Paciente chega a hospital com granada da Primeira Guerra Mundial no reto e mobiliza esquadrão antibombas
Médicos da emergência do Hospital Universitário de Rangueil, em Toulouse (França), viveram uma situação inusitada no último sábado (31/1). Um homem de 24 anos apareceu com um objeto alojado no reto, de acordo com relato da agência France Presse. Tratava-se de um obus (granada explosiva arremessada por boca de fogo própria) de cerca de 20 centímetros, que lhe causava dor intensa na região posterior. O artefato militar era do período da Primeira Guerra Mundial. Tecnicamente, o projétil disparado por um obuseiro é frequentemente chamado de granada de artilharia. Diferente de uma granada de mão, ela é lançada a longas distâncias (até 40 km ou mais) através de um canhão. Médicos precisaram chamar o esqudrão antibombas para lidar com a situação insólita. Bombeiros também se dirigiram ao local “para garantir a proteção contra possíveis incêndios durante a intervenção” da equipe de desativação de bombas. A operação transcorreu sem problemas. Não há informações sobre o estado do paciente. “Nós, do Hospital Universitário de Toulouse, não faremos comentários sobre essa informação”, declarou a administração do hospital em nota oficial. Reprodução: t82 Notícias

Médicos da emergência do Hospital Universitário de Rangueil, em Toulouse (França), viveram uma situação inusitada no último sábado (31/1).
Um homem de 24 anos apareceu com um objeto alojado no reto, de acordo com relato da agência France Presse. Tratava-se de um obus (granada explosiva arremessada por boca de fogo própria) de cerca de 20 centímetros, que lhe causava dor intensa na região posterior. O artefato militar era do período da Primeira Guerra Mundial.
Tecnicamente, o projétil disparado por um obuseiro é frequentemente chamado de granada de artilharia. Diferente de uma granada de mão, ela é lançada a longas distâncias (até 40 km ou mais) através de um canhão.
Médicos precisaram chamar o esqudrão antibombas para lidar com a situação insólita. Bombeiros também se dirigiram ao local “para garantir a proteção contra possíveis incêndios durante a intervenção” da equipe de desativação de bombas.
A operação transcorreu sem problemas. Não há informações sobre o estado do paciente.
“Nós, do Hospital Universitário de Toulouse, não faremos comentários sobre essa informação”, declarou a administração do hospital em nota oficial.
Reprodução: t82 Notícias
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