Prepare o bolso! Remédios ficarão mais caros no Brasil a partir do mês de abril
Os preços dos medicamentos no Brasil terão um novo reajuste a partir da próxima terça-feira (1º), conforme previsto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os laboratórios deverão comunicar os novos valores à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) até a segunda-feira (31), seguindo o calendário anual de atualização de preços. O percentual oficial de reajuste ainda não foi divulgado pela CMED. No entanto, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) estima que os aumentos devem variar entre 2,60% e 5,06%, com uma média de 3,48%. O impacto pode variar conforme a concorrência de mercado, já que, segundo a metodologia de cálculo, medicamentos com maior oferta tendem a ter reajustes menores. A política de regulação de preços estabelece um teto máximo permitido para os medicamentos, mas não impede que as empresas pratiquem valores abaixo desse limite. Dessa forma, o preço final pode variar de acordo com o estabelecimento e as estratégias comerciais aplicadas. “Em 2024, por exemplo, identificamos medicamentos que tiveram variações maiores que 300% ao longo do ano. Esse é o caso da Rivaroxabana, um tipo de anticoagulante, que teve seu preço variando em até 359%”, afirmou Lélio Souza, vice-presidente de Soluções para Prática Médica da Afya, ao site Viva Bem, do UOL. O reajuste anual dos medicamentos é baseado em critérios que incluem a inflação acumulada no período, a concorrência no mercado e os custos de produção do setor farmacêutico. Conexão Política

Os preços dos medicamentos no Brasil terão um novo reajuste a partir da próxima terça-feira (1º), conforme previsto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os laboratórios deverão comunicar os novos valores à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) até a segunda-feira (31), seguindo o calendário anual de atualização de preços.
O percentual oficial de reajuste ainda não foi divulgado pela CMED. No entanto, o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) estima que os aumentos devem variar entre 2,60% e 5,06%, com uma média de 3,48%. O impacto pode variar conforme a concorrência de mercado, já que, segundo a metodologia de cálculo, medicamentos com maior oferta tendem a ter reajustes menores.
A política de regulação de preços estabelece um teto máximo permitido para os medicamentos, mas não impede que as empresas pratiquem valores abaixo desse limite. Dessa forma, o preço final pode variar de acordo com o estabelecimento e as estratégias comerciais aplicadas.
“Em 2024, por exemplo, identificamos medicamentos que tiveram variações maiores que 300% ao longo do ano. Esse é o caso da Rivaroxabana, um tipo de anticoagulante, que teve seu preço variando em até 359%”, afirmou Lélio Souza, vice-presidente de Soluções para Prática Médica da Afya, ao site Viva Bem, do UOL.
O reajuste anual dos medicamentos é baseado em critérios que incluem a inflação acumulada no período, a concorrência no mercado e os custos de produção do setor farmacêutico.
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