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Universidades cortam de limpeza a reformas após cortes no orçamento

Universidades federais têm anunciado cortes emergenciais por causa de um decreto do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que limitou o uso mensal do orçamento das instituições. De maio a novembro, elas só poderão gastar pouco mais de 60% por mês do que o previsto no começo do ano. Algumas universidades restringiram o transporte interno dos alunos, cortaram combustível de seus carros e definiram uma ordem de prioridade de pagamento a partir da conta que estiver mais atrasada. De acordo com José Daniel Diniz Melo, reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o decreto do governo federal faz com que uma parte importante dos recursos só seja liberada em dezembro. No entanto, diz, o maior volume de gastos das instituições precisa ser pago mês a mês. “Os principais compromissos requerem pagamentos continuados ao longo de todo o ano, como assistência estudantil, bolsas acadêmicas de estudantes, contratos de limpeza, manutenção e segurança, restaurantes universitários, água e energia. Liberar parte do orçamento somente em dezembro inviabiliza a continuidade das atividades”, defende. Tribuna do Norte

Bagadão
Por Bagadão 19 de maio de 2025
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Universidades cortam de limpeza a reformas após cortes no orçamento

Universidades federais têm anunciado cortes emergenciais por causa de um decreto do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que limitou o uso mensal do orçamento das instituições. De maio a novembro, elas só poderão gastar pouco mais de 60% por mês do que o previsto no começo do ano. Algumas universidades restringiram o transporte interno dos alunos, cortaram combustível de seus carros e definiram uma ordem de prioridade de pagamento a partir da conta que estiver mais atrasada.

De acordo com José Daniel Diniz Melo, reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), o decreto do governo federal faz com que uma parte importante dos recursos só seja liberada em dezembro. No entanto, diz, o maior volume de gastos das instituições precisa ser pago mês a mês.

“Os principais compromissos requerem pagamentos continuados ao longo de todo o ano, como assistência estudantil, bolsas acadêmicas de estudantes, contratos de limpeza, manutenção e segurança, restaurantes universitários, água e energia. Liberar parte do orçamento somente em dezembro inviabiliza a continuidade das atividades”, defende.

Tribuna do Norte

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