Obrigado pelo seu amor, Tia Amô!
Obrigado pelo seu amor, Tia Amô Partiu Anilza Silva dos Santos. Mas não era assim que ela era conhecida. Quem teve o privilégio de conviver com ela a chamava de “Amô”. Para mim e para tantos sobrinhos e sobrinhas, sempre será “Tia Amô”. Sabe aquele tempero inconfundível? Era dela!Sabe aquela risada boa, daquelas que provocam? Era dela!Sabe aquele carão que menino ruim merece levar? Era dela!Sabe aquele carinho ao receber? Era dela! Ela foi a esposa do meu eterno e mais amado tio João Maria, o insubstituível. Desde quando ele partiu, Tia Amô não era mais a mesma. “Síndrome do Coração Partido”, dizem os especialistas. Agora ela vai encontrá-lo e, muito provavelmente, lhe dará um carão: “me deixou sozinha?”. Tia Amô, convivemos pouco nos últimos anos, mas a sua atenção comigo jamais será esquecida. Principalmente quando eu ia dormir na sua casa depois de uma farra no Vila Folia ou na Festa do Boi. A casa de Extremoz também estará sempre viva nas minhas lembranças. E como esquecer? Quando o ABC perdia, uma das primeiras ligações que eu fazia era pra ela — só pra ouvir a pegada de ar. Obrigado pelo seu amor, Tia Amô!Descanse e dê um grande abraço no meu saudoso “Cabo João”. BLOG DO BAGADA

Obrigado pelo seu amor, Tia Amô
Partiu Anilza Silva dos Santos. Mas não era assim que ela era conhecida. Quem teve o privilégio de conviver com ela a chamava de “Amô”. Para mim e para tantos sobrinhos e sobrinhas, sempre será “Tia Amô”.
Sabe aquele tempero inconfundível? Era dela!
Sabe aquela risada boa, daquelas que provocam? Era dela!
Sabe aquele carão que menino ruim merece levar? Era dela!
Sabe aquele carinho ao receber? Era dela!
Ela foi a esposa do meu eterno e mais amado tio João Maria, o insubstituível. Desde quando ele partiu, Tia Amô não era mais a mesma. “Síndrome do Coração Partido”, dizem os especialistas. Agora ela vai encontrá-lo e, muito provavelmente, lhe dará um carão: “me deixou sozinha?”.
Tia Amô, convivemos pouco nos últimos anos, mas a sua atenção comigo jamais será esquecida. Principalmente quando eu ia dormir na sua casa depois de uma farra no Vila Folia ou na Festa do Boi. A casa de Extremoz também estará sempre viva nas minhas lembranças.
E como esquecer? Quando o ABC perdia, uma das primeiras ligações que eu fazia era pra ela — só pra ouvir a pegada de ar.
Obrigado pelo seu amor, Tia Amô!
Descanse e dê um grande abraço no meu saudoso “Cabo João”.
BLOG DO BAGADA
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