PRF obriga servidores a participar de curso de ‘Direitos Humanos’
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) determinou a participação obrigatória de seus servidores em um curso de Direitos Humanos e incluiu um questionário sobre identidade política e afinidade partidária, gerando desconforto entre os agentes, conforme reportagem de hoje (10) da Folha de São Paulo. Os servidores, sob anonimato, expressaram constrangimento e receio de responder às questões sem uma explicação clara sobre o uso das informações. O questionário sobre identidade política oferece opções como extrema esquerda, esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita, direita e extrema direita. Em relação à afinidade partidária, as opções incluem vários partidos, mas não mencionam o PL, do ex-presidente Bolsonaro. Apesar da obrigatoriedade do curso, a PRF afirmou, em nota, que o questionário é “facultativo e anônimo” e que a instituição não terá acesso às informações sobre a afinidade política, religiosa ou de qualquer outra natureza dos respondentes. A PRF alegou que o questionário, denominado “Teste de Associação Implícita”, foi desenvolvido por pesquisadores da ‘Universidade de Harvard’ e que as respostas são registradas diretamente no site da universidade, sem armazenamento nos bancos de dados da PRF. Um documento interno revela que o curso é obrigatório para quem ingressou na PRF antes de 2022 e para servidores da carreira administrativa. A PRF destacou que o questionário anônimo foi planejado para incentivar a ‘reflexão autônoma’ dos agentes sobre a influência de vieses cognitivos na interação policial com grupos vulneráveis. A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) está apurando a situação e ainda não se manifestou.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) determinou a participação obrigatória de seus servidores em um curso de Direitos Humanos e incluiu um questionário sobre identidade política e afinidade partidária, gerando desconforto entre os agentes, conforme reportagem de hoje (10) da Folha de São Paulo.
Os servidores, sob anonimato, expressaram constrangimento e receio de responder às questões sem uma explicação clara sobre o uso das informações.
O questionário sobre identidade política oferece opções como extrema esquerda, esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita, direita e extrema direita. Em relação à afinidade partidária, as opções incluem vários partidos, mas não mencionam o PL, do ex-presidente Bolsonaro.
Apesar da obrigatoriedade do curso, a PRF afirmou, em nota, que o questionário é “facultativo e anônimo” e que a instituição não terá acesso às informações sobre a afinidade política, religiosa ou de qualquer outra natureza dos respondentes.
A PRF alegou que o questionário, denominado “Teste de Associação Implícita”, foi desenvolvido por pesquisadores da ‘Universidade de Harvard’ e que as respostas são registradas diretamente no site da universidade, sem armazenamento nos bancos de dados da PRF.
Um documento interno revela que o curso é obrigatório para quem ingressou na PRF antes de 2022 e para servidores da carreira administrativa. A PRF destacou que o questionário anônimo foi planejado para incentivar a ‘reflexão autônoma’ dos agentes sobre a influência de vieses cognitivos na interação policial com grupos vulneráveis.
A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) está apurando a situação e ainda não se manifestou.
Ad0 comentários para "PRF obriga servidores a participar de curso de ‘Direitos Humanos’"
Seja o primeiro a comentar!
Notícias Relacionadas

Suzane von Richthofen recebeu R$ 500 mil da Netflix para autorizar doc, diz jornal
9 de abr. de 2026
Lula diz ter orientado Moraes a se declarar impedido de julgar caso Master
8 de abr. de 2026
Master pagou as contas do diretor da PF em Londres
8 de abr. de 2026


Deixe uma resposta para essa notícia
O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *