Senado da Argentina reduz maioridade penal de 16 para 14 anos
O Senado argentino aprovou, nesta sexta-feira (27/2), a proposta de redução da maioridade penal no país. O texto, apresentado pelo governo do presidente Javier Milei, reduz a maioridade de 16 para 14 anos. Foram 44 votos a favor, 27 contrários e uma abstenção. A proposta havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 12 de fevereiro. A nova lei abre precedentes para que adolescentes, a partir de 14, que cometem crimes, sejam processados criminalmente, julgados e, se a responsabilidade for comprovada, recebam pena de até 15 anos de prisão. Os menores poderão ser penalizados com privação de liberdade em domicílio, em uma instituição aberta ou especializada ou em uma seção separada de uma penitenciária. O texto ainda prevê, para penas de até três anos, que a prisão seja revertida em sanções. Entre elas, proibição de contato com a vítima e sua família, de ir a determinados lugares e sair do país, além de prestação de serviços à comunidade, monitoramento eletrônico e reparação integral do dano à vítima. Apesar de alterações no projeto de lei, enviado ao Congresso pelo Governo Milei – a proposta original era a de que a maioridade penal caísse para ao menos 13 anos, com pena de até 20 anos – a aprovação foi comemorada pela administração. Reprodução: Metrópoles

O Senado argentino aprovou, nesta sexta-feira (27/2), a proposta de redução da maioridade penal no país. O texto, apresentado pelo governo do presidente Javier Milei, reduz a maioridade de 16 para 14 anos.
Foram 44 votos a favor, 27 contrários e uma abstenção. A proposta havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 12 de fevereiro.
A nova lei abre precedentes para que adolescentes, a partir de 14, que cometem crimes, sejam processados criminalmente, julgados e, se a responsabilidade for comprovada, recebam pena de até 15 anos de prisão.
Os menores poderão ser penalizados com privação de liberdade em domicílio, em uma instituição aberta ou especializada ou em uma seção separada de uma penitenciária.
O texto ainda prevê, para penas de até três anos, que a prisão seja revertida em sanções. Entre elas, proibição de contato com a vítima e sua família, de ir a determinados lugares e sair do país, além de prestação de serviços à comunidade, monitoramento eletrônico e reparação integral do dano à vítima.
Apesar de alterações no projeto de lei, enviado ao Congresso pelo Governo Milei – a proposta original era a de que a maioridade penal caísse para ao menos 13 anos, com pena de até 20 anos – a aprovação foi comemorada pela administração.
Reprodução: Metrópoles
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