Política

Relator de CPI suspeita de uso do escritório da esposa de Moraes para lavar dinheiro do Master

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu nesta semana a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes. Ele suspeita que o contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master tenha ligação com esquemas de lavagem de dinheiro e ainda pediu que ela seja convocada para depor.   Vieira afirma, em dois requerimentos, haver “fundadas suspeitas” de que o valor pago não teria origem em atividade econômica regular, mas em recursos ilícitos ligados ao crime organizado. No final do ano passado, uma apuração apontou que o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para defendê-lo em diferentes instâncias judiciais e órgãos do governo.   “A engenharia financeira desvelada aponta que fundos de investimento geridos pela Reag captavam recursos da facção criminosa e os internalizavam no Banco Master através da compra massiva de CDBs. Deste modo, há fundadas suspeitas de que os R$ 129 milhões devidos à Barci de Moraes Sociedade de Advogados não constituiriam mera receita operacional de uma instituição financeira lícita, mas sim o produto direto da lavagem de dinheiro”, afirmou Vieira na justificativa da quebra dos sigilos.       Reprodução: Gazeta do Povo

Bagadão
Por Bagadão 5 de fevereiro de 2026
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Relator de CPI suspeita de uso do escritório da esposa de Moraes para lavar dinheiro do Master

O relator da CPI do Crime Organizado no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), pediu nesta semana a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes. Ele suspeita que o contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master tenha ligação com esquemas de lavagem de dinheiro e ainda pediu que ela seja convocada para depor.

 

Vieira afirma, em dois requerimentos, haver “fundadas suspeitas” de que o valor pago não teria origem em atividade econômica regular, mas em recursos ilícitos ligados ao crime organizado. No final do ano passado, uma apuração apontou que o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados foi contratado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para defendê-lo em diferentes instâncias judiciais e órgãos do governo.

 

“A engenharia financeira desvelada aponta que fundos de investimento geridos pela Reag captavam recursos da facção criminosa e os internalizavam no Banco Master através da compra massiva de CDBs. Deste modo, há fundadas suspeitas de que os R$ 129 milhões devidos à Barci de Moraes Sociedade de Advogados não constituiriam mera receita operacional de uma instituição financeira lícita, mas sim o produto direto da lavagem de dinheiro”, afirmou Vieira na justificativa da quebra dos sigilos.

 

 

 

Reprodução: Gazeta do Povo

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