Política

Projeto polêmico do governo Fátima Bezerra ganha repercussão nacional

O governo do Rio Grande do Norte, sob a gestão da governadora Fátima Bezerra, aliada do PT e do presidente Lula, instituiu recentemente o programa chamado Bolsa Horizontes Potiguares, que passou a ser apelidado por parte da população de Bolsa Crime. A iniciativa foi criada por meio da Portaria n° 217 de 2025 da Fundase RN e prevê o pagamento de R$ 500 mensais, podendo chegar a R$ 6 mil, para adolescentes e jovens que já cumpriram medidas socioeducativas por atos infracionais considerados graves, como internação ou semiliberdade. A decisão gerou forte reação social, sobretudo pelo contraste com a realidade de milhões de brasileiros que estudam, trabalham e pagam impostos regularmente, mas não recebem qualquer tipo de incentivo do mesmo governo que alega falta de recursos para áreas essenciais como saúde, segurança pública e educação básica. Embora o programa estabeleça critérios como acompanhamento multidisciplinar e matrícula escolar, críticos avaliam que a medida transmite uma sensação de injustiça e passa a impressão de premiar quem errou. Para esses opositores, a política pública envia uma mensagem perigosa à sociedade ao sugerir que o crime gera benefícios, enquanto o esforço diário e o cumprimento da lei não são valorizados. Em um estado que enfrenta sérias dificuldades financeiras e carências estruturais, a escolha de direcionar recursos públicos a jovens que já infringiram a lei é vista como uma inversão de prioridades. Para parte da população, essa postura enfraquece a autoridade do Estado, alimenta a percepção de impunidade e intensifica a revolta contra políticas que parecem favorecer infratores em detrimento das vítimas e dos cidadãos que seguem as regras.

Bagadão
Por Bagadão 28 de dezembro de 2025
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Projeto polêmico do governo Fátima Bezerra ganha repercussão nacional

O governo do Rio Grande do Norte, sob a gestão da governadora Fátima Bezerra, aliada do PT e do presidente Lula, instituiu recentemente o programa chamado Bolsa Horizontes Potiguares, que passou a ser apelidado por parte da população de Bolsa Crime.

A iniciativa foi criada por meio da Portaria n° 217 de 2025 da Fundase RN e prevê o pagamento de R$ 500 mensais, podendo chegar a R$ 6 mil, para adolescentes e jovens que já cumpriram medidas socioeducativas por atos infracionais considerados graves, como internação ou semiliberdade.

A decisão gerou forte reação social, sobretudo pelo contraste com a realidade de milhões de brasileiros que estudam, trabalham e pagam impostos regularmente, mas não recebem qualquer tipo de incentivo do mesmo governo que alega falta de recursos para áreas essenciais como saúde, segurança pública e educação básica.

Embora o programa estabeleça critérios como acompanhamento multidisciplinar e matrícula escolar, críticos avaliam que a medida transmite uma sensação de injustiça e passa a impressão de premiar quem errou.

Para esses opositores, a política pública envia uma mensagem perigosa à sociedade ao sugerir que o crime gera benefícios, enquanto o esforço diário e o cumprimento da lei não são valorizados.

Em um estado que enfrenta sérias dificuldades financeiras e carências estruturais, a escolha de direcionar recursos públicos a jovens que já infringiram a lei é vista como uma inversão de prioridades. Para parte da população, essa postura enfraquece a autoridade do Estado, alimenta a percepção de impunidade e intensifica a revolta contra políticas que parecem favorecer infratores em detrimento das vítimas e dos cidadãos que seguem as regras.

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