Nikolas Ferreira não cometeu crime nenhum. Só fez oposição ao governo
As opiniões contidas nessa coluna não refletem necessariamente a opinião do Metrópoles Ao que parece, fazer oposição ao governo virou crime. Enfia-se tudo na conta das fake news, jornalistas amigos se encarregam de alardear que a democracia foi “atacada” e a Advocacia-Geral da União parte para cima, assim como o clube do charuto e do vinho, o Prerrogativas, composto por advogados lulistas que gostam de se autodenominar “juristas”. O alvo agora é o deputado bolsonarista Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, cujo vídeo sobre o monitoramento do Pix teve mais de 275 milhões de visualizações e fez o governo recuar da decisão que colocaria 39 milhões de brasileiros que trabalham na informalidade ao alcance da Receita Federal. O clube dos advogados lulistas quer que o deputado seja cassado e divulgou que pode entrar com processo contra ele, a depender de como a AGU agirá. Explico: a AGU, comandada pelo prestativo Jorge Messias, foi acionada por Guilherme Boulos, o democrata que livrou André Janones da cassação por prática de rachadinha. O deputado do PSOL pediu que a AGU investigue Nikolas Ferreira por estelionato e crime contra a economia popular. O nome disso é intimidação judicial. Qual foi a mentira que o deputado contou ou o delito que ele praticou no vídeo? Nenhuma, nenhum, a menos que se considere que o simples fato de se filiar ao bolsonarismo seja uma violação da lei (ainda não é). Nikolas Ferreira apenas criticou e levantou desconfiança sobre um governo que jurou que não taxaria as blusinhas importadas da China, mas que acabou taxando, e que voltou atrás na decisão de isentar de imposto de renda quem ganha até R$ 5 mil mensais — decisão que acabou adiada para 2026 ou para outra data posterior. Metrópoles

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Ao que parece, fazer oposição ao governo virou crime. Enfia-se tudo na conta das fake news, jornalistas amigos se encarregam de alardear que a democracia foi “atacada” e a Advocacia-Geral da União parte para cima, assim como o clube do charuto e do vinho, o Prerrogativas, composto por advogados lulistas que gostam de se autodenominar “juristas”.
O alvo agora é o deputado bolsonarista Nikolas Ferreira, do PL de Minas Gerais, cujo vídeo sobre o monitoramento do Pix teve mais de 275 milhões de visualizações e fez o governo recuar da decisão que colocaria 39 milhões de brasileiros que trabalham na informalidade ao alcance da Receita Federal.
O clube dos advogados lulistas quer que o deputado seja cassado e divulgou que pode entrar com processo contra ele, a depender de como a AGU agirá.
Explico: a AGU, comandada pelo prestativo Jorge Messias, foi acionada por Guilherme Boulos, o democrata que livrou André Janones da cassação por prática de rachadinha. O deputado do PSOL pediu que a AGU investigue Nikolas Ferreira por estelionato e crime contra a economia popular. O nome disso é intimidação judicial.
Qual foi a mentira que o deputado contou ou o delito que ele praticou no vídeo? Nenhuma, nenhum, a menos que se considere que o simples fato de se filiar ao bolsonarismo seja uma violação da lei (ainda não é). Nikolas Ferreira apenas criticou e levantou desconfiança sobre um governo que jurou que não taxaria as blusinhas importadas da China, mas que acabou taxando, e que voltou atrás na decisão de isentar de imposto de renda quem ganha até R$ 5 mil mensais — decisão que acabou adiada para 2026 ou para outra data posterior.
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