“Taxa das blusinhas” não criou empregos e pesou no bolso dos brasileiros
A chamada “Taxa das Blusinhas”, a política criada pelo governo federal para proteger o varejo e a indústria nacional, acabou penalizando mesmo os consumidores de menor renda, sem impacto mensurável na geração de empregos. A conclusão é do levantamento inédito feito pela LCA Consultores a pedido da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) ao qual o InfoMoney teve acesso. Instituída pelo Artigo 32 da Lei 14.902/2024, a taxa fixou uma alíquota de 20% sobre compras de até US$ 50 feitas em plataformas internacionais de e-commerce, de roupas e eletrônicos a utensílios domésticos e produtos de beleza. InfoMoney

A chamada “Taxa das Blusinhas”, a política criada pelo governo federal para proteger o varejo e a indústria nacional, acabou penalizando mesmo os consumidores de menor renda, sem impacto mensurável na geração de empregos.
A conclusão é do levantamento inédito feito pela LCA Consultores a pedido da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) ao qual o InfoMoney teve acesso.
Instituída pelo Artigo 32 da Lei 14.902/2024, a taxa fixou uma alíquota de 20% sobre compras de até US$ 50 feitas em plataformas internacionais de e-commerce, de roupas e eletrônicos a utensílios domésticos e produtos de beleza.
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