Prefeitura de Mossoró assume custos médicos na Maternidade Almeida Castro após atrasos de salários por parte do Governo do RN
O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, publicou uma nota destacando que a Maternidade Almeida Castro enfrenta dificuldades devido à ausência de obstetras, causada por um atraso salarial de sete meses, atribuído ao Governo do Estado. Segundo a publicação, essa situação afeta mães de Mossoró e de 60 municípios da região. Diante dessa circunstância, a Prefeitura de Mossoró assumiu os custos dos médicos para atender partos de urgência na maternidade. O prefeito também solicitou à governadora que tome providências para resolver a situação, ressaltando a importância de garantir atendimento adequado às mulheres da região. Allyson Bezerra, destacou a gravidade da situação enfrentada pela Maternidade Almeida Castro, que está sem obstetras devido a um atraso salarial de sete meses, atribuído ao Governo do Estado. “Para não deixar essas mães desamparadas, a Prefeitura de Mossoró está custeando os médicos para atender os partos de urgência”, afirmou o gestor. Ele também fez um apelo direto à governadora, enfatizando: “Essa é uma questão de humanidade e vida. Todas as mulheres merecem respeito e dignidade.” A situação afeta mães de Mossoró e de outros 60 municípios da região.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, publicou uma nota destacando que a Maternidade Almeida Castro enfrenta dificuldades devido à ausência de obstetras, causada por um atraso salarial de sete meses, atribuído ao Governo do Estado. Segundo a publicação, essa situação afeta mães de Mossoró e de 60 municípios da região.
Diante dessa circunstância, a Prefeitura de Mossoró assumiu os custos dos médicos para atender partos de urgência na maternidade. O prefeito também solicitou à governadora que tome providências para resolver a situação, ressaltando a importância de garantir atendimento adequado às mulheres da região.
Allyson Bezerra, destacou a gravidade da situação enfrentada pela Maternidade Almeida Castro, que está sem obstetras devido a um atraso salarial de sete meses, atribuído ao Governo do Estado. “Para não deixar essas mães desamparadas, a Prefeitura de Mossoró está custeando os médicos para atender os partos de urgência”, afirmou o gestor.
Ele também fez um apelo direto à governadora, enfatizando: “Essa é uma questão de humanidade e vida. Todas as mulheres merecem respeito e dignidade.” A situação afeta mães de Mossoró e de outros 60 municípios da região.
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