Para 53%, discurso que coloca ricos contra pobres “não está certo”, diz pesquisa Quaest
Pesquisa Quaest divulgada nesta 4ª feira (16.jul.2025) mostra que mais da metade dos brasileiros é contra “o discurso que coloca ricos contra pobres“. O levantamento encomendado pela Genial Investimentos ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil de 10 a 14 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Eis o cenário da pesquisa, quando os entrevistados responderam à pergunta “Com qual das opiniões você concorda mais? O discurso que coloca ricos contra pobres…”: Não está certo, porque cria mais briga e polarização – 53%;Está certo, porque chama atenção para os privilégios de alguns – 38%;Não souberam ou não responderam – 9%.A mesma pesquisa mostrou que 60% dos entrevistados são favoráveis a elevar a taxa do Imposto de Renda para os super-ricos. A favor da elevação da taxa de IR para super-ricos – 60%Contra a elevação da taxa de IR para super-ricos – 35%Não souberam ou não responderam – 5%O levantamento mostra que 75% defendem a elevação da faixa de isenção do IR. A favor da elevação da faixa de isenção do IR – 75%Contra a elevação da faixa de isenção do IR – 21%Não souberam ou não responderam – 4%Os entrevistados também disseram que são a favor de aumentar o imposto dos mais ricos para diminuir o dos mais pobres. São favoráveis à medida – 63%São contrários à medida – 33%Não souberam ou não responderam – 1%O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou uma reforma do Imposto de Renda que estabelece isenção para quem recebe até R$ 5.000 por mês. Para compensar a perda de arrecadação, a proposta cria alíquotas mínimas para quem recebe mais de R$ 50.000 por mês. Parte do Congresso resiste à medida. A esquerda conseguiu emplacar críticas aos super-ricos logo depois da derrubada do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) pelo Congresso em 25 de junho. O aumento do IOF integra uma série de medidas do governo para aumentar a arrecadação e equilibrar o Orçamento. O Planalto aproveitou o contexto da derrota para reforçar o discurso a favor da aprovação da reforma do Imposto de Renda. Em 2 de julho, durante evento em Salvador, Lula exibiu um cartaz da campanha “Taxação BBB: Bilionários, Bancos e Bets”. A imagem foi compartilhada em suas redes sociais com a mensagem: “Mais justiça tributária e menos desigualdade. É sobre isso”. O PT impulsionou campanhas nas redes sobre o tema, defendendo a necessidade de taxar os super-ricos. Perfis de esquerda usaram o mote “Congresso inimigo do povo”. Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, virou um dos principais alvos dos vídeos produzidos com inteligência artificial. Nas peças, o congressista é chamado de “Hugo nem se importa”. No dia 10 de julho, movimentos sociais se uniram a partidos e congressistas de esquerda em um ato na avenida Paulista que reuniu 15.100 pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político no Meio Digital da USP (Universidade de São Paulo). A manifestação que tinha como mote “Congresso Inimigo do Povo”. Poder 360

Pesquisa Quaest divulgada nesta 4ª feira (16.jul.2025) mostra que mais da metade dos brasileiros é contra “o discurso que coloca ricos contra pobres“.
O levantamento encomendado pela Genial Investimentos ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil de 10 a 14 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
Eis o cenário da pesquisa, quando os entrevistados responderam à pergunta “Com qual das opiniões você concorda mais? O discurso que coloca ricos contra pobres…”:
Não está certo, porque cria mais briga e polarização – 53%;
Está certo, porque chama atenção para os privilégios de alguns – 38%;
Não souberam ou não responderam – 9%.
A mesma pesquisa mostrou que 60% dos entrevistados são favoráveis a elevar a taxa do Imposto de Renda para os super-ricos.
A favor da elevação da taxa de IR para super-ricos – 60%
Contra a elevação da taxa de IR para super-ricos – 35%
Não souberam ou não responderam – 5%
O levantamento mostra que 75% defendem a elevação da faixa de isenção do IR.
A favor da elevação da faixa de isenção do IR – 75%
Contra a elevação da faixa de isenção do IR – 21%
Não souberam ou não responderam – 4%
Os entrevistados também disseram que são a favor de aumentar o imposto dos mais ricos para diminuir o dos mais pobres.
São favoráveis à medida – 63%
São contrários à medida – 33%
Não souberam ou não responderam – 1%
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou uma reforma do Imposto de Renda que estabelece isenção para quem recebe até R$ 5.000 por mês. Para compensar a perda de arrecadação, a proposta cria alíquotas mínimas para quem recebe mais de R$ 50.000 por mês. Parte do Congresso resiste à medida.
A esquerda conseguiu emplacar críticas aos super-ricos logo depois da derrubada do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) pelo Congresso em 25 de junho. O aumento do IOF integra uma série de medidas do governo para aumentar a arrecadação e equilibrar o Orçamento. O Planalto aproveitou o contexto da derrota para reforçar o discurso a favor da aprovação da reforma do Imposto de Renda.
Em 2 de julho, durante evento em Salvador, Lula exibiu um cartaz da campanha “Taxação BBB: Bilionários, Bancos e Bets”. A imagem foi compartilhada em suas redes sociais com a mensagem: “Mais justiça tributária e menos desigualdade. É sobre isso”.
O PT impulsionou campanhas nas redes sobre o tema, defendendo a necessidade de taxar os super-ricos. Perfis de esquerda usaram o mote “Congresso inimigo do povo”. Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, virou um dos principais alvos dos vídeos produzidos com inteligência artificial. Nas peças, o congressista é chamado de “Hugo nem se importa”.
No dia 10 de julho, movimentos sociais se uniram a partidos e congressistas de esquerda em um ato na avenida Paulista que reuniu 15.100 pessoas, segundo estimativa do Monitor do Debate Político no Meio Digital da USP (Universidade de São Paulo). A manifestação que tinha como mote “Congresso Inimigo do Povo”.
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