retomou terreno, como também superou o Canadá no ranking.
Em nota distribuída pela Austin Rating, o economista-chefe da casa, Alex Agostini, explicou que o relatório do FMI gerou uma reacomodação importante entre as maiores economias do planeta:
“Entre os diversos indicadores revisados, o relatório revelou que houve mudanças importantes de posições entre as nações que compõem as 15 maiores economias do mundo pelo PIB em US$ e que representam 75% do PIB global”, afirmou.
O topo da lista continua idêntico:
– Estados Unidos: US$ 30,62 trilhões
– China: US$ 19,40 trilhões
– Alemanha: US$ 5,01 trilhões
A novidade aparece logo abaixo. A Índia, que havia assumido o 4º lugar no segundo trimestre, foi novamente ultrapassada pelo Japão, que agora soma US$ 4,28 trilhões.
A Rússia, por sua vez, aparece com PIB estimado em US$ 2,54 trilhões, enquanto o Canadá figura com US$ 2,28 trilhões. Depois do Brasil, surgem Espanha (US$ 1,89 trilhão), México (US$ 1,86 trilhão) e Coreia do Sul (US$ 1,86 trilhão).
Os dados mostram ainda que o crescimento de apenas 0,1% do PIB brasileiro no terceiro trimestre colocou o país na 34ª posição entre as economias que mais expandiram no período. O destaque ficou com Israel, que registrou avanço de 3,0% ante o trimestre anterior.
Mesmo com uma expansão tímida, analistas ressaltam que o Brasil mantém fundamentos mais robustos do que em anos recentes, com inflação sob controle e menor volatilidade fiscal — mas insuficientes para acompanhar economias que ganharam força por fatores excepcionais.
O salto russo no ranking global é explicado majoritariamente pela forte valorização do rublo ao longo de 2025. Segundo especialistas, esse movimento é reflexo de um conjunto de forças que atuaram simultaneamente:
– controles rígidos de capital, mantidos desde 2022;
– juros extremamente altos, que chegaram a 21% em junho de 2025;
– retomada parcial da confiança dos investidores estrangeiros, impulsionada pela expectativa de encerramento da guerra na Ucrânia;
– enfraquecimento do dólar, decorrente do ciclo de cortes de juros nos EUA;
– sinalização “dovish” ligada à possível indicação de Kevin Hassett para substituir Jerome Powell no Federal Reserve em 2026.
Como o FMI converte os dados para dólares, o fortalecimento da moeda russa fez o PIB nominal de Moscou subir de patamar, recolocando o país entre as grandes economias do mundo.
O levantamento também sugere que, quando o FMI consolidar os números finais de 2025, a Rússia pode superar a Itália, assumindo a 8ª colocação no ranking mundial — algo considerado provável caso a tendência de valorização cambial se mantenha.
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