Política

Tribunal de Contas diz que Bolsonaro ficou com 17 presentes de “elevado valor comercial”

Cerca de 128 presentes recebidos de delegações estrangeiras durante o governo do ex-presidente Jair #Bolsonaro (PL-RJ) deveriam estar no acervo público, de acordo com o relatório de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) ao qual o Metrópoles teve acesso. E 17 deles são de “elevado valor comercial”, segundo o órgão. Segundo o TCU, por causa desse alto valor, “também deveriam ser incorporados ao patrimônio da União”. “Além disso, não foram identificadas quaisquer fundamentações aptas a justificar a distribuição dos itens entre os acervos público (patrimônio da União) e documental privado do ex-presidente. Também foi constatado que há presentes recebidos pelo ex-presidente que não foram registrados. Essas constatações são decorrentes de deficiências existentes no processo de trabalho correlato ao recebimento e à incorporação desses bens”, diz o documento. Também há 111 presentes que não se encaixam no perfil de “itens personalíssimos”, segundo o TCU. Ou seja, não poderiam ficar com Bolsonaro ou familiares. O Metrópoles tenta contato com a defesa do ex-presidente Bolsonaro. Metrópoles

Bagadão
Por Bagadão 8 de setembro de 2023
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Tribunal de Contas diz que Bolsonaro ficou com 17 presentes de “elevado valor comercial”

Cerca de 128 presentes recebidos de delegações estrangeiras durante o governo do ex-presidente Jair #Bolsonaro (PL-RJ) deveriam estar no acervo público, de acordo com o relatório de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) ao qual o Metrópoles teve acesso. E 17 deles são de “elevado valor comercial”, segundo o órgão.

Segundo o TCU, por causa desse alto valor, “também deveriam ser incorporados ao patrimônio da União”.

“Além disso, não foram identificadas quaisquer fundamentações aptas a justificar a distribuição dos itens entre os acervos público (patrimônio da União) e documental privado do ex-presidente. Também foi constatado que há presentes recebidos pelo ex-presidente que não foram registrados. Essas constatações são decorrentes de deficiências existentes no processo de trabalho correlato ao recebimento e à incorporação desses bens”, diz o documento.

Também há 111 presentes que não se encaixam no perfil de “itens personalíssimos”, segundo o TCU. Ou seja, não poderiam ficar com Bolsonaro ou familiares. O Metrópoles tenta contato com a defesa do ex-presidente Bolsonaro.

Metrópoles

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