PSOL Apresenta Projeto de Lei para Auxílio Emergencial a Brasileiros Deportados
A nova líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone, protocolou na terça-feira (4) um projeto de lei que propõe um auxílio emergencial para brasileiros deportados ou expulsos de países estrangeiros. A iniciativa visa auxiliar economicamente esses cidadãos na reconstrução de suas vidas no Brasil. Pela proposta, o benefício será equivalente a um salário mínimo e terá duração de doze meses a partir da data de concessão. O objetivo é garantir condições mínimas de reinserção social e econômica aos repatriados forçados. Para ter direito ao auxílio, o cidadão deverá atender a alguns critérios, como: Não possuir fonte de renda garantida;Ter sido repatriado a partir de 20 de janeiro de 2025;Não ter cometido crime reconhecido pela legislação brasileira;Apenas uma pessoa por família poderá receber o benefício, com preferência para mulheres. “O Estado brasileiro tem a responsabilidade de oferecer suporte a essas pessoas, assegurando que possam reconstruir suas vidas com segurança e estabilidade, minimizando os impactos socioeconômicos da repatriação forçada e promovendo sua reintegração digna à sociedade”, argumenta Talíria Petrone. De acordo com a proposta, os recursos para custear o auxílio serão incluídos no orçamento anual da União, com possibilidade de complementação pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). O projeto aguarda despacho do presidente da Câmara para dar continuidade à tramitação. O pagamento do benefício se aplicaria a dois casos principais: deportação e expulsão. A deportação ocorre, geralmente, por irregularidades na situação migratória do indivíduo, enquanto a expulsão costuma estar relacionada ao cometimento de crimes no exterior, que nem sempre são considerados crimes no Brasil. Gazeta Brasil

A nova líder do PSOL na Câmara, deputada Talíria Petrone, protocolou na terça-feira (4) um projeto de lei que propõe um auxílio emergencial para brasileiros deportados ou expulsos de países estrangeiros. A iniciativa visa auxiliar economicamente esses cidadãos na reconstrução de suas vidas no Brasil.
Pela proposta, o benefício será equivalente a um salário mínimo e terá duração de doze meses a partir da data de concessão. O objetivo é garantir condições mínimas de reinserção social e econômica aos repatriados forçados.
Para ter direito ao auxílio, o cidadão deverá atender a alguns critérios, como:
Não possuir fonte de renda garantida;
Ter sido repatriado a partir de 20 de janeiro de 2025;
Não ter cometido crime reconhecido pela legislação brasileira;
Apenas uma pessoa por família poderá receber o benefício, com preferência para mulheres.
“O Estado brasileiro tem a responsabilidade de oferecer suporte a essas pessoas, assegurando que possam reconstruir suas vidas com segurança e estabilidade, minimizando os impactos socioeconômicos da repatriação forçada e promovendo sua reintegração digna à sociedade”, argumenta Talíria Petrone.
De acordo com a proposta, os recursos para custear o auxílio serão incluídos no orçamento anual da União, com possibilidade de complementação pelo Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS). O projeto aguarda despacho do presidente da Câmara para dar continuidade à tramitação.
O pagamento do benefício se aplicaria a dois casos principais: deportação e expulsão. A deportação ocorre, geralmente, por irregularidades na situação migratória do indivíduo, enquanto a expulsão costuma estar relacionada ao cometimento de crimes no exterior, que nem sempre são considerados crimes no Brasil.
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