Brasil

Queimadas registradas em agosto foram as piores dos últimos 14 anos

O mês de setembro começa com um dado alarmante para o país. O número de focos de calor registrados por causa de queimadas no país chegou a 154.000 ocorrências no ano, segundo o Programa Queimadas, do Inpe. Apenas em agosto, o avanço do fogo foi o maior dos últimos 14 anos. O Brasil registrou 68.635 focos de queimadas no mês, só perdendo para o último ano de governo Lula, em 2010, quando foram registrados 90.444 focos. O maior número incêndios florestais está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados nesta semana. De acordo com o Inpe, como esses dados são gerados por imagens de satélite, que variam em captação de áreas entre 375 metros quadrados e 4 quilômetros quadrados, cada foco pode representar uma ou várias frentes de fogo ativas. Na comparação com os dados divulgados no último boletim do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, no sábado (31), os focos de calor continuam avançando pelos biomas brasileiros, em relação ao registrado até o dia 27 de agosto, até quando já haviam sido captados pouco mais de 112.000 focos de calor no país. Embora a Amazônia seja o bioma mais atingido, por causa da extensão de seu território, o município mais afetado foi Corumbá, em Mato Grosso do Sul, onde o bioma predominante é o Pantanal e foram detectados 4.245 focos. Já o segundo município mais atingido foi Apuí, no Amazonas, com 3.401 focos até o dia 27 de agosto. VEJA

Bagadão
Por Bagadão 3 de setembro de 2024
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Queimadas registradas em agosto foram as piores dos últimos 14 anos

O mês de setembro começa com um dado alarmante para o país. O número de focos de calor registrados por causa de queimadas no país chegou a 154.000 ocorrências no ano, segundo o Programa Queimadas, do Inpe.

Apenas em agosto, o avanço do fogo foi o maior dos últimos 14 anos. O Brasil registrou 68.635 focos de queimadas no mês, só perdendo para o último ano de governo Lula, em 2010, quando foram registrados 90.444 focos.

O maior número incêndios florestais está na Amazônia, que concentra 42,7% dos focos registrados nesta semana.

De acordo com o Inpe, como esses dados são gerados por imagens de satélite, que variam em captação de áreas entre 375 metros quadrados e 4 quilômetros quadrados, cada foco pode representar uma ou várias frentes de fogo ativas.

Na comparação com os dados divulgados no último boletim do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, no sábado (31), os focos de calor continuam avançando pelos biomas brasileiros, em relação ao registrado até o dia 27 de agosto, até quando já haviam sido captados pouco mais de 112.000 focos de calor no país.

Embora a Amazônia seja o bioma mais atingido, por causa da extensão de seu território, o município mais afetado foi Corumbá, em Mato Grosso do Sul, onde o bioma predominante é o Pantanal e foram detectados 4.245 focos. Já o segundo município mais atingido foi Apuí, no Amazonas, com 3.401 focos até o dia 27 de agosto.

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