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Novo ministro das Comunicações do governo Lula é réu por improbidade administrativa

O novo ministro das Comunicações, Frederico Siqueira Filho, é réu na Justiça de Pernambuco em uma ação de improbidade administrativa. Ele foi empossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última quinta-feira (24) para o lugar de Juscelino Filho. Indicado a Lula pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), Siqueira Filho responde à ação desde 2020 no Ministério Público Federal (MPF), devido à contratação de uma empresa da qual ele é sócio por uma prefeitura que teria como secretário o seu irmão. A Cabo Branco Engenharia e Serviços, que tem o novo ministro como um dos sócios, venceu uma licitação feita pelo município de Paulista (PE), que segundo o MP, tinha como secretário de Finanças Rafael Maia de Siqueira, irmão de Frederico. O contrato previa serviços em uma escola, em 2015. A defesa de Frederico argumenta que Rafael só assumiu o cargo na Prefeitura um mês depois da contratação da Cabo Branco. No entanto, o município fez os pagamentos à empresa meses depois e as despesas foram empenhadas pela gestão do irmão. O Tempo

Bagadão
Por Bagadão 30 de abril de 2025
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Novo ministro das Comunicações do governo Lula é réu por improbidade administrativa

O novo ministro das Comunicações, Frederico Siqueira Filho, é réu na Justiça de Pernambuco em uma ação de improbidade administrativa. Ele foi empossado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última quinta-feira (24) para o lugar de Juscelino Filho.

Indicado a Lula pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), Siqueira Filho responde à ação desde 2020 no Ministério Público Federal (MPF), devido à contratação de uma empresa da qual ele é sócio por uma prefeitura que teria como secretário o seu irmão.

A Cabo Branco Engenharia e Serviços, que tem o novo ministro como um dos sócios, venceu uma licitação feita pelo município de Paulista (PE), que segundo o MP, tinha como secretário de Finanças Rafael Maia de Siqueira, irmão de Frederico. O contrato previa serviços em uma escola, em 2015.

A defesa de Frederico argumenta que Rafael só assumiu o cargo na Prefeitura um mês depois da contratação da Cabo Branco. No entanto, o município fez os pagamentos à empresa meses depois e as despesas foram empenhadas pela gestão do irmão.

O Tempo

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