Padre flagrado com fiel de baby-doll nega s3xo: “Ela ia tomar banho”
O padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia de Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, em Mato Grosso, negou ter mantido relações sexvais com uma fiel após a circulação de um vídeo nas redes sociais. Nas imagens, uma mulher é flagrada pelo noivo escondida dentro do banheiro do quarto do líder religioso. Em áudio divulgado nas redes, o padre afirmou que tudo não passou de um mal-entendido. Segundo ele, a mulher teria pedido abrigo para tomar banho e dormir na casa paroquial. “Quando eu estava tomando banho, ouvi ela gritando ‘tem gente, tem gente’. O pessoal já estava bravo, querendo falar comigo. Não teve nada. O problema é que, quando eles chegaram, eu tinha ido tomar banho e ela não queria ser vista, porque já tinha sido assaltada e ficou com medo. Era 23h e pouco”, explicou o padre no áudio. Luciano Braga reforçou que “não houve nada além disso”, e que a situação foi mal interpretada. A Diocese de Diamantino, responsável pela comunidade de Nova Maringá, divulgou uma nota oficial informando que abriu uma investigação interna sobre o caso. “Comunicamos que, tendo em vista o bem da Igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas. Pedimos a compreensão e a oração de todos”, diz o comunicado. O caso segue sob apuração pela Diocese. Metrópoles

O padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia de Nova Maringá, a 392 km de Cuiabá, em Mato Grosso, negou ter mantido relações sexvais com uma fiel após a circulação de um vídeo nas redes sociais. Nas imagens, uma mulher é flagrada pelo noivo escondida dentro do banheiro do quarto do líder religioso.
Em áudio divulgado nas redes, o padre afirmou que tudo não passou de um mal-entendido. Segundo ele, a mulher teria pedido abrigo para tomar banho e dormir na casa paroquial.
“Quando eu estava tomando banho, ouvi ela gritando ‘tem gente, tem gente’. O pessoal já estava bravo, querendo falar comigo. Não teve nada. O problema é que, quando eles chegaram, eu tinha ido tomar banho e ela não queria ser vista, porque já tinha sido assaltada e ficou com medo. Era 23h e pouco”, explicou o padre no áudio.
Luciano Braga reforçou que “não houve nada além disso”, e que a situação foi mal interpretada. A Diocese de Diamantino, responsável pela comunidade de Nova Maringá, divulgou uma nota oficial informando que abriu uma investigação interna sobre o caso.
“Comunicamos que, tendo em vista o bem da Igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas. Pedimos a compreensão e a oração de todos”, diz o comunicado.
O caso segue sob apuração pela Diocese.
Metrópoles
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