Na China, Dilma custou R$ 1,92 milhão em 2024 ao governo brasileiro
Morando na China há mais de um ano e meio, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) custou, no ano passado, R$ 1,92 milhão ao governo brasileiro. A cifra faz da petista a líder do ranking de ex-presidentes da República que mais custaram aos cofres públicos da União, segundo levantamento da coluna feito com dados disponbilizados pela Casa Civil. Dilma é presidente desde abril de 2023 do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como “banco dos Brics”. A sede da instituição financeira fica em Xangai, na China. O valor de R$ 1,92 milhão se refere a gastos com salário, manutenção e benefícios da equipe dela. Cada ex-presidente pode ter até oito assessores. Dilma tem seis, sendo que um reside na China. Em 2024, os gastos com auxílio-moradia no país asiático foram de R$ 152 mil, enquanto as diárias totalizaram R$ 108 mil, contabilizando viagens a Àfrica do Sul e Japão. Já as indenizações de representação no exterior (Irex), nome técnico para despesas, foram de R$ 111 mil, enquanto os salários pago no exterior totalizam R$ 227 mil. Há ainda outros R$ 804 mil por gratificações. A Casa Civil informou à coluna Tácio Lorran que atualmente a ex-presidente conta apenas com um servidor da sua equipe “em missão transitória no exterior” em Xangai. João Luis Ribeiro Silva, que estava no país asiático desde outubro de 2023 com Dilma, pediu exoneração da equipe da ex-presidente na última semana. Ele ocupava o cargo de assistente técnico. O sargento da reserva Geraldo Andrades Júnior vai substituir João Luis na China. Metrópoles

Morando na China há mais de um ano e meio, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) custou, no ano passado, R$ 1,92 milhão ao governo brasileiro. A cifra faz da petista a líder do ranking de ex-presidentes da República que mais custaram aos cofres públicos da União, segundo levantamento da coluna feito com dados disponbilizados pela Casa Civil.
Dilma é presidente desde abril de 2023 do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), também conhecido como “banco dos Brics”. A sede da instituição financeira fica em Xangai, na China.
O valor de R$ 1,92 milhão se refere a gastos com salário, manutenção e benefícios da equipe dela. Cada ex-presidente pode ter até oito assessores. Dilma tem seis, sendo que um reside na China.
Em 2024, os gastos com auxílio-moradia no país asiático foram de R$ 152 mil, enquanto as diárias totalizaram R$ 108 mil, contabilizando viagens a Àfrica do Sul e Japão. Já as indenizações de representação no exterior (Irex), nome técnico para despesas, foram de R$ 111 mil, enquanto os salários pago no exterior totalizam R$ 227 mil. Há ainda outros R$ 804 mil por gratificações.
A Casa Civil informou à coluna Tácio Lorran que atualmente a ex-presidente conta apenas com um servidor da sua equipe “em missão transitória no exterior” em Xangai. João Luis Ribeiro Silva, que estava no país asiático desde outubro de 2023 com Dilma, pediu exoneração da equipe da ex-presidente na última semana. Ele ocupava o cargo de assistente técnico.
O sargento da reserva Geraldo Andrades Júnior vai substituir João Luis na China.
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