Técnica brasileira reduz dor da hérnia de disco sem cirurgia
Quando comprimido ou inflamado, essa estrutura importante do nosso corpo causa um desconforto (ciatalgia) que costuma se manifestar por toda a sua extensão. Além disso, o Dr. André Evaristo Marcondes, ortopedista e especialista em coluna do Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio-Libanês, conta que o problema pode variar de intensidade, indo de leve até níveis insuportáveis. Seus principais sintomas são: dor nas costas que se torna pior ao realizar alguns movimentos, como dobrar, sentar e espirrar, sensação de formigamento nas pernas ou glúteos, choques e queimação na região afetada e fraqueza muscular. Segundo a Sociedade Europeia da Coluna, muitos casos de dor no nervo ciático se manifestam de forma aguda, surgindo de repente e se resolvendo sem a necessidade de tratamento e em até seis semanas. Entretanto, quando o quadro persiste por mais de três meses, ele passa a ser considerado crônico. “Existem situações em que o problema foi tratado e a dor não responde, isso significa que o caso evoluiu para um quadro de dor crônica complexa e intratável, uma das complicações mais temidas desse tipo de lesão. Nesse cenário, será preciso uma intervenção específica para essas dores”, afirma André. DOENÇAS RELACIONADAS A dor no nervo ciático pode ser um indicativo de diversas patologias que provocam a compressão desse nervo, por exemplo, hérnia de disco, degeneração discal, espondilolistese e estenose do canal lombar. Apesar disso, de acordo com o ortopedista, o disco herniado é o responsável na maioria das vezes. “Isso porque, além de causar compressão, o material do seu núcleo pode vazar e causar irritação ao nervo, devido sua composição química”, diz. COMO EVITAR E ALIVIAR? A melhor medida para prevenir a dor no nervo ciático é a adoção de hábitos saudáveis para a manutenção do peso e da postura. Alongamento, fortalecimento muscular da região abdominal e costas e caminhada são exemplos de exercícios físicos simples que contribuem para a sustentação da coluna e evitam o desgaste dos discos intervertebrais. Agora, se você já está sofrendo com o desconforto, algumas indicações podem ser úteis para amenizá-lo: Não ficar muito tempo na mesma posição; Fazer compressas frias ou quentes; Utilizar colchões firmes, mas não muito duros ou macios demais; Realizar alongamento de lombar e pernas, sempre tomando as precauções necessárias para não machucar e agravar a situação; Tomar medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, anti-depressivos específicos e anti-convulsivantes, com a orientação de um profissional de saúde; Apostar em terapias complementares, como a acupuntura. “Essas dicas ajudam a aliviar o quadro de dor, que pode durar até seis semanas, mas é imprescindível procurar um médico para identificar a manifestação da dor ciática. Dessa forma, a ação será na causa, com consequente cura ou melhora do sintoma”, conclui o Dr. André Evaristo. Reprodução: Terra

Quando comprimido ou inflamado, essa estrutura importante do nosso corpo causa um desconforto (ciatalgia) que costuma se manifestar por toda a sua extensão. Além disso, o Dr. André Evaristo Marcondes, ortopedista e especialista em coluna do Núcleo de Medicina Avançada do Hospital Sírio-Libanês, conta que o problema pode variar de intensidade, indo de leve até níveis insuportáveis.
Seus principais sintomas são: dor nas costas que se torna pior ao realizar alguns movimentos, como dobrar, sentar e espirrar, sensação de formigamento nas pernas ou glúteos, choques e queimação na região afetada e fraqueza muscular.
Segundo a Sociedade Europeia da Coluna, muitos casos de dor no nervo ciático se manifestam de forma aguda, surgindo de repente e se resolvendo sem a necessidade de tratamento e em até seis semanas. Entretanto, quando o quadro persiste por mais de três meses, ele passa a ser considerado crônico.
“Existem situações em que o problema foi tratado e a dor não responde, isso significa que o caso evoluiu para um quadro de dor crônica complexa e intratável, uma das complicações mais temidas desse tipo de lesão. Nesse cenário, será preciso uma intervenção específica para essas dores”, afirma André.
DOENÇAS RELACIONADAS
A dor no nervo ciático pode ser um indicativo de diversas patologias que provocam a compressão desse nervo, por exemplo, hérnia de disco, degeneração discal, espondilolistese e estenose do canal lombar.
Apesar disso, de acordo com o ortopedista, o disco herniado é o responsável na maioria das vezes. “Isso porque, além de causar compressão, o material do seu núcleo pode vazar e causar irritação ao nervo, devido sua composição química”, diz.
COMO EVITAR E ALIVIAR?
A melhor medida para prevenir a dor no nervo ciático é a adoção de hábitos saudáveis para a manutenção do peso e da postura. Alongamento, fortalecimento muscular da região abdominal e costas e caminhada são exemplos de exercícios físicos simples que contribuem para a sustentação da coluna e evitam o desgaste dos discos intervertebrais.
Agora, se você já está sofrendo com o desconforto, algumas indicações podem ser úteis para amenizá-lo:
- Não ficar muito tempo na mesma posição;
- Fazer compressas frias ou quentes;
- Utilizar colchões firmes, mas não muito duros ou macios demais;
- Realizar alongamento de lombar e pernas, sempre tomando as precauções necessárias para não machucar e agravar a situação;
- Tomar medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, anti-depressivos específicos e anti-convulsivantes, com a orientação de um profissional de saúde;
- Apostar em terapias complementares, como a acupuntura.
“Essas dicas ajudam a aliviar o quadro de dor, que pode durar até seis semanas, mas é imprescindível procurar um médico para identificar a manifestação da dor ciática. Dessa forma, a ação será na causa, com consequente cura ou melhora do sintoma”, conclui o Dr. André Evaristo.
Reprodução: Terra
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