TSE forma maioria e torna Bolsonaro inelegível por 8 anos; placar final é de 5 contra 2
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta tarde o julgamento da ação que analisa a inelegibilidade do ex-presidente da República Jair Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A ministra Cármen Lúcia votou pela inelegibilidade e, assim, a Corte formou maioria contra o ex-presidente, que ficará 8 anos sem poder disputar eleição. O placar foi finalizado em cinco votos a favor contra dois em oposição a inelegibilidade de Bolsonaro. Até ontem, já tinham votado o relator, ministro Benedito Gonçalves, e os ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares. Com as adições de votos dos ministros Nunes Marques, que votou contra a inelegibilidade do ex-presidente e do ministro Alexandre de Moraes, favorável a tornar Bolsonaro inelegível, o placar foi finalizado em 5 a 2 para reconhecer a inelegibilidade de Bolsonaro por oito anos a partir das Eleições 2022, seguindo o voto do relator, apresentado no dia 27 de junho. Os quatro ministros também já votaram pela exclusão de Braga Netto da sanção de inelegibilidade por entender que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta praticada em reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada durante a campanha do ano passado. Tribuna do Norte

O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) retomou nesta tarde o julgamento da ação que analisa a inelegibilidade do ex-presidente da República Jair Bolsonaro por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
A ministra Cármen Lúcia votou pela inelegibilidade e, assim, a Corte formou maioria contra o ex-presidente, que ficará 8 anos sem poder disputar eleição. O placar foi finalizado em cinco votos a favor contra dois em oposição a inelegibilidade de Bolsonaro.
Até ontem, já tinham votado o relator, ministro Benedito Gonçalves, e os ministros Raul Araújo, Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares. Com as adições de votos dos ministros Nunes Marques, que votou contra a inelegibilidade do ex-presidente e do ministro Alexandre de Moraes, favorável a tornar Bolsonaro inelegível, o placar foi finalizado em 5 a 2 para reconhecer a inelegibilidade de Bolsonaro por oito anos a partir das Eleições 2022, seguindo o voto do relator, apresentado no dia 27 de junho.
Os quatro ministros também já votaram pela exclusão de Braga Netto da sanção de inelegibilidade por entender que não ficou demonstrada sua responsabilidade na conduta praticada em reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada durante a campanha do ano passado.
Tribuna do Norte
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