Silêncio de Lula: três dias após a morte de Charlie Kirk, presidente não se pronunciou sobre o ataque nem condenou radicalismo
Desde o assassinato de Charlie Kirk nos Estados Unidos, ocorrido há três dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, tampouco condenou a investida como um ato de radicalismo ideológico. Há meses que o Brasil emplaca um embate comercial e político com os EUA. A ausência de qualquer declaração tem gerado incômodo em setores da opinião pública e de representantes da base conservadora, tanto no Brasil quanto no exterior, que esperavam uma sinalização institucional diante da gravidade do crime. O ataque contra Kirk abriu mobilização internacional, com protestos em diversas capitais do mundo, incluindo Londres, Paris, Roma, Seul e Buenos Aires. Nas manifestações, os participantes exigem justiça e pedem que líderes políticos condenem atos de violência motivados por divergência ideológica. Apesar da repercussão global, o Palácio do Planalto, até o momento, não emitiu nota oficial, pronunciamento ou qualquer menção direta ao ocorrido. A postura vai na contramão de ocasiões anteriores em que o governo brasileiro rapidamente se posicionou após mortes de ativistas, líderes políticos ou figuras públicas de esquerda, inclusive em outros países. Em casos recentes, notas de pesar e repúdio à violência foram divulgadas com agilidade pelo Itamaraty ou por meio das redes oficiais da Presidência da República. Neste caso envolvendo Charlie Kirk, nem Lula, nem o Ministério das Relações Exteriores, tampouco parlamentares da base aliada, fizeram qualquer tipo de manifestação pública. Mesmo entre os parlamentares e ministros próximos ao presidente, não houve manifestações sobre o atentado. A base governista nas redes sociais e nos espaços institucionais do Congresso também optou por não repercutir, apesar da intensa cobertura da imprensa internacional e do envolvimento de personalidades públicas que se solidarizaram com a vítima. Conexão Política

Desde o assassinato de Charlie Kirk nos Estados Unidos, ocorrido há três dias, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda não se manifestou publicamente sobre o caso, tampouco condenou a investida como um ato de radicalismo ideológico.
Há meses que o Brasil emplaca um embate comercial e político com os EUA. A ausência de qualquer declaração tem gerado incômodo em setores da opinião pública e de representantes da base conservadora, tanto no Brasil quanto no exterior, que esperavam uma sinalização institucional diante da gravidade do crime.
O ataque contra Kirk abriu mobilização internacional, com protestos em diversas capitais do mundo, incluindo Londres, Paris, Roma, Seul e Buenos Aires. Nas manifestações, os participantes exigem justiça e pedem que líderes políticos condenem atos de violência motivados por divergência ideológica.
Apesar da repercussão global, o Palácio do Planalto, até o momento, não emitiu nota oficial, pronunciamento ou qualquer menção direta ao ocorrido.
A postura vai na contramão de ocasiões anteriores em que o governo brasileiro rapidamente se posicionou após mortes de ativistas, líderes políticos ou figuras públicas de esquerda, inclusive em outros países. Em casos recentes, notas de pesar e repúdio à violência foram divulgadas com agilidade pelo Itamaraty ou por meio das redes oficiais da Presidência da República.
Neste caso envolvendo Charlie Kirk, nem Lula, nem o Ministério das Relações Exteriores, tampouco parlamentares da base aliada, fizeram qualquer tipo de manifestação pública. Mesmo entre os parlamentares e ministros próximos ao presidente, não houve manifestações sobre o atentado.
A base governista nas redes sociais e nos espaços institucionais do Congresso também optou por não repercutir, apesar da intensa cobertura da imprensa internacional e do envolvimento de personalidades públicas que se solidarizaram com a vítima.
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