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Pai decide estudar medicina após descobrir hemofilia do filho

O amor pelo filho e a necessidade de ajudá-lo a enfrentar um problema de saúde grave – a hemofilia – levaram Fábio Teixeira, de 41 anos, a encarar um desafio inesperado.   Dois anos depois de Bernardo nascer, Fábio voltou à universidade para estudar medicina. A criança hoje tem 7 anos e o pai está no 8º semestre do curso, na Universidade Federal do Piauí.   Quando o filho nasceu, Fábio já era professor de inglês e enfermeiro. Trabalhava nas duas funções na cidade de Floriano, distante cerca de 300 km de Teresina, capital do estado.   O diagnóstico de hemofilia, doença rara que atrapalha a coagulação sanguínea e pode levar a hemorragias caso não seja controlada, veio logo após o nascimento de Bernardo.   Naquele mesmo momento, Fábio começou a se interessar por hematologia, parte da medicina que estuda as doenças do sangue, como é o caso de hemofilia. Ele leu tudo que encontrou sobre o assunto.   “À época, eu lecionava em uma escola com muita falta de professores e pedi para assumir as aulas de biologia e de química. Minha ideia era me aprofundar nas matérias que contavam mais pontos para passar em medicina no Enem. Fiquei muito feliz quando a aprovação veio, em 2018”, lembra o pai.   Metrópoles

Bagadão
Por Bagadão 13 de agosto de 2023
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Pai decide estudar medicina após descobrir hemofilia do filho

O amor pelo filho e a necessidade de ajudá-lo a enfrentar um problema de saúde grave – a hemofilia – levaram Fábio Teixeira, de 41 anos, a encarar um desafio inesperado.

 

Dois anos depois de Bernardo nascer, Fábio voltou à universidade para estudar medicina. A criança hoje tem 7 anos e o pai está no 8º semestre do curso, na Universidade Federal do Piauí.

 

Quando o filho nasceu, Fábio já era professor de inglês e enfermeiro. Trabalhava nas duas funções na cidade de Floriano, distante cerca de 300 km de Teresina, capital do estado.

 

O diagnóstico de hemofilia, doença rara que atrapalha a coagulação sanguínea e pode levar a hemorragias caso não seja controlada, veio logo após o nascimento de Bernardo.

 

Naquele mesmo momento, Fábio começou a se interessar por hematologia, parte da medicina que estuda as doenças do sangue, como é o caso de hemofilia. Ele leu tudo que encontrou sobre o assunto.

 

“À época, eu lecionava em uma escola com muita falta de professores e pedi para assumir as aulas de biologia e de química. Minha ideia era me aprofundar nas matérias que contavam mais pontos para passar em medicina no Enem. Fiquei muito feliz quando a aprovação veio, em 2018”, lembra o pai.

 

Metrópoles

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