PF apresenta pedido de suspeição contra Toffoli após acessar celular de Vorcaro
A Polícia Federal (PF) apresentou arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal (STF). O documento com o material obtido a partir da extração dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi entregue ao ministro Edson Fachin, presidente da Corte, que tem a atribuição de analisar esse tipo de ação. Segundo apurou a coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles, no meio das conversas encontradas no aparelho de Vorcaro há menções ao nome do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF. Ao receber o documento, na última segunda-feira (9/2), Fachin mandou para Toffoli responder dentro do processo, que tramita em sigilo. Interlocutores ouvidos pela coluna afirmaram que Toffoli está tranquilo e declarou que não tem nada dentro do processo que o relacione com Vorcaro. O entendimento entre alguns integrantes da Corte é que a Arguição de Suspeição deveria ser de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), que é a responsável por analisar os materiais apreendidos na operação Compliance Zero. A relatoria de Toffoli no caso passou a ser questionada após divulgação de relação entre o resort Tayayá, vinculado ao magistrado, teve relações com fundos relacionados ao Master. Reprodução: Metrópoles

A Polícia Federal (PF) apresentou arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal (STF).
O documento com o material obtido a partir da extração dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi entregue ao ministro Edson Fachin, presidente da Corte, que tem a atribuição de analisar esse tipo de ação.
Segundo apurou a coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles, no meio das conversas encontradas no aparelho de Vorcaro há menções ao nome do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF.
Ao receber o documento, na última segunda-feira (9/2), Fachin mandou para Toffoli responder dentro do processo, que tramita em sigilo.
Interlocutores ouvidos pela coluna afirmaram que Toffoli está tranquilo e declarou que não tem nada dentro do processo que o relacione com Vorcaro.
O entendimento entre alguns integrantes da Corte é que a Arguição de Suspeição deveria ser de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), que é a responsável por analisar os materiais apreendidos na operação Compliance Zero.
A relatoria de Toffoli no caso passou a ser questionada após divulgação de relação entre o resort Tayayá, vinculado ao magistrado, teve relações com fundos relacionados ao Master.
Reprodução: Metrópoles
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