Quem é o dono de avião do PCC apreendido em São Paulo
Um avião do Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendido na quarta-feira (7/8) pela Polícia Civil de São Paulo na capital paulista pertence a uma empresa que foi alvo da Polícia Federal (PF) no mês passado. Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil, o Embraer EMB-110P1, de prefixo PT-OCW, é operado pela Bimava Táxi Aéreo. A empresa está em nome da Pablito Baena Castilho Aviation, que leva o nome de seu dono, um piloto que sofreu medidas de busca e apreensão na Operação Terra Fértil em 2 de julho. A PF investigava traficantes que usavam jatinhos para transportar bilhões em cocaína para cartéis mexicanos. Na ocasião, foi preso Ronald Roland, outro piloto e dono de aviões, por suspeita de lavar dinheiro do narcotráfico, incluindo o PCC. Procurado pela Interpol, Roland foi preso no Guarujá (SP) depois que sua esposa compartilhou a localização do casal nas redes sociais. Na última quarta-feira, a Polícia Civil paulista apreendeu o avião da Pablito Aviation no hangar da Tucson Aviação, representante no Brasil da Robinson Helicopter Company, principal fabricante de helicópteros do mundo. O hangar é o maior do aeroporto Campo de Marte. As investigações apontaram o uso de empresas de fachada e de laranjas para ocultar bens do PCC. O Embraer da Pablito pertencia antes a um pedreiro de baixa renda, que segundo a polícia é um dos laranjas do esquema.

Um avião do Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendido na quarta-feira (7/8) pela Polícia Civil de São Paulo na capital paulista pertence a uma empresa que foi alvo da Polícia Federal (PF) no mês passado.
Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil, o Embraer EMB-110P1, de prefixo PT-OCW, é operado pela Bimava Táxi Aéreo. A empresa está em nome da Pablito Baena Castilho Aviation, que leva o nome de seu dono, um piloto que sofreu medidas de busca e apreensão na Operação Terra Fértil em 2 de julho.
A PF investigava traficantes que usavam jatinhos para transportar bilhões em cocaína para cartéis mexicanos. Na ocasião, foi preso Ronald Roland, outro piloto e dono de aviões, por suspeita de lavar dinheiro do narcotráfico, incluindo o PCC. Procurado pela Interpol, Roland foi preso no Guarujá (SP) depois que sua esposa compartilhou a localização do casal nas redes sociais.
Na última quarta-feira, a Polícia Civil paulista apreendeu o avião da Pablito Aviation no hangar da Tucson Aviação, representante no Brasil da Robinson Helicopter Company, principal fabricante de helicópteros do mundo. O hangar é o maior do aeroporto Campo de Marte.
As investigações apontaram o uso de empresas de fachada e de laranjas para ocultar bens do PCC. O Embraer da Pablito pertencia antes a um pedreiro de baixa renda, que segundo a polícia é um dos laranjas do esquema.
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