Rússia proíbe exibição de filme sobre Donald Trump
A Rússia decidiu impedir a exibição do filme O Aprendiz, que retrata a juventude do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump. A distribuidora do longa, Atmosfera Kino, informou à imprensa internacional que o filme não recebeu a licença de exibição, prevista para o dia 14 de novembro. Não foram especificados os motivos da decisão do Ministério da Cultura russo, mas a medida surge em um contexto de crescente censura por parte do governo, que tem barrado produções com temáticas controversas ou realizadas por cineastas críticos ao regime. O filme dirigido por Ali Abbasi, um cineasta iraniano, narra a trajetória de Trump na construção de seu império imobiliário nas décadas de 1970 e 1980 em Nova York, sendo estrelado por Sebastian Stan. A produção, que foi apresentada no Festival de Cannes em maio, chegou aos cinemas americanos semanas antes das eleições presidenciais de 2024. O título, O Aprendiz, faz referência ao famoso programa de TV que Trump comandou entre 2004 e 2015. O presidente eleito dos EUA, por sua vez, criticou abertamente o filme. A restrição à exibição do filme também ocorre em meio a um aumento nas tensões políticas envolvendo os dois países. Na semana passada, o presidente russo, Vladimir Putin, parabenizou Trump por sua vitória nas eleições presidenciais, e comentou sobre a postura do republicano após o atentado a tiros sofrido por ele durante um comício em julho. Enquanto isso, a Rússia segue com sua estratégia de limitar o acesso a produções que abordem questões sensíveis para o Kremlin. Além disso, o governo russo desmentiu rumores que circulavam nos meios de comunicação internacionais sobre uma conversa telefônica entre Putin e Trump. Segundo o jornal Washington Post, o presidente eleito dos EUA teria ligado para Putin, pedindo para que evitasse uma escalada no conflito em curso na Ucrânia. A informação, que foi atribuída a fontes anônimas próximas à equipe de Trump, sugeria que o republicano teria destacado a presença militar dos EUA na Europa durante a conversa. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, refutou as alegações, chamando-as de “invenção” e negando que haja qualquer plano de diálogo entre os dois líderes. O governo russo já havia demonstrado seu descontentamento com filmes e produções ocidentais em anos anteriores. Recentemente, a Rússia também proibiu o lançamento do filme Guerra sem Regras, do diretor britânico Guy Ritchie, estrelado por Henry Cavill, alegando a promoção de temas contrários aos interesses do Estado. Além disso, a censura em relação ao cinema tem sido uma prática cada vez mais comum, com filmes de diretores que fazem críticas abertas ao Kremlin sendo barrados no país. Direita Online

A Rússia decidiu impedir a exibição do filme O Aprendiz, que retrata a juventude do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.
A distribuidora do longa, Atmosfera Kino, informou à imprensa internacional que o filme não recebeu a licença de exibição, prevista para o dia 14 de novembro. Não foram especificados os motivos da decisão do Ministério da Cultura russo, mas a medida surge em um contexto de crescente censura por parte do governo, que tem barrado produções com temáticas controversas ou realizadas por cineastas críticos ao regime.
O filme dirigido por Ali Abbasi, um cineasta iraniano, narra a trajetória de Trump na construção de seu império imobiliário nas décadas de 1970 e 1980 em Nova York, sendo estrelado por Sebastian Stan. A produção, que foi apresentada no Festival de Cannes em maio, chegou aos cinemas americanos semanas antes das eleições presidenciais de 2024. O título, O Aprendiz, faz referência ao famoso programa de TV que Trump comandou entre 2004 e 2015. O presidente eleito dos EUA, por sua vez, criticou abertamente o filme.
A restrição à exibição do filme também ocorre em meio a um aumento nas tensões políticas envolvendo os dois países. Na semana passada, o presidente russo, Vladimir Putin, parabenizou Trump por sua vitória nas eleições presidenciais, e comentou sobre a postura do republicano após o atentado a tiros sofrido por ele durante um comício em julho. Enquanto isso, a Rússia segue com sua estratégia de limitar o acesso a produções que abordem questões sensíveis para o Kremlin.
Além disso, o governo russo desmentiu rumores que circulavam nos meios de comunicação internacionais sobre uma conversa telefônica entre Putin e Trump. Segundo o jornal Washington Post, o presidente eleito dos EUA teria ligado para Putin, pedindo para que evitasse uma escalada no conflito em curso na Ucrânia.
A informação, que foi atribuída a fontes anônimas próximas à equipe de Trump, sugeria que o republicano teria destacado a presença militar dos EUA na Europa durante a conversa. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, refutou as alegações, chamando-as de “invenção” e negando que haja qualquer plano de diálogo entre os dois líderes.
O governo russo já havia demonstrado seu descontentamento com filmes e produções ocidentais em anos anteriores. Recentemente, a Rússia também proibiu o lançamento do filme Guerra sem Regras, do diretor britânico Guy Ritchie, estrelado por Henry Cavill, alegando a promoção de temas contrários aos interesses do Estado. Além disso, a censura em relação ao cinema tem sido uma prática cada vez mais comum, com filmes de diretores que fazem críticas abertas ao Kremlin sendo barrados no país.
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