Servidor é chamado de “Senhor Boiola” em e-mail de órgão federal
Servidores da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) se revoltaram com um caso de LGBTfobia ocorrido em uma peça da comunicação interna do órgão. O material foi distribuído pelo e-mail institucional da Sudeco, autarquia vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR). Na lista de aniversariantes do mês de março, ao lado do nome de um dos funcionários, foi escrito, entre parênteses, a expressão “Senhor Boiola”. Uma referência desrespeitosa à orientação sexual do profissional. O servidor em questão trabalha na assessoria de comunicação da superintendência. A peça com os aniversariantes do mês é veiculada como parte da rotina de trabalho do setor. Funcionários da Sudeco cobram, agora, a identificação e punição dos responsáveis pela produção da peça. “É inadmissível que em pleno 2024, em um órgão público, ocorram episódios de discriminação tão abertamente. Este incidente não apenas viola os princípios de igualdade e respeito, mas também infringe as leis que protegem os cidadãos contra qualquer forma de discriminação, incluindo a LGBTFobia. A LGBTFobia é um crime que precisa ser combatido veementemente em todas as esferas da sociedade, incluindo a administração pública”, disse um funcionário à coluna, sob reserva. Procurada, a Sudeco não se manifestou sobre o assunto. O espaço segue aberto.

Servidores da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) se revoltaram com um caso de LGBTfobia ocorrido em uma peça da comunicação interna do órgão. O material foi distribuído pelo e-mail institucional da Sudeco, autarquia vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Na lista de aniversariantes do mês de março, ao lado do nome de um dos funcionários, foi escrito, entre parênteses, a expressão “Senhor Boiola”. Uma referência desrespeitosa à orientação sexual do profissional.
O servidor em questão trabalha na assessoria de comunicação da superintendência. A peça com os aniversariantes do mês é veiculada como parte da rotina de trabalho do setor.
Funcionários da Sudeco cobram, agora, a identificação e punição dos responsáveis pela produção da peça.
“É inadmissível que em pleno 2024, em um órgão público, ocorram episódios de discriminação tão abertamente. Este incidente não apenas viola os princípios de igualdade e respeito, mas também infringe as leis que protegem os cidadãos contra qualquer forma de discriminação, incluindo a LGBTFobia. A LGBTFobia é um crime que precisa ser combatido veementemente em todas as esferas da sociedade, incluindo a administração pública”, disse um funcionário à coluna, sob reserva.
Procurada, a Sudeco não se manifestou sobre o assunto. O espaço segue aberto.
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