Trisal: Justiça reconhece união estável entre três homens em Goiás
JUSTIÇA RECONHECE UNIÃO ESTÁVEL ENTRE TRÊS HOMENS EM GOIÁS E quando você achava que já tinha visto de tudo no Brasil, vem a Justiça e surpreende.Em Jataí, no sudoeste de Goiás, o Judiciário reconheceu oficialmente a união estável entre três homens: Túlio Adriano Marques, Wellington Ferreira da Costa e Lucas Santana Delgado. Sim, três. Os rapazes vivem juntos há cinco anos, comprovaram convivência pública, contínua e com o propósito de constituir família. A decisão é da juíza Sabrina Rampazzo de Oliveira, que afirmou que o papel da Justiça é garantir a dignidade e acompanhar as transformações sociais. Túlio e Wellington já estavam juntos desde 2014 e, em 2019, o trio se completou com a chegada de Lucas.Segundo eles, o reconhecimento é um avanço na valorização da diversidade familiar. “O direito de construir uma família é de todas as pessoas”, disse Túlio. Agora o trisal passa a ter os mesmos direitos de uma união estável tradicional, inclusive patrimoniais e previdenciários.Ou seja: o amor venceu. Três vezes. O caso abre precedente e promete esquentar o debate sobre pluralidade familiar. Afinal, o Brasil é mesmo um país plural — e cada um sabe o amor (ou a confusão) que quer viver. BLOG DO BAGADA

JUSTIÇA RECONHECE UNIÃO ESTÁVEL ENTRE TRÊS HOMENS EM GOIÁS
E quando você achava que já tinha visto de tudo no Brasil, vem a Justiça e surpreende.
Em Jataí, no sudoeste de Goiás, o Judiciário reconheceu oficialmente a união estável entre três homens: Túlio Adriano Marques, Wellington Ferreira da Costa e Lucas Santana Delgado. Sim, três.
Os rapazes vivem juntos há cinco anos, comprovaram convivência pública, contínua e com o propósito de constituir família. A decisão é da juíza Sabrina Rampazzo de Oliveira, que afirmou que o papel da Justiça é garantir a dignidade e acompanhar as transformações sociais.
Túlio e Wellington já estavam juntos desde 2014 e, em 2019, o trio se completou com a chegada de Lucas.
Segundo eles, o reconhecimento é um avanço na valorização da diversidade familiar. “O direito de construir uma família é de todas as pessoas”, disse Túlio.
Agora o trisal passa a ter os mesmos direitos de uma união estável tradicional, inclusive patrimoniais e previdenciários.
Ou seja: o amor venceu. Três vezes.
O caso abre precedente e promete esquentar o debate sobre pluralidade familiar. Afinal, o Brasil é mesmo um país plural — e cada um sabe o amor (ou a confusão) que quer viver.
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